sábado, 31 de dezembro de 2016

REFORMA DA PREVIDÊNCIA


O enfrentamento da questão previdenciária não pode mais ser adiado, pois nosso atual sistema previdenciário, tal como está, é insustentável ante as atuais mudanças no perfil demográfico do país nas últimas décadas.






“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: sábado, 31 de dezembro de 2016.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

FELIZ 2017 !

Desejamos que o próximo ano seja melhor do que este que passou, e que, em todos os seus planos, Deus ocupe o lugar prioritário. Que Deus abençoe você e toda a sua família!






“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: sexta-feira, 30 de dezembro de 2016.

NOME NEUTRO PARA FILHOS

Não é necessário criar crianças de gênero neutro para ensinar o que é gênero. Elas precisam aprender o respeito por si e pelos outros. Não é de bom senso forçar uma criança a viver o conflito de se impor como neutra para o mundo.






“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: quinta-feira, 29 de dezembro de 2016.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 26 de dezembro de 2016.

domingo, 25 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 25 de dezembro de 2016.

sábado, 24 de dezembro de 2016


BOAS FESTAS


Meus amigos, antes que o ano começasse todos já antecipavam que 2016 seria um ano difícil. Não era preciso prestar atenção aos palpites dos videntes e místicos que lotam os programas de televisão todo mês de dezembro para saber disso.

No fim do ano passado foi recebida a denúncia de crime de responsabilidade contra Dilma Rousseff, fato que, sozinho, já prometia para este ano todos os inevitáveis traumas de um procedimento de destituição. Com efeito, o processo inflamou os ânimos durante os oito meses pelos quais se arrastou até a sentença condenatória do Senado.



“Desejo a todos os brasileiros boas festas. O futuro nos guarda muitos bons anos não por determinação do destino, mas pela inteligência e iniciativa sempre renovadas da sociedade brasileira.”

Para além disso, sabia-se que a atividade econômica tendia a continuar encolhendo, sem chance de estabilidade antes do fim deste ano.

Também nos havíamos comprometido a sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, e temia-se que sua realização fosse prejudicada seja pelo surto de febre pelo vírus Zika, seja pelos atentados terroristas do extremismo islâmico, de que até o Brasil, país distante do mundo árabe-muçulmano, aprendeu a ter medo. Felizmente, os Jogos correram sem sobressaltos e foram uma das surpresas positivas do ano.

Enfim, havia motivos de sobra para prever um ano desgastante, e de fato o foi. Não dá para tentar adocicar as coisas quando doze milhões de brasileiros estão ainda desempregados.

Mas você, brasileiro que me ouve, pode ao menos estar certo de que, acossado por todos esses desafios, nosso país está se tornando mais forte.

E a maior razão para ter certeza de que o País sairá melhor de tudo isso é que o próprio povo brasileiro está mais maduro. Já não acredita em qualquer coisa, acompanha a atuação de seus representantes e participa da vida política mesmo fora das eleições.

É por isso que estou seguro de que 2017 será um ano melhor. A sociedade brasileira já clamou pela liberdade contra uma ditadura, e venceu. Já lutou contra a hiperinflação, e venceu. A cada vitória o País amadureceu, se tornou melhor do que era antes, e com os desafios do presente não será diferente.

Desejo a todos os brasileiros boas festas. O futuro nos guarda muitos bons anos não por determinação do destino, mas pela inteligência e iniciativa sempre renovadas da sociedade brasileira.

Muito obrigado!

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 24 de dezembro de 2016.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data:  sexta-feira, 23 de dezembro de 2016.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 22 de dezembro de 2016.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 21 de dezembro de 2016.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 20 de dezembro de 2016.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 19 de dezembro de 2016.

domingo, 18 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 18 de dezembro de 2016.

sábado, 17 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 17 de dezembro de 2016.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

CÂMARA FEDERAL E AS 10 MEDIDAS


Meus amigos, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que promove uma série de medidas que endurecem e punem com mais rigor os crimes de corrupção. Mas nós, deputados, estamos sendo acusados de termos desfigurado o que o MP propunha, por termos rejeitado 3 das 10 medidas propostas. Estamos, inclusive, sendo rotulados de coniventes com a corrupção!

Como poderíamos ser a favor da corrupção se aprovamos a criminalização do caixa 2; transformamos em hediondo o crime de corrupção e criminalizamos a compra de votos?



“Os integrantes da Lava Jato, ao colocar na cadeia corruptos poderosos, sacramentaram a máxima de que a lei vale para todos. Por que então a gritaria histérica quando aprovamos a responsabilidade criminal para promotores, juízes, entre outros?”

Como poderíamos ter sacrificado as garantias constitucionais como a presunção de inocência em nome do combate à corrupção, ou ter aberto mão do habeas corpus, ou ter aceito a prova ilícita? Todos são inocentes até que se prove o contrário. Agora todo mundo é presumido culpado, havendo presunção de culpa e não de inocência?

É uma desonestidade intelectual dizer que votamos na “calada da noite”, pois a sessão que começou às 11h da manhã terminou quase às 5h do dia seguinte. Isso ocorreu porque houve uma ampla e extensa discussão, com muitos destaques votados nominalmente.  Votamos com a digital, sem sombras, com a coragem de enfrentar o bombardeio feito pela mídia, que hoje está associada ao MP. Algumas das propostas inclusas nas dez medidas contra a corrupção foram afastadas porque eram indevidas!

Ah, mas vocês incluíram os promotores e juízes no crime de responsabilidade... Não consigo entender a razão pela qual o MPF, que gestou as 10 medidas contra a corrupção, ameaça publicamente abandonar a Lava Jato quando incluímos TODOS sob o império da Lei.

Acaso não há corrupção no Judiciário? Haveria uma lei justa para os outros e não para eles? Qual a razão desse ódio? Queremos combater a impunidade de todos os agentes públicos, de todos os poderes da República, sem distinção.

A medida não irá impedir a Lava Jato de fazer o que já tem feito, mas impedirá um promotor de acusar injustamente um cidadão, que responderá a um processo durante anos, gastando uma fortuna durante a tramitação dele, para depois ser absolvido por total falta de provas.

Queriam acaso poder violar, sem punição alguma, a Constituição e todas as leis do país?

Os integrantes da Lava Jato, ao colocar na cadeia corruptos poderosos, sacramentaram a máxima de que a lei vale para todos. Por que então a gritaria histérica quando aprovamos a responsabilidade criminal para promotores, juízes, entre outros? A responsabilidade é apenas para quem violar a lei, ainda que pelo pretexto de aplicá-la.


Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 16 de dezembro de 2016.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 15 de dezembro de 2016.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 13 de dezembro de 2016.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016


CÂMARA DOS DEPUTADOS, MINISTÉRIO PÚBLICO E AS 10 MEDIDAS


Amigo, vou esclarecer os últimos acontecimentos envolvendo a Câmara dos Deputados e o Ministério Público, no que diz respeito às 10 medidas contra a corrupção.

O Ministério Público Federal tentou mobilizar as ruas contra uma suposta emenda que anistiaria o caixa 2. Agora, ameaça abandonar a operação Lava Jato, a meu ver, uma atitude infantil, para jogar a população contra o Congresso, por causa do tal crime de responsabilidade a juízes e promotores, que nada tem a ver com a Lava Jato.



"O PRB apoia a Lava Jato e votou à favor da criminalização do caixa 2 e do aumento de pena para os crimes de corrupção. Votou pela responsabilização de todas as autoridades por abuso de poder, sejam deputados, senadores, juízes, promotores e servidores públicos."

“Não julgamos a aposentadoria compulsória punição suficientemente severa para juízes e promotores que cometam crime.”

Você acha que deveríamos deixar como está?

Você sabia que a punição que um juiz recebe por vender sentença é a sua aposentadoria, recebendo sem trabalhar o seu salário integral?

A história não me permite, porém, admitir que só no Parlamento há corruptos.

Há gente boa e ruim em qualquer profissão. A má intenção deve ser tolhida em qualquer esfera – sem distinção.

Quando as 10 medidas chegaram aqui na Câmara Federal, acompanhada de mais de 2 milhões de assinaturas, eu me debrucei para analisar as propostas. Como já explicitei em quase uma dezena de vídeos que gravei falando sobre cada uma das 10 propostas, o que o Ministério Público estava querendo era ressuscitar a “Caça às Bruxas”.

Digo isso porque, em tempos remotos, quando uma pessoa queria destruir seu desafeto, bastava acusá-lo de prática de bruxaria, e essa pessoa certamente seria aniquilada. O acusado seria lançado na fogueira de qualquer jeito, restando-lhe tão somente a confissão, caso quisesse livrar a sua alma do inferno.

Aprovamos as medidas contra a corrupção, mas estão nos acusando de termos feito isso alterando o que estava sendo proposto.

Isso é mentira! Somente 3 medidas foram anuladas na votação. E isso foi para defender a Constituição e manter em funcionamento o Estado de Direito. O que os promotores queriam? Poder usar provas obtidas ilicitamente? Retirar as prerrogativas dos advogados na defesa do devido processo legal?

O meu partido, o PRB, sempre apoiou a Operação Lava Jato e votou à favor da criminalização do caixa 2 e do aumento de pena para os crimes de corrupção, e votou também pela responsabilização de todas as autoridades por abuso de poder, sejam elas deputados, senadores, juízes, promotores, servidores públicos, pois não julgamos a aposentadoria compulsória punição suficientemente severa para juízes e promotores que cometam crime.

Em todo lugar há aquele que pensa que é Deus, mas não podemos deixar que ele tenha a certeza disso!


Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 14 de dezembro de 2016.
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 12 de dezembro de 2016.

domingo, 11 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 11 de dezembro de 2016.

sábado, 10 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 10 de dezembro de 2016.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016


AUMENTO DA AUTOMUTILAÇÃO ENTRE OS JOVENS

Meus amigos, é impressionante a estimativa, feita por especialistas, de que 20% dos jovens praticam automutilação. Isso configura um grave problema de saúde pública, que precisa ser considerado atentamente pelas autoridades do setor, pela sociedade e, em especial, pelas famílias com filhos adolescentes.

Na edição de 20 de novembro passado, o programa Fantástico, da Rede Globo, abordou com propriedade esse assunto, entrevistando profissionais de saúde, ouvindo depoimentos de jovens com história de automutilação e visitando ambulatórios de tratamento.



“Diálogo doméstico permanente; boa relação entre pais e filhos e o cuidado constante para que a adolescência, uma fase quase sempre difícil, seja superada sem maiores traumas, são ingredientes que podem fazer evitar esse tipo de flagelo.”

O Brasil não tem estatísticas oficiais a esse respeito, mas, como informado na reportagem, os estudos feitos em diversos países coincidem na avaliação de que o problema afeta cerca de um quinto dos jovens, o que provavelmente ocorre também aqui.

A mais recente classificação internacional de doenças mentais, divulgada em 2013, aponta a automutilação como autolesão não suicida, ou seja, quem se mutila não tem a intenção de acabar com a própria vida – na verdade, está tentando, ainda que de forma inadequada, pedir ajuda para resolver suas dificuldades emocionais.

Em geral, os jovens procuram esconder da família a automutilação, embora às vezes a divulguem a seus grupos nas redes sociais. Em alguns casos, os pais desconfiam porque notam, por exemplo, que mesmo em dias quentes os filhos estão usando roupas de mangas longas para ocultar os braços; o mais comum, porém, é que só tomem conhecimento ao receber um aviso da escola.

Sabe-se que a automutilação não é um fenômeno novo. Acredite, o Ambulatório de Adolescentes do Hospital das Clínicas de São Paulo já atende mais pacientes com esse problema do que envolvidos com drogas.

Os especialistas estabelecem um vínculo forte entre a automutilação e o bullying sofrido na escola. Adolescentes emocionalmente mais frágeis são muito sensíveis à reprovação social; pressionados, perdem a autoestima e podem recorrer à mutilação como uma espécie de pedido de socorro. Se as famílias não percebem, ou percebem, mas não os ajudam, a situação só tende a se agravar.

Tudo isso reforça a necessidade do diálogo doméstico permanente, da boa relação entre pais e filhos, e do cuidado constante para que a adolescência, uma fase quase sempre difícil, seja superada sem maiores traumas.

Precisamos evitar esse sofrimento para os nossos jovens!


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP 
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 09 de dezembro de 2016.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 08 de dezembro de 2016.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016


OCUPAÇÃO DAS ESCOLAS

Meus amigos, o que diferencia a democracia dos regimes totalitários é a preservação das liberdades e o respeito aos direitos individuais e coletivos dos cidadãos.

Nas recentes ocupações de escolas por manifestantes que querem protestar contra medidas do governo, o que vemos é o flagrante desrespeito aos preceitos do Estado democrático, com efeitos danosos para a parcela da população que está sofrendo restrições na liberdade de ir e vir e no direito de frequentar a escola.



“A ocupação das escolas, orquestrada por militantes ideologizados, perdeu completamente sua legitimidade ao impedir professores de trabalhar, tirando o acesso às salas de aula dos alunos que querem estudar.”

Centenas de estabelecimentos de ensino foram ocupados, em todo o País, por grupos organizados de estudantes e militantes de movimentos sociais e partidos políticos, acarretando a suspensão das atividades regulares dessas unidades e deixando milhares de alunos sem aula.

Os limites e o respeito aos direitos dos cidadãos não podem continuar sendo ignorados pelos líderes desses protestos.

Sim, todos temos o direito de manifestar nossas ideias, nossas reivindicações, nossas insatisfações. Temos o direito de cobrar das autoridades o cumprimento das políticas públicas e o aperfeiçoamento dos serviços estatais essenciais. Mas não podemos encobrir sob esse manto a violação de direitos e liberdades.

Infelizmente, é isso o que tem acontecido desde a eclosão desse movimento de ocupação de escolas.

A maior parte dos estudantes e seus familiares reprovam a forma como as ocupações estão sendo conduzidas e suas consequências.

Quando um protesto redunda na frustração de expectativas, na violação de direitos e no cerceamento da liberdade dos cidadãos que, em tese, seriam os maiores interessados em protestar, algo está errado.

No caso das ocupações de escolas, notamos que a manifestação orquestrada por militantes ideologizados perdeu completamente sua legitimidade.

Querem questionar e debater o que aqui está sendo analisado? Querem contestar medidas tomadas pelo Poder Executivo? Podem fazê-lo de modo republicano e pacífico. O que não podem é impedir professores de trabalhar, tirar o acesso às salas de aula de indivíduos que querem estudar, gerar contratempos e preocupações desnecessários para as famílias dos estudantes.

Desse modo, deixo registrado meu repúdio às ocupações das escolas públicas, na forma como foram mantidas, e minha solidariedade aos professores, estudantes e cidadãos de bem tiveram desrespeitados seus direitos.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 07 de dezembro de 2016.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016


PEC 241 – PARTE 11


Meus amigos, o Congresso Nacional está analisando e votando a PEC 241, a PEC do Teto dos gastos, que visa recolocar a economia nos trilhos.




“É preciso colocar a economia em ordem. A permanência deste descontrole dos gastos, levará o país ao caos econômico, e não é com populismo barato que vamos resolver problemas econômicos tão complexos.”

Mas existe uma turma querendo sabotar a PEC, adeptos do “quanto pior, melhor”. São os mesmos que foram contra o Plano Real e se opuseram à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Na época da implantação do Plano Real, também como agora, sob a pretensa defesa dos direitos sociais, muitos estão, novamente, tentando manter o país nas trevas.

Em 1994, o hoje ex-presidente Lula, o ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega e outros, foram ferrenhos críticos do Plano Real. Plano este que, aplacou a terrível inflação e conferiu estabilidade econômica ao Brasil.

A PEC é essencial para colocar a economia em ordem, pois permanecer com este descontrole dos gastos, levará o país ao caos econômico, e não é com populismo barato que vamos resolver problemas econômicos tão complexos.

Em vários estados, o descontrole dos gastos públicos ameaça as políticas sociais, pois com a economia em queda-livre, os mais atingidos são os mais pobres.

A crise que aí está não vem de pouco tempo e é resultado de muitos erros.

Muito foi tentando pelos governos anteriores de mascarar o real tamanho do buraco fiscal.


Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP