terça-feira, 22 de novembro de 2016


PEC 241 – PARTE 8


No Brasil, nas últimas duas décadas, vem ocorrendo o avanço acelerado das despesas. E os governantes vinham simplesmente criando impostos para sanar as contas públicas.

Muitos diziam que a Dilma havia na sucessão presidencial, herdado uma herança maldita do Governo Lula.




”A PEC 241 vai estancar o avanço contínuo das despesas. Esta trava constitucional representa uma revolução, pois o Judiciário, o Executivo e o Legislativo vão ter que viver dentro dos parâmetros por ela estabelecidos.”

Vamos ter um ajuste fiscal a longo prazo sem apelar para o aumento da carga tributária.

Vez após vez os governos, ao invés de cortar despesas, criavam gastos adicionais, e passavam a conta do descontrole para a população, por meio de impostos, pois como diz o chavão popular: Não há almoço grátis!

A equipe econômica do Presidente Temer apresentou a PEC 241, a PEC do Teto, com a meta de estabelecer um limite para o avanço contínuo das despesas. Esta trava constitucional representa uma revolução, pois o Judiciário, o Executivo, e também nós do Legislativo, vamos viver dentro dos parâmetros estabelecidos pela PEC.

Vamos ter um ajuste fiscal a longo prazo sem apelar para o aumento da carga tributária.

O Brasil, ao longo do tempo, vem sendo conduzido por um governo central perdulário, que gasta mais do que é arrecadado.

A PEC tem tudo para dar certo, pois a contenção das despesas levará a um saldo positivo nas contas públicas, e como consequência, à uma redução da dívida e diminuição na taxa de juros.

É momento de acertar as contas. Os que chamam esta PEC como a “PEC da Morte”, ou querem o aumento de impostos ou preferem o crescimento contínuo da dívida pública – isto, sim, seria a morte! 

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



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