quarta-feira, 30 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 30 de novembro de 2016.

PEC 241 – PARTE 10


Meus amigos, não é verdade que a PEC 241 prejudicará os investimentos na saúde e educação. Pelo contrário, a PEC tratou de ampliar a destinação de verbas para as duas áreas, já em 2017.




“A fraude no programa Bolsa Família representa 10% de seu orçamento anual. Além da redução de gastos e outros ajustes é preciso passar um pente fino para identificar fraudes e cortar pagamentos indevidos a quem não precisa de fato.”

Todos nós temos a consciência de que, com a tendência do envelhecimento da população, isso vai demandar uma melhoria e a ampliação do atendimento pelo sistema de saúde.

Com a PEC aprovada, esperamos a redução de gastos em alguns setores, e outros ajustes que poderão contribuir para investimentos em educação básica e na saúde.

A PEC atingirá os gastos com programas sociais, mas para tão somente, passar um pente fino para identificar fraudes e cortar pagamentos indevidos a quem não precisa de fato.

A fraude representa 10% do orçamento anual do programa Bolsa Família.

Quando o país voltar a obter resultados que sejam suficientes para estabilizar o rombo fiscal, a PEC prevê que o próximo presidente poderá rever as regras no décimo ano, ou antes mesmo com outra PEC, se a economia tiver se recuperado antes do esperado e se ocorrer um aumento de receita ou a redução da dívida pública.

Os críticos da PEC deveriam reclamar por um melhor gasto nos vários programas sociais, e não pedir simplesmente mais e mais gastos.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


terça-feira, 29 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 29 de novembro de 2016.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 28 de novembro de 2016.

CONTROLE DOS GASTOS


Meus amigos, vivemos um momento singularmente grave, tanto em termos políticos, como econômicos. Acabamos de sair de um delicado processo de impedimento de uma Presidenta da República. Conquanto todos os mandamentos jurídicos e constitucionais tenham sido rigorosamente obedecidos, o novo governo nasceu sob o signo de uma tensão política pouco comum.



“O endividamento governamental segue uma dinâmica explosiva. Chegou-se a um ponto em que palavras e promessas não bastam. Há necessidade de que se interrompa urgentemente o desequilíbrio do orçamento público.

A administração Temer se vê às voltas com dois grandes desafios. De um lado, o fato de ser um governo-tampão, com pouco mais de dois anos de mandato. De outra parte, a necessidade de que, nesse reduzido prazo, encaminhe ou implante medidas de ajuste econômico necessariamente impopulares.

A extensão da hercúlea tarefa com que o novo governo se defronta pode ser avaliada em números. Estima-se para este ano, amigos e amigas, um déficit primário – excluídas, portanto, as despesas financeiras – de R$ 170 bilhões para o setor público consolidado.

A origem desse desequilíbrio é clara: entre 2008 e 2015, as despesas do governo central cresceram 51% acima da inflação, enquanto a receita evoluiu apenas 14,5%.

Só há duas formas de financiar os déficits orçamentários: emissão de moeda – com o consequente impacto sobre a inflação – ou contratação de empréstimos, por meio de emissão de dívida.

Dívida crescente, juros elevados e economia em contração são uma combinação fatal para a credibilidade das finanças públicas. Com efeito, meus amigos, esses fatores concorrem para que o endividamento aumente cada vez mais rapidamente.

É esse o pano de fundo de nosso momento atual. Os agentes econômicos – empresários, investidores e consumidores – já se deram conta de que o endividamento governamental segue uma dinâmica explosiva. Chegou-se a um ponto em que palavras e promessas não bastam. Há necessidade de que se interrompa urgentemente o desequilíbrio do orçamento público.

Como parte desse esforço, o governo enviou para o exame do Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição nº 241/16. Já aprovada pela Câmara dos Deputados e atualmente tramitando no Senado Federal, a chamada “PEC do teto” altera de forma quase revolucionária a dinâmica das despesas públicas.

Espera-se que a aprovação desse novo regime fiscal altere a dinâmica da dívida pública.

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP

domingo, 27 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 27 de novembro de 2016.

sábado, 26 de novembro de 2016


PEC 241 – PARTE 9


Meus amigos, os opositores da PEC do Teto alegam que ela será um flagelo para o Brasil, porque, segundo eles, reduzirá drasticamente os gastos públicos com programas sociais, educação e saúde.

Eles finalizam seus argumentos afirmando sempre que os mais pobres serão os mais penalizados.




“O governo federal está prestes a passar por uma crise fiscal semelhante à de muitos estados hoje, que não tem dinheiro para honrar em dia os salários, as aposentadorias e serviços básicos como os de SAÚDE e EDUCAÇÃO.”

Estes opositores esquecem ou se fazem de desentendidos, de que há um tremendo rombo no orçamento.

Coincidentemente, os que se opuseram ferozmente contra o Plano Real, lançado pelo Presidente Itamar Franco, são os mesmos que agora se insurgem contra a PEC 241 que tem as mesmas medidas econômicas de combate à hiperinflação.

O Plano Real foi se ajustando e vingou. Nós temos a mesma esperança em relação à PEC do Teto.

Com a PEC, poderá haver até um aumento de recursos públicos em saúde e em educação, ao contrário do que afirmam os adversários do plano.

O governo será obrigado a gastar mais eficientemente os seus gastos, pois sua liberdade nos gastos será restrita.

O governo federal está prestes a passar por uma crise fiscal semelhante à de muitos estados hoje, que não tem dinheiro para honrar em dia os salários, as aposentadorias e serviços básicos como os de saúde e educação.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 26 de novembro de 2016.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 25 de novembro de 2016.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 24 de novembro de 2016.
NOME NEUTRO PARA OS FILHOS E SUAS CONSEQUÊNCIAS


Meus amigos, eu, como a maioria das pessoas do mundo, acho um absurdo fingir ignorar o sexo de uma criança, e criá-la sem deixar que os outros, ou a própria criança, assumam uma identidade masculina ou feminina.

Mas alguns pais pretendem que as crianças assumam uma identidade neutra. É isso que algumas mães pretendem com o chamado “nome neutro”, combinado com roupas neutras.



“Não é necessário criar crianças de gênero neutro para ensinar o que é gênero. Elas precisam aprender o respeito por si e pelos outros. Não é de bom senso forçar uma criança a viver o conflito de se impor como neutra para o mundo.”

As dificuldades são óbvias: nem a língua portuguesa tem o gênero neutro, mas apenas o masculino e o feminino. Se uma criança não será tratada nem menino, nem menina, será tratado como?

Os defensores desta identidade neutra afirmam que, nomear uma criança com um termo dúbio, e ignorar os códigos de vestimenta segundo o sexo, pode até ajudar a criar uma pessoa mais livre dos estereótipos de gênero. Para ele, a neutralidade no registro facilitaria de maneira prática a vida de uma pessoa que não se identificasse com o gênero de nascimento.

Apenas aos cinco anos as crianças já têm compreensão suficiente para se entenderem como homem ou mulher. Mas não se sabe o tipo de problema que uma criança terá ao não se entender como homem e mulher, mas do gênero neutro.

Ora, ninguém é melhor do que ninguém. Não é necessário criar crianças de gênero neutro para ensinar isso. É preciso ensinar o respeito, por si e pelos outros. Vivemos numa sociedade em que homens e mulheres têm banheiros separados, interesses separados, costumes separados. Por que forçar uma criança a viver o conflito de se impor como neutra, para o mundo?

É preciso ter consciência de que crianças, em sua fase de formação, devem ter conhecimento do que é visto como normal.

Acho que falta bom senso quando se expõe a criança a situações socialmente desconfortáveis, que só serão convenientes se ela for candidata à transexualidade. Mas como definir isso, no caso de crianças de dois ou três anos?

Acho conveniente aos pais não fazerem experiências muito radicais com seus próprios filhos, amigos e amigas, em nome de ideias exóticas, utópicas, que podem trazer sofrimentos para seus filhos, e problemas maiores do que aqueles que supostamente estão resolvendo.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 23 de novembro de 2016.

terça-feira, 22 de novembro de 2016


PEC 241 – PARTE 8


No Brasil, nas últimas duas décadas, vem ocorrendo o avanço acelerado das despesas. E os governantes vinham simplesmente criando impostos para sanar as contas públicas.

Muitos diziam que a Dilma havia na sucessão presidencial, herdado uma herança maldita do Governo Lula.




”A PEC 241 vai estancar o avanço contínuo das despesas. Esta trava constitucional representa uma revolução, pois o Judiciário, o Executivo e o Legislativo vão ter que viver dentro dos parâmetros por ela estabelecidos.”

Vamos ter um ajuste fiscal a longo prazo sem apelar para o aumento da carga tributária.

Vez após vez os governos, ao invés de cortar despesas, criavam gastos adicionais, e passavam a conta do descontrole para a população, por meio de impostos, pois como diz o chavão popular: Não há almoço grátis!

A equipe econômica do Presidente Temer apresentou a PEC 241, a PEC do Teto, com a meta de estabelecer um limite para o avanço contínuo das despesas. Esta trava constitucional representa uma revolução, pois o Judiciário, o Executivo, e também nós do Legislativo, vamos viver dentro dos parâmetros estabelecidos pela PEC.

Vamos ter um ajuste fiscal a longo prazo sem apelar para o aumento da carga tributária.

O Brasil, ao longo do tempo, vem sendo conduzido por um governo central perdulário, que gasta mais do que é arrecadado.

A PEC tem tudo para dar certo, pois a contenção das despesas levará a um saldo positivo nas contas públicas, e como consequência, à uma redução da dívida e diminuição na taxa de juros.

É momento de acertar as contas. Os que chamam esta PEC como a “PEC da Morte”, ou querem o aumento de impostos ou preferem o crescimento contínuo da dívida pública – isto, sim, seria a morte! 

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 22 de novembro de 2016.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 21 de novembro de 2016.

domingo, 20 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Domingo, 20 de novembro de 2016.

sábado, 19 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 19 de novembro de 2016.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 18 de novembro de 2016.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 17 de novembro de 2016.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 16 de novembro de 2016.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 15 de novembro de 2016.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 14 de novembro de 2016.
PEC 241 – PARTE 7


Meus amigos, sabem qual é a real situação fiscal do nosso Governo Central, que nos leva a limitar o crescimento das despesas, dos gastos do governo, por meio da PEC 241? No ano passado, o governo gastou R$ 116 bilhões a mais do que arrecadou. Neste ano, o estimado é de um gasto de R$ 170 bilhões maior que a receita. E, para 2017, projeta-se R$ 139 bilhões a mais.



“Os que estão berrando contra as medidas da PEC são aqueles estavam interessados em expandir ao máximo a distribuição de dinheiro público ao maior número possível de eleitores.”

O maior responsável pela crise que aí está, o Partido dos Trabalhadores, juntamente com outros partidos de oposição, vem alardeando que a PEC irá prejudicar os investimentos na saúde. Isso não é verdade!

Se compararmos a regra atual de investimento na saúde com a nova regra proposta pela PEC, veremos que somente em 2027 a regra atual geraria um gasto mínimo em saúde equivalente ao que a PEC está propondo. Se não adotarmos a regra da PEC, até 2027, perderemos R$ 43 bilhões na saúde.

A proposição preserva e aperfeiçoa as políticas públicas – o que nem sempre significa aumento de gastos. Os efeitos mais duros do corte de despesas não atingem necessariamente os mais necessitados. Os que estão em risco não são os carentes que realmente precisam do Bolsa Família, mas todos aqueles que se beneficiaram do descontrole no pagamento dos benefícios sociais.

O governo anterior estava interessado em expandir ao máximo a distribuição de dinheiro público, sem se preocupar se as pessoas que recebiam eram realmente necessitadas. O alvo era atingir o maior número possível de eleitores, se é que vocês me entendem, e não o de resolver problemas sociais. O custo disso se tornou altíssimo e a eficácia dos programas caiu.

Há municípios em que o índice de fraudes no programa Bolsa Família chega a 40% do total dos benefícios. Foi descoberto que um agente cadastrador incluiu pessoas no Bolsa Família em 25 Estados diferentes. Teve um outro agente cadastrador que incluiu 25 mil pessoas em um só dia.

Enfim, os que estão berrando contra as medidas da PEC são aqueles que injustamente se beneficiaram das tetas do clientelismo e do corporativismo e não as querem largar de jeito nenhum.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



domingo, 13 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 13 de novembro de 2016.

sábado, 12 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 12 de novembro de 2016.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 11 de novembro de 2016.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 10 de novembro de 2016.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016


REORGANIZAÇÃO DO ENSINO MÉDIO


Meus amigos, está em tramitação neste Congresso Nacional a Medida Provisória nº 746, que busca reorganizar o ensino médio no país.

Há muito o modelo brasileiro de educação média está ultrapassado e o resultado disso é o desinteresse dos nossos estudantes e seu fraco desempenho tanto nas avaliações nacionais quanto nas internacionais.


“A reforma do ensino médio é urgente. É preciso dar um novo direcionamento a essa etapa tão importante da formação dos nossos jovens cidadãos para seu ingresso no mundo do trabalho e na vida adulta.”

Excesso de disciplinas, carga horária incompatível para desenvolver tantos conteúdos, não permitindo que o aluno tenha ou uma formação técnica aprofundada ou uma preparação adequada para o vestibular, pois há um descompasso entre o que é ensinado na escola e o mundo real dos jovens – este é o retrato do nosso atual ensino médio.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD), de 2014, apenas 55% dos jovens entre 15 e 17 anos, faixa etária ideal para cursar o ensino médio, frequentam este nível de ensino. Dezesseis por cento dos jovens nessa idade, ou 1,7 milhões de jovens, estão fora da escola.

Temos a chance agora, por meio da apreciação desta medida provisória, de começarmos a mudar esse cenário desalentador especialmente para os nossos jovens.

O modelo proposto pelo Ministério da Educação, em linhas gerais, visa flexibilizar o currículo por meio da criação de itinerários formativos específicos, com base em quatro grandes áreas do conhecimento – linguagens, matemática, ciência da natureza e ciências humanas e na formação técnica e profissional. Isso possibilitará ao aluno preparar-se melhor para o percurso formativo que seguirá na educação superior e, caso assim deseje, também poderá torná-lo apto a iniciar-se numa profissão já na conclusão do ensino médio.

O principal avanço da medida é a ampliação da carga horária, das atuais oitocentas horas para 1.400 horas anuais, especialmente pela possibilidade de criar espaço para que o aluno se engaje em novas disciplinas e projetos, abrindo um leque de opções que torna muito mais instigante a transição do ensino médio para a educação superior.

Outra grande inovação da proposta é a possibilidade de organização do ensino médio em módulos, com a adoção do sistema de créditos ou disciplinas com terminalidade específica. Dessa forma, o aluno terá mais autonomia para conduzir seu percurso escolar e poderá avançar nos estudos em determinada área do conhecimento independente de sua aprovação em outras.

Meus amigos, a reforma do ensino médio é urgente e exige que nos debrucemos com afinco sobre ela. É passada a hora de darmos um novo direcionamento a essa etapa tão importante da formação dos nossos jovens cidadãos, de fechamento de um ciclo para ingresso no mundo do trabalho e na vida adulta.

É isso que propõe a MP nº 746: um modelo flexível, que respeite a individualidade dos alunos e que proporcione aos nossos jovens aprendizados que sejam realmente úteis em suas vidas cotidiana e profissional, em vez de afastá-los dos bancos escolares como acontece hoje.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 09 de novembro de 2016.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 08 de novembro de 2016.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016


PEC 241 – PARTE 6


Meus amigos, quando a crise econômica atinge o setor privado, o que ocorre? Ele altera seu curso rapidamente se emergências surgem.

Já o setor público, mesmo com a crise econômica, vive de rotina e hierarquia, com privilégios garantidos independente de contingências.




 “Rechaçar pura e simplesmente a PEC 241, que visa a estabelecer uma trava constitucional nos gastos públicos, é coisa de quem está perdendo privilégios, tem muito a perder com ela ou simplesmente não sabe o que está dizendo.”

Eis a razão da PEC 241, que visa a estabelecer uma trava constitucional. Ela não irá cortar recursos. Apenas proíbe corrigir os gastos acima da inflação. Ponto.

Uma vez adotada, cria-se estabilidade fiscal para atrair investimentos e fazer a economia crescer. Com isso, crescem os empregos, a renda das pessoas e a possibilidade de pagarem suas dívidas.

Não entendo o porquê de vozes contrárias a ela. Tem gente que não sabe nem quer saber como a economia e as coisas realmente funcionam. Não é hora de defender regalias e interesses pessoais.

Nenhum gasto social será extinto ou congelado.  Apenas não poderá aumentar mais que a inflação.

A PEC 241 está sendo proposta por pessoas que sonham com um país melhor.

Por outro lado, rechaçá-la, pura e simplesmente, é coisa de quem está perdendo privilégios, tem muito a perder com ela ou simplesmente não sabe o que está dizendo.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 07 de novembro de 2016.

domingo, 6 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 06 de novembro de 2016.