sábado, 29 de outubro de 2016


PEC 241 – PARTE 5


Meus amigos, a PEC do Teto dos Gastos é um ordenamento que impede o governo central de gastar mais do que arrecada.

Aqueles que a criticam parecem estar vivendo em um Brasil que atravessa uma fase de prosperidade, desenvolvimento e crescimento industrial, que não há uma crise de desemprego nem estagnação econômica.  Sabemos, contudo, que isso não é verdade!




“O Brasil tem que cortar despesas para pagar a dívida que corrói sua economia. Os que são contra PEC querem o oposto: em vez de cortar despesas, continuar gastando mais do que arrecada.”

Os que são contra as medidas propostas pela PEC querem que o governo, em vez de cortar despesas, continue gastando mais do que arrecada!

Está mais que na hora de arregaçar as mangas e começar um processo sustentável de transformações rumo ao progresso.

Que país teremos vinte, trinta anos à frente? Que país nossos filhos e netos herdarão? A resposta para essas perguntas depende apenas daquilo que faremos, de nossas atitudes.

Quando qualquer um de nós perde uma fonte de renda ou gastamos mais do que o devido, e com isso caímos no cheque especial ou no crédito rotativo do cartão, o que fazemos? Cortamos despesas ou continuamos comprando mais e mais?

Quem está ou já esteve no cheque especial, ou que um dia resolveu pagar o valor mínimo do cartão, sabe a “bola de neve” em que se meteu. Parece um buraco sem fundo, pois os juros que pagamos por esse descontrole das dívidas são altíssimos.

Então temos que fechar a torneira, comprar somente o que é necessário e tentar fechar o rombo. É isto que a PEC 241 propõe: cortar as despesas para pagar a dívida que corrói a nossa economia. E fará isso preservando os gastos com a saúde e a educação.

Por isso eu quero enaltecer o Presidente Michel Temer pela sua coragem, e parabenizar a Câmara dos Deputados por enfrentar um tema tão difícil.

O Presidente Temer não está preocupado com a sua popularidade, pois ele não está pensando como um populista que mira as próximas eleições, mas como um estadista, que se preocupa com as próximas gerações.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



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