segunda-feira, 31 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 31 de outubro de 2016.

COTAS RACIAIS – UMA EXPERIÊNCIA FRACASSADA


Meus amigos, enfatizo minha posição totalmente contrária às cotas raciais e de gênero. Nossa Constituição, em seu artigo 5º, enuncia o direito de igualdade de todos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.

É a própria Constituição que veta a discriminação baseada em critérios raciais. Assim como não podemos condenar ninguém pelos crimes de um parente, correligionário, conterrâneo ou seguidor da mesma religião, também não podemos privilegiar ninguém, por conta do grupo a que ela pertence.



“Os ‘tribunais raciais’ e o estabelecimento de critérios objetivos para definir a ‘raça’ dos brasileiros é um retrocesso; São arbitrários e dividem a população brasileira, perpetuando esta errônea noção discriminatória.”

O interesse público é ter as pessoas mais competentes nas universidades e cargos estatais. Se concedermos privilégios a certos grupos estaremos perpetuando a errônea noção de raça, e raça é um critério subjetivo, e não combateremos o racismo fortalecendo ideias equivocadas. O sistema de cotas força as pessoas a se classificarem como negras, pardas ou indígenas, criando categorias que são muito menos definidas na vida real.

Na vida real, o sistema de cotas para as universidades mostra-se uma experiência fracassada, pontilhada pelas fraudes, pelo populismo e pelo descuido com a solução mais correta, que seria investir nas escolas públicas de primeiro grau. Matéria do Fantástico do último dia 16 mostrou que o número de fraudes é tão grande que os próprios estudantes estão se organizando para denunciá-las.

Ora, a maioria dos brasileiros pode se autoqualificar como pardo, preto ou indígena. A lei de cotas não admite outro critério além da autoqualificação, e por causa disso cotistas foram denunciados por outros estudantes.

Quando a fraude é denunciada, muitos ministérios públicos estaduais dizem que nada podem fazer, pois a Lei estabelece como único critério a autodeclaração. A única exceção foi o Ministério Público do Rio Grande do Sul, que estabeleceu a necessidade de uma comprovação da etnia do candidato.

A preocupação que todos devemos ter é evitar os “tribunais raciais” e o estabelecimento de critérios objetivos para definir a “raça” dos brasileiros. Esses critérios não existem, são arbitrários. São esses critérios arbitrários que iremos adotar, e dividir a população brasileira em raças? Para mim, isso é um retrocesso. Para acabar com o racismo, o melhor caminho não é essa racialização, mas uma escola pública de primeiro e segundo graus de boa qualidade.

Abaixo o racismo, e abaixo também as medidas racialistas, como o sistema de cotas, que perpetuam a falsa ideia de que as raças são uma realidade objetiva. Precisamos garantir escolas públicas de primeiro e segundo grau com a mesma qualidade que garantimos às universidades públicas. Só assim conseguiremos a justiça social.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



domingo, 30 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 30 de outubro de 2016.

sábado, 29 de outubro de 2016


PEC 241 – PARTE 5


Meus amigos, a PEC do Teto dos Gastos é um ordenamento que impede o governo central de gastar mais do que arrecada.

Aqueles que a criticam parecem estar vivendo em um Brasil que atravessa uma fase de prosperidade, desenvolvimento e crescimento industrial, que não há uma crise de desemprego nem estagnação econômica.  Sabemos, contudo, que isso não é verdade!




“O Brasil tem que cortar despesas para pagar a dívida que corrói sua economia. Os que são contra PEC querem o oposto: em vez de cortar despesas, continuar gastando mais do que arrecada.”

Os que são contra as medidas propostas pela PEC querem que o governo, em vez de cortar despesas, continue gastando mais do que arrecada!

Está mais que na hora de arregaçar as mangas e começar um processo sustentável de transformações rumo ao progresso.

Que país teremos vinte, trinta anos à frente? Que país nossos filhos e netos herdarão? A resposta para essas perguntas depende apenas daquilo que faremos, de nossas atitudes.

Quando qualquer um de nós perde uma fonte de renda ou gastamos mais do que o devido, e com isso caímos no cheque especial ou no crédito rotativo do cartão, o que fazemos? Cortamos despesas ou continuamos comprando mais e mais?

Quem está ou já esteve no cheque especial, ou que um dia resolveu pagar o valor mínimo do cartão, sabe a “bola de neve” em que se meteu. Parece um buraco sem fundo, pois os juros que pagamos por esse descontrole das dívidas são altíssimos.

Então temos que fechar a torneira, comprar somente o que é necessário e tentar fechar o rombo. É isto que a PEC 241 propõe: cortar as despesas para pagar a dívida que corrói a nossa economia. E fará isso preservando os gastos com a saúde e a educação.

Por isso eu quero enaltecer o Presidente Michel Temer pela sua coragem, e parabenizar a Câmara dos Deputados por enfrentar um tema tão difícil.

O Presidente Temer não está preocupado com a sua popularidade, pois ele não está pensando como um populista que mira as próximas eleições, mas como um estadista, que se preocupa com as próximas gerações.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 29 de outubro de 2016.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016


PEC 241 – PARTE 4


Meus amigos, quando afirmamos que urge a necessidade de fecharmos o buraco fiscal por meio da PEC 241, não estamos exagerando.

A diferença entre as receitas e as despesas totais do Governo em 2016 está em R$ 479 bilhões.

Essa grande diferença entre o que entra e o que sai dos cofres públicos está dividido em: R$ 170 bilhões em despesas cotidianas do governo acima do que arrecadará; e R$ 309 bilhões que são pagos de juros.




“Quando as finanças estão desequilibradas, pessoas responsáveis realizam cortes. Para o Brasil, isso aumenta a confiança na estabilidade fiscal, reduz a taxa de juros, e o buraco da dívida crescerá mais devagar.”

Aí, há quem ofereça a alternativa de deixamos de pagar os juros da dívida. Isso, contudo, levaria ao congelamento de nossas contas bancárias. Outra alternativa sugerida é a de o Banco Central reduzir a taxa de juros.


Mas quando isso foi feito entre 2011 e 2013, houve mais inflação e recessão. Os juros altos são consequência e não a causa do desequilíbrio das contas.

Todos nós mortais que temos nossas finanças desequilibradas e dívida alta, só conseguimos tomar dinheiro emprestado pagando juros altos.

A PEC busca fazer com que as despesas sejam menores que as receitas, para ter-se uma sobra, que será usada para pagar os juros da dívida e fazer com que o nosso buraco no, digamos, cheque especial, pare de crescer. Mesmo com o esforço feito com a PEC, esse buraco só irá parar de aumentar por volta de 2023.

O governo Dilma queria diminuir a diferença entre o que se gasta do que se arrecada aumentando a carga tributária, ressuscitando a maldita CPMF. O correto, no entanto, é fechar gradualmente o buraco de R$ 170 bilhões por ano por meio do controle de despesas.

É assim que nós que somos pessoas responsáveis fazemos com as nossas finanças quando estão desequilibradas: realizamos cortes. Isso irá aumentar a confiança na nossa estabilidade fiscal, reduzindo a taxa de juros, e o buraco da dívida passa a crescer mais devagar.

Cria-se um ciclo virtuoso de crescimento econômico, pois a arrecadação aumenta, os juros começam a cair, e com isso vem a estabilização do crescimento da dívida.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 28 de outubro de 2016.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016


PEC 241 – PARTE 3


Meus amigos, o Congresso Nacional está votando a PEC 241, ou PEC dos Gastos, tão criticada por alguns, mas aplaudida por muitos que não fecham os olhos para a realidade fiscal do nosso País, já que a PEC cria condições para repensar as fontes de financiamento das despesas e também de mudar a forma de fazer orçamento público.



 “Em vez de continuar gastando, o governo tem que pagar sua dívida. A redução do endividamento público é urgente e necessária. Com isso, a economia se recuperará e a receita irá aumentar.”

Como o governo anterior fazia? Ele previa um aumento de receitas, de entrada de impostos, e, por conta dessa previsão, lançava mais e mais despesas no orçamento.

As estimativas eram irreais, pois nunca o governo acertava em suas projeções. Aí, quando a receita não vinha, pois a arrecadação caía, afundávamos em endividamento.

A PEC estabelece que a despesa não subirá mais, a não ser pela correção da inflação do ano anterior.

Esta situação fiscal, em que entrava menos do que o esperado para pagar as despesas que não paravam de crescer, levou o governo Dilma à prática das tão famosas “pedaladas fiscais”, que motivaram o processo de impeachment.

Isto é, o governo não repassava para os Bancos Públicos os valores correspondentes aos benefícios de programas sociais, como o Bolsa Família, seguro desemprego e abono salarial.

Na prática, os bancos públicos foram obrigados a utilizar seu capital próprio para financiar os programas sociais, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os atrasos do governo em pagar aos bancos públicos, as “pedaladas fiscais”, somavam 57 bilhões de reais no final de 2015.

A redução do endividamento público é urgente e necessária. Com isso, a economia se recuperará e a receita irá aumentar.

Em vez de continuar gastando, o governo tem que pagar sua dívida. Não é assim que todo mundo que é responsável faz?

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 27 de outubro de 2016.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 26 de outubro de 2016.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 25 de outubro de 2016.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016


PEC 241 – PARTE 2


Meus amigos, o Partido dos Trabalhadores, que governou o país por 13 anos, e alguns partidos de oposição, estão tentando jogar a população contra o governo atual, que objetiva, por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), impor uma trava constitucional para conter os gastos. Alegam aqueles que os investimentos com a saúde e educação serão afetados.




“O PT se reelegeu com resultados maquiados e apresentou, após as eleições, um país bem diferente, com o risco de falir e da hiperinflação voltar. O PT abusou das políticas econômicas ancoradas nos gastos públicos. A arrecadação de impostos desabou, resultando no desequilíbrio entre as receitas e as despesas do governo.”

Pode-se facilmente constatar que a situação do país é grave. E a crise que aí está é de responsabilidade do governo anterior, que se reelegeu com resultados maquiados e apresentou, após as eleições, um país bastante diferente, em que o governo corre o risco de falir e a hiperinflação de voltar! Para que isso não ocorra, é preciso conter, urgentemente, as despesas públicas!

O País está precisando fazer esse ajuste fiscal por 2 motivos: o PT abusou das políticas econômicas ancoradas nos gastos públicos, e a arrecadação de impostos desabou, o que aumentou o desequilíbrio entre as receitas, isto é, o que entrou nos cofres, e as despesas do governo, o que saiu desses cofres.

Com o caixa do governo cada dia mais vazio, o PT tentou trazer de volta a cobrança da CPMF. Nós, do Congresso Nacional, fomos contra, pois não há espaço para a elevação da carga tributária em um país como o nosso, em que 33% de toda a riqueza gerada se destina ao pagamento de impostos.

A PEC 241, ou a PEC dos Gastos, como já foi apelidada, estabelece que a despesa não subirá mais, a não ser pela correção da inflação do ano anterior, limitando os gastos no prazo de 20 anos, para não impor cortes abruptos.

SAÚDE E EDUCAÇÃO – PROTEGIDOS.

Vale ressaltar que os setores da saúde e da educação estão protegidos. Com a PEC, poderá aumentar a despesa com saúde, pois se reduzirá gastos em outra área. Como está hoje, o orçamento previsto para a saúde em 2017 seria de 102 bilhões. Com a nova regra da PEC 241, serão destinados 112 bilhões, ou seja, haveria um aumento de 10 bilhões! Esse patamar só seria atingido em 2020 pela legislação atual. Ressalte-se que o gasto real em saúde está, assim, preservado na PEC. Pode-se dizer o mesmo na educação.

Lamentavelmente muitos Estados estão falidos, sem conseguir honrar seus compromissos, por causa da irresponsabilidade fiscal. Isso porque evitaram tratar de temas difíceis, mas que eram urgentes.

Que fique claro, meus amigos, que o governo atual herdou da presidente afastada esse quadro calamitoso. Sendo assim, a responsabilidade da atual falta de recursos é do governo anterior! E é inadmissível essa tentativa de jogar no colo do atual governo uma culpa que definitivamente não é dele.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 24 de outubro de 2016.

domingo, 23 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 23 de outubro de 2016.

sábado, 22 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 22 de outubro de 2016.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016


PEC 241 – PARTE 1


Meus amigos, muita gente tem me perguntado sobre a PEC 241, conhecida como a PEC dos Gastos. Por isso, falarei agora sobre esse assunto.




 “O maior prejudicado pela inflação gerada pelo desajuste das contas públicas são os mais carentes. Somente controlando gastos será possível reduzir juros. Não há conquista social com 12 milhões
de desempregados!”

Estamos com uma imensa dívida pública que se acumulou ao longo dos anos e há praticamente apenas dois caminhos para equilibrar as contas do governo: aumentar impostos ou controlar as despesas.

Considerando-se que já sofremos com uma carga tributária exorbitante, controlar os gastos públicos, que se expandem de forma assustadora, é o melhor caminho.

Se não dermos um basta no crescimento vertiginoso das despesas, o país simplesmente quebra! Por essa razão, não há outra saída!

O que acontece se o governo quebrar? Entre tantas consequências, serão prejudicados o fornecimento de serviços públicos básicos e o pagamento de aposentados, pensionistas e servidores públicos.

É o que muitos já estão vivenciando em alguns Estados como o Rio Grande do Sul, o Rio de Janeiro e até o Distrito Federal, pois quando o governo está muito endividado, aumentam as chances de que ele não tenha dinheiro para honrar seus compromissos.

Há que se lembrar que o maior prejudicado pela inflação gerada pelo desajuste das contas públicas são os mais carentes. Somente controlando os gastos é que será possível reduzir os juros. Meus amigos, não há conquista social com 12 milhões de desempregados!

Por esse motivo, é necessário que se aprove a PEC 241, que permitirá a queda dos juros e o fornecimento de mais recursos para financiar as políticas públicas.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 21 de outubro de 2016.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016


CONDENADO DEVE ESTAR PRESO EM QUALQUER ÉPOCA


Foi com grande satisfação que vi na imprensa que o Governo Temer planeja alterar a Lei de Execuções Penais, para que os condenados só tenham direito ao benefício da progressão do regime de prisão após cumprir mais da metade do tempo da pena.

É uma medida que vai ao encontro da lógica. Lógica, inclusive econômica, porque se baseia na relação custo-benefício. Se o custo da punição aumenta, claro que o benefício do crime diminui, o que desestimula a prática criminosa.

A mesma lógica do custo-benefício era cabível, na norma do Código Eleitoral, de proibir a prisão do eleitor nos cinco dias antes da eleição e nos dois dias seguintes após o pleito, exceto em flagrante delito.



 “Novo Projeto de lei modifica artigo do Código Eleitoral, para permitir à Justiça expedir mandado de prisão até no dia da eleição.”

Pensar com lógica sempre é necessário, mas uma decisão tomada em função das circunstâncias de uma época, pode ser ilógica em outro tempo. É o que percebo nessa norma vigente do Código Eleitoral. Quando foi escrita, o processo eleitoral ainda estava muito sujeito ao chamado voto de cabresto.

Voto de cabresto era a artimanha que os coronéis do sertão usavam para comprar os seus eleitores ou para impedir que os eleitores do adversário comparecessem na votação. Naquela época, aconteciam muitas prisões de eleitores que não foram laçados, porque os delegados eram indicados por aquele coronel de sertão. O legislador da época fez a Lei para fortalecer o direito soberano do voto, evitando o abuso do poder político em conluio com os agentes da lei.

Com o desenvolvimento do País ao longo destes 50 anos de vigência do código penal, o povo se tornou mais esclarecido. Além disso, as cidades cresceram, as taxas de crime aumentaram e uma das questões políticas mais pedida pelo eleitor é a segurança pública.

A Lei como está vem até facilitar o deboche. Como sabem que não podem ser presos, aqueles que se esconderam da justiça, nos cinco dias anteriores ao dia da votação, podem inclusive comparecer perante o juiz, prestar o depoimento que falta e voltar para o esconderijo. Isso não é uma hipótese absurda, que facilite a compreensão do Projeto de Lei que apresentei na Câmara dos Deputados. Isso já aconteceu de verdade.

Acabei de apresentar um Projeto de lei que modifica o artigo do Código Eleitoral, para permitir à Justiça expedir mandado de prisão até no dia da eleição.

Se alguém pode ter uma proteção para evitar a manipulação do resultado pelos detentores do poder, esse é o candidato. Imagina nos sertões se algum candidato induz a autoridade judiciária a pender um oponente dois dias antes da eleição. O que dirá a imprensa? Foi uma manipulação eleitoral ou que a polícia prendeu o candidato por um suposto crime?

Como o cargo eletivo depende principalmente da imagem que o candidato tem com o eleitor, a decretação da prisão, mesmo que depois se prove injusta, causa um prejuízo que é impossível de ser revertido.

Se antes os coronéis dos grotões mandavam prender o eleitor para não votar no oponente, com a imagem hoje que os políticos têm aos olhos da população, é mais econômico articular a prisão do candidato oponente, com qualquer acusação.

Se qualquer candidato disputasse as eleições com a garantia de que não seria preso, a justiça brasileira não seria afrontada se o político criminoso não fosse detido. O mandato de prisão pode ser cumprido após o pleito, sem que atrasos significantes ocorram. Afinal, candidato a cargo político não pode estar escondido, senão não recebe votos. Se ele está à vista do povo, também estará sob os olhos do juiz que expede mandado de prisão.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 20 de outubro de 2016.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 19 de outubro de 2016.

terça-feira, 18 de outubro de 2016


PEC 241: A VOLTA À ESTABILIDADE


A estabilidade socioeconômica no Brasil é o objetivo nacional mais relevante no momento. Compreender a situação e colaborar para o alcance das metas governamentais é navegar para um País melhor, mais justo e gerador de oportunidades e desenvolvimento para seus cidadãos, empresas e indústrias.





“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 18 de outubro de 2016.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016


O DESENCANTO DOS ELEITORES

Meus amigos, vivemos um momento difícil de nossa democracia. Após um ano de 2015 de crise econômica e protestos sociais, inauguramos o ano de 2016 com o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e o aprofundamento dos escândalos de corrupção desvendados pelas investigações da Polícia Federal. 




“O desinteresse ostensivo e a apatia demonstrada nos contingentes
eleitorais entre os jovens, mulheres e representantes da classe média reclamam uma maior atenção e responsabilidade das lideranças políticas.”

Vivemos uma crise moral, política e social que reclama atitudes urgentes dos governantes e da cidadania. O que menos podemos nos fiar para a solução destes problemas é a apatia e a indiferença política. Com efeito, são os momentos de crise que reclamam uma maior atenção e responsabilidade das lideranças políticas e do eleitorado.

É verdade que as condições de participação política estão longe de se apresentarem como ideais. A atual crise política afasta os eleitores dos chamados partidos tradicionais.

Os atuais prefeitos enfrentam dificuldades. Poucos deles conseguiram realizar boas obras, o dinheiro acabou, a Lei de Responsabilidade Fiscal ameaça todos com a inelegibilidade e os empréstimos fáceis de outros tempos, como os do Banco Mundial, não existem mais.

Mais de 2 milhões de jovens, entre 16 e 17 anos ou recém-chegados à maioridade, ficaram aptos ao voto. Trata-se de uma geração que cresceu e se acostumou com uma certa calmaria econômica, que aprendeu a discutir sexualidade e liberdades individuais sem travas.

Mas como está o espírito e a cabeça desses jovens estreantes? É preciso considerar o caldo em que esse eleitor está sendo forjado, um caldeirão em que se misturam Operação Lava-Jato, processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocupações de escolas estaduais, aumento de desemprego e muito mais.

Muitos são os eleitores com pelo menos o segundo grau completo, renda de classe média, cuja opinião está contaminada pelas crises política e econômica dos últimos anos.

Temos, portanto, importantes contingentes eleitorais entre os jovens, mulheres e representantes da classe média que demonstraram seu desencanto político por meio de um desinteresse ostensivo com respeito às eleições municipais.

E este desinteresse está longe de ser um fator meramente conjuntural. Com efeito o Brasil se integra a uma tendência regional na América Latina de desapreço pela democracia.

Precisamos, portanto, reelaborar estratégias de reconexão com o eleitorado e criar contra-tendências de combate à apatia e ao desapreço pelas instituições políticas.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 17 de outubro de 2016.

domingo, 16 de outubro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 16 de outubro de 2016.

sábado, 15 de outubro de 2016


DIA DO PROFESSOR

Meus amigos,  no dia 15 de outubro, celebra-se o Dia do Professor, de modo que importa prestar justa homenagem a essa nobre categoria de profissionais competentes e dedicados, responsáveis pela formação de milhões de crianças, jovens e adultos no Brasil, desde as etapas iniciais da educação básica até as cátedras de nível superior, da graduação e da pós-graduação.

Embora seja fácil perceber a relevância do ofício de professor, não se lhe confere o devido reconhecimento, o reconhecimento correspondente à grandeza de suas atribuições de ensinar e despertar consciências, de preparar cidadãos capazes de contribuir efetivamente para o desenvolvimento do País.



“É preciso fortalecer a consciência das autoridades competentes e da sociedade acerca da importância do papel do professor e da promoção das condições essenciais para uma educação de qualidade para a população brasileira.”

Os baixos salários pagos aos professores tornam a profissão pouco atrativa. Muitos professores, no Brasil, já abandonaram as salas de aula, preferindo se submeter a concursos públicos em outras áreas e seguir carreiras mais promissoras que o magistério. Outra consequência dessa realidade pode ser identificada na queda da qualidade da educação básica.  Evidentemente, a profissão de professor deve ser mais valorizada, de tal forma que os alunos dos cursos de formação de docentes e os próprios docentes que se interessem em permanecer na carreira de professor sejam urgente e efetivamente estimulados nesse sentido.

A própria Organização Internacional do Trabalho (OIT) já lançou um alerta, expondo que, em razão dos baixos salários, a profissão encontra-se sob “forte ameaça” em vários países emergentes.

A propósito, somos forçados a indagar, por exemplo, sobre o montante de recursos que poderiam servir para resolver os problemas da saúde e da educação e que, no entanto, foram canalizados para a construção de estádios de futebol.

O Plano Nacional de Educação estabelece 20 metas educacionais que o Brasil deverá atingir no prazo de 10 anos. Além do aumento do investimento em educação pública, prevê a ampliação das vagas em creches, a erradicação do analfabetismo e a equiparação da remuneração dos professores com a de outros profissionais com formação superior. Os termos da proposta, observados sob outro ponto de vista, mostram claramente o atraso da educação no Brasil.

Concluo, pois, a presente homenagem ao Dia do Professor, com a expectativa de que se fortaleça e se concretize na prática a consciência das autoridades competentes e da sociedade acerca da importância do papel do professor, bem como da promoção das condições essenciais para se dispor de educação de qualidade em todo o território nacional, visando à superação definitiva das graves desigualdades que afetam a população brasileira.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP