sábado, 20 de agosto de 2016

CÍRCULO ÉTICO MORAL


Meus amigos, houve um tempo em que cedo se aprendia a respeitar as autoridades. Tudo começava em família. Respeito aos pais, aos mais velhos e a todos aqueles que nos rodeavam.

Sempre a palavra respeito, sempre os pais à frente do processo de educação cívica. A comunidade estava sempre atenta aos desvios. As pessoas conheciam-se, sabiam dos ideais de cada um, das características e dos desejos mais pessoais.




“O Brasil precisa construir um novo modelo de gestão pública que priorize o círculo virtuoso ético-moral, onde a família seja a base, a escola o meio e a comunidade a finalidade maior para se viver.”

Agora, a comunidade é um domínio complexo, pois há mais afastamento do que aproximação entre as pessoas.

Viver isolado e manipular as redes sociais é o supremo querer das crianças e adolescentes. Um mundo particular, alheio ao contato real e repleto de inseguranças. Que adultos serão esses jovens?

Hoje, os pais exigem que a escola eduque integralmente a criança. Tentam passar toda a responsabilidade deles para os professores.

Pai e mãe buscam sucesso, fama e dinheiro a qualquer preço. O que eles realmente almejam? Com certeza não é a felicidade. Abandonam os filhos e lançam-se nos mais variados desafios a procura da materialidade requerida. Perdem os filhos e depois se perdem. Encontram um mundo de descartabilidade e do aqui e agora. Um espaço insustentável cheio de dor, sofrimento e, às vezes, até ódio. Não suportam não ter.

O que se quer é um círculo virtuoso ético-moral, onde a família seja a base, a escola o meio e a comunidade a finalidade maior para se viver. Precisa-se enxergar o amor na bandeira do Brasil.

Hoje, a administração publica sofre de gigantismo, é onerosa e pouco eficiente. A estrutura do Estado nacional deve atender as necessidades, interesses e aspirações da sociedade.

Convém construir essa nova gestão pública em prol do povo, da pátria e do desenvolvimento sustentável.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



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