quinta-feira, 28 de julho de 2016

ABORTO: CRIME CONTRA A HUMANIDADE


Meus amigos, reforço publicamente, mais uma vez, meu posicionamento contra o aborto, esse crime contra a humanidade, contra a vida, contra a natureza, contra o bom senso e contra qualquer ideia básica de espiritualidade.



“Não é preciso argumentos para impedir a prática de assassinato de inocentes que é repugnante por natureza. São os defensores do aborto que têm dificuldade para sustentar sua posição egoísta, comodista, antitradicional e antinatural.”

Alguns defendem o aborto até os três meses de gravidez, argumentando que até esse momento o cérebro e a coluna vertebral ainda não estão conectados, e, portanto, o feto não sentiria dor. Ora, com base nesse argumento seria possível defender a morte de qualquer pessoa, desde que ela fosse anestesiada antes.

Assim como não existe meia gravidez, também não existe meia vida  humana. As principais religiões do mundo coíbem o aborto, que é uma aberração até no reino animal. Apenas o ser humano interrompe a vida de seu descendente antes mesmo que ele respire pela primeira vez.

Ora, se a pessoa não quer um filho, hoje há vários métodos anticonceptivos à disposição. O aborto, além de tudo, é altamente maléfico à saúde física e psíquica da mulher, resultando em aproximadamente 70 mil mortes e cinco milhões de lesões maternas por ano no mundo. Isso, dos casos computados, que são apenas uma fração da tragédia.

O número de abortos diminuiu nas últimas décadas, em função do maior acesso ao planejamento familiar e aos métodos contraceptivos. Mesmo assim, esse crime é cometido cinquenta milhões de vezes por ano, em todo o mundo.

Mesmo nos países onde foi legalizado, o aborto continua a ser questionado em seus aspectos morais, éticos, legais e religiosos.  Médicos, cientistas, advogados e pessoas das mais diversas ocupações e ideologias apresentam argumentos contra o assassinato de inocentes, como se fosse preciso argumentos para impedir essa prática que é repugnante por natureza.

As descobertas científicas, sobretudo da Embriologia e da Genética, estabelecem que a vida humana começa na fecundação. A filosofia mais básica argumenta contra a morte dos inocentes. São os defensores do aborto que têm dificuldade para sustentar sua posição egoísta, comodista, antitradicional e antinatural.

Todo empenho é necessáriio para deter a cultura da morte, travestida de “autonomia da mulher”. No Brasil, quem derruba uma árvore de pequi ou prende um tatu é preso, mas querem leis apoiando as mulheres que decidem abortar. Isso é um contrassenso.

Meus amigos: se baixarmos a guarda, todo o tipo de crime e abominação reivindicará aqui, neste Parlamento, a sua aceitação. É nosso dever agir com a nossa consciência, com a nossa razão, para impedir a completa dissolução da moralidade, e a legalização dos crimes mais hediondos.

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP

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