domingo, 31 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 31 de julho de 2016.

sábado, 30 de julho de 2016

REFORMA PREVIDENCIARIA


Um dos nossos maiores desafios nos próximos meses será apreciar e votar a tão esperada reforma previdenciária. O enfrentamento desta questão não pode mais ser adiado, pois nosso atual sistema previdenciário, tal como está, é insustentável ante as acentuadas mudanças ocorridas no perfil demográfico do País nas últimas décadas.


 “Nascem menos brasileiros e o número de idosos aumenta. Isso significa que diminui cada vez mais a proporção entre as contribuições arrecadadas dos trabalhadores na ativa e o montante dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas.”

O sistema previdenciário brasileiro baseia-se no princípio da solidariedade, ou seja, quem está na ativa sustenta quem já fez isso antes pelos outros. O problema é que deixamos de ser um país de jovens: cada vez nascem menos brasileiros e o número de idosos aumenta. Isso significa que diminui cada vez mais a proporção entre as contribuições arrecadadas dos trabalhadores na ativa e o montante dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas.

Em outras palavras, se nada for feito, em breve chegará o dia em que não haverá mais dinheiro para pagar pensões nem aposentadorias. Segundo o Governo, o déficit do sistema foi de 85 bilhões de reais no ano passado e esse ano deve ser de 130 bilhões de reais.

O principal ponto da reforma em estudo pelo Planalto é o estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria. Hoje, apenas quatro países no mundo não fixam este limite, e nós somos um deles. O resultado é que, embora a expectativa de vida do brasileiro já seja superior a 75 anos de idade, o trabalhador se aposenta em média aos 54 anos, por tempo de contribuição.

O Governo pretende propor uma idade mínima de 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres, com regras de transição para os trabalhadores que estão na ativa.

Meus amigos, em breve seremos chamados a decidir sobre esta questão seríssima para o futuro do Brasil, para o futuro dos nossos filhos e netos, e não podemos perder o foco do que é o âmago do problema. É óbvio que todo trabalhador quer se aposentar o quanto antes, ganhando o máximo possível. Mas, se mudanças drásticas não forem feitas hoje, logo chegará o dia em que não haverá dinheiro para pagar mais ninguém.

Considero a fixação de uma idade mínima para a aposentadoria de todos os trabalhadores brasileiros uma medida urgente e necessária para preservar, minimamente, a solvência do sistema; para permitir que nossos filhos, e os filhos dos nossos filhos, possam trabalhar com a segurança de que um dia, quando chegar a hora de se aposentarem, receberão os benefícios a que têm direito.

Que tenhamos a sabedoria, a lucidez, a responsabilidade de tomar as melhores decisões sobre este tema tão delicado, com os olhos voltados para o longo prazo, para além de interesses e de compromissos imediatistas que não condizem com a gravidade e a grandeza da nossa missão.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 30 de julho de 2016.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 29 de julho de 2016.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 28 de julho de 2016.
ABORTO: CRIME CONTRA A HUMANIDADE


Meus amigos, reforço publicamente, mais uma vez, meu posicionamento contra o aborto, esse crime contra a humanidade, contra a vida, contra a natureza, contra o bom senso e contra qualquer ideia básica de espiritualidade.



“Não é preciso argumentos para impedir a prática de assassinato de inocentes que é repugnante por natureza. São os defensores do aborto que têm dificuldade para sustentar sua posição egoísta, comodista, antitradicional e antinatural.”

Alguns defendem o aborto até os três meses de gravidez, argumentando que até esse momento o cérebro e a coluna vertebral ainda não estão conectados, e, portanto, o feto não sentiria dor. Ora, com base nesse argumento seria possível defender a morte de qualquer pessoa, desde que ela fosse anestesiada antes.

Assim como não existe meia gravidez, também não existe meia vida  humana. As principais religiões do mundo coíbem o aborto, que é uma aberração até no reino animal. Apenas o ser humano interrompe a vida de seu descendente antes mesmo que ele respire pela primeira vez.

Ora, se a pessoa não quer um filho, hoje há vários métodos anticonceptivos à disposição. O aborto, além de tudo, é altamente maléfico à saúde física e psíquica da mulher, resultando em aproximadamente 70 mil mortes e cinco milhões de lesões maternas por ano no mundo. Isso, dos casos computados, que são apenas uma fração da tragédia.

O número de abortos diminuiu nas últimas décadas, em função do maior acesso ao planejamento familiar e aos métodos contraceptivos. Mesmo assim, esse crime é cometido cinquenta milhões de vezes por ano, em todo o mundo.

Mesmo nos países onde foi legalizado, o aborto continua a ser questionado em seus aspectos morais, éticos, legais e religiosos.  Médicos, cientistas, advogados e pessoas das mais diversas ocupações e ideologias apresentam argumentos contra o assassinato de inocentes, como se fosse preciso argumentos para impedir essa prática que é repugnante por natureza.

As descobertas científicas, sobretudo da Embriologia e da Genética, estabelecem que a vida humana começa na fecundação. A filosofia mais básica argumenta contra a morte dos inocentes. São os defensores do aborto que têm dificuldade para sustentar sua posição egoísta, comodista, antitradicional e antinatural.

Todo empenho é necessáriio para deter a cultura da morte, travestida de “autonomia da mulher”. No Brasil, quem derruba uma árvore de pequi ou prende um tatu é preso, mas querem leis apoiando as mulheres que decidem abortar. Isso é um contrassenso.

Meus amigos: se baixarmos a guarda, todo o tipo de crime e abominação reivindicará aqui, neste Parlamento, a sua aceitação. É nosso dever agir com a nossa consciência, com a nossa razão, para impedir a completa dissolução da moralidade, e a legalização dos crimes mais hediondos.

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP

quarta-feira, 27 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 27 de julho de 2016.

terça-feira, 26 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 26 de julho de 2016.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 25 de julho de 2016.

domingo, 24 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 24 de julho de 2016.

sábado, 23 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 23 de julho de 2016.
VIVEMOS EM UMA GUERRA

Meus amigos, a cada dia, a tragédia dos homicídios faz crescer o medo. Somos os recordistas mundiais em homicídios. O povo, no dia-a-dia, não vê a dimensão de catástrofe que o crime produz no Brasil. Será que o brasileiro é um povo tão bárbaro, que não respeita a ordem social?


 “Aumentar severamente a punição não deprecia o nível civilizatório de uma nação. Ninguém pode dizer que a França, cuja pena mínima para homicídio simples é de 20 anos, não é um país civilizado.”

Dá medo saber que na nossa terra são assassinados quase 60 mil brasileiros a cada ano. Com esses números, como poderemos ser reconhecidos como um País civilizado? Para mostrar o nível de barbárie que vive o Brasil hoje, basta comparar que os 27 anos da Guerra Civil de Angola deixaram 550 mil mortos, enquanto que, em 30 anos sem conflito declarado, o Brasil teve 1 milhão de pessoas assassinadas.

O Estado brasileiro vem há muito tempo falhando na função essencial de garantir a ordem social pelas leis. Acredito que 60 mil homicídios anuais não podem expressar um ordenamento jurídico adequado.

O nosso código penal foi concebido nos anos 40 do século passado. Devemos ponderar aquele contexto para saber porque hoje a lei nos parece tão permissível e o crime tão banal. Em um crime do passado, o assassino de uma jovem explicou muito bem a banalidade do homicídio. Disse que a jovem deveria saber que durante um assalto não se pode reagir. Vejam bem a inversão de valores. Para o assassino, a culpa é da vítima.

Aquele homicida sabe que não há motivo para preocupação. A pena mínima para quem mata outro ser humano é de 6 anos de prisão, com direito à progressão. Em breve, ele estará solto.

Em 1940, quando foi publicado o atual Código Penal, o Brasil tinha outra realidade. O Brasil atualmente responde sozinho por 10% de todos os assassinatos no mundo e com uma das mais brandas reprimendas do planeta. Afinal, porque tantas pessoas devem ser ordeiras se o risco de ficarem presas é tão pequeno?

Se nós, representantes do poder do Brasil, queremos um País civilizado, precisamos compreender que toda liberdade pressupõe um nível equivalente de responsabilidade.

Penso que uma punição maior evitaria a proliferação de crimes; e que punir severamente não depreciaria o nível civilizatório do Brasil. Ninguém pode dizer que a França, que a pena mínima para homicídio simples é de 20 anos, não é um país civilizado.

“Precisamos romper a ideologia dominante de que quem mata não é criminoso, mas vítima da sociedade egoísta e o crime é a manifestação da sua revolta.”

Para tentar sanar essa incoerência punitiva, precisamos romper a ideologia dominante, que entende que aquele que mata não é um criminoso malvado, ele é a principal vítima da nossa sociedade egoísta e o crime é a sua manifestação de revolta.

Será preciso aumentar a pena mínima dos assassinos, para que a lei atinja o seu objetivo primordial: Desestimular o caminho da delinquência.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



sexta-feira, 22 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 22 de julho de 2016.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 21 de julho de 2016.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

OS BENEFÍCIOS DO ESPORTE

Meus amigos, quero falar sobre os imensos benefícios trazidos pela atividade física, seja ao corpo e mente do indivíduo, seja ao estreitamento dos laços sociais.

De fato, o esporte, como atividade física, é extremamente importante para a manutenção da saúde, sobretudo quando praticado correta e frequentemente.

Deve ser parte integrante da educação infantil e juvenil, uma vez que influencia, de modo definitivo, não apenas a construção de um corpo sadio, mas também a formação do caráter e a capacidade de socialização.


“O esporte, além da função eminentemente pedagógica, no sentido da indução à disciplina, ao respeito e à ética, traz benefícios físicos, psíquicos e sociais, propiciando aos seus praticantes, significativa integração cultural.”

Não será exagero, pois, afirmar que o esporte, com seu conjunto de regras e convenções, tem função eminentemente pedagógica, no sentido da indução à disciplina e ao respeito à ética.

Mas o esporte não é apenas uma prática individual ou de grupos, com todos os benefícios físicos, psíquicos e sociais que propicia a seus praticantes. O esporte é também um aspecto integrante e significativo da cultura de uma nação.

Muito da identidade brasileira se manifesta na paixão pelo futebol, e se enriqueceu com a adesão a novas modalidades esportivas, como o vôlei e o basquete.

A participação e o bom desempenho em torneios mundiais têm sido fatores de reconhecimento nacional e internacional, colaborando na autoimagem do povo e na visão que dele se tem no exterior.

Lembremos, ainda, e a propósito, que, nessa escala, o esporte é excelente oportunidade de convívio - pacífico e proveitoso - entre culturas e povos distintos, unidos na grande cena de confraternização que é um evento de proporções mundiais.

Às vésperas das Olimpíadas do Rio de Janeiro, a importância do esporte como vetor de desenvolvimento fica ainda mais evidente. Não podemos desperdiçar a ocasião de intensificar os investimentos nas categorias de base, e assim formar as futuras gerações de atletas, nas diversas modalidades do esporte e não apenas no futebol.

Como se vê, meus amigos, o esporte deve realmente integrar a pauta de prioridades da agenda nacional.

Aproveito a ocasião, também, para homenagear todos os atletas brasileiros, de todas as gerações, que lutaram e venceram desafios, para a glória do esporte e do Brasil.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 20 de julho de 2016.

terça-feira, 19 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 19 de julho de 2016.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 18 de julho de 2016.

domingo, 17 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 17 de julho de 2016.

sábado, 16 de julho de 2016

FORÇA JOVEM UNIVERSAL

As estatísticas referentes ao uso do crack são cada vez mais alarmantes. E a maioria iniciou o consumo do crack aos treze anos, praticamente no início do preparo para a vida adulta.

Saber que existe essa legião de vidas destroçadas é desolador. Pior é ter o conhecimento de que 30% desse contingente poderá morrer antes de completar cinco anos de uso da droga, se mantida a tendência verificada em um estudo da Universidade Federal de São Paulo.



“O Força Jovem Universal, um braço assistencial da Igreja Universal do Reino de Deus, tem auxiliado dependentes a superarem o vício por meio do apoio e da solidariedade. O grupo desenvolve um trabalho através de diversas ações sociais, incluindo mobilizações de combate ao crack, promovendo a conscientização e a prevenção.”

Isso significa que centenas de milhares de usuários de crack, poderão ter suas vidas ceifadas em um curto espaço de tempo, se não fizermos nada. Outras centenas de não usuários, por sua vez, morrerão vitimados pela violência provocada pela droga.

A quantidade absurda de usuários existentes indica que as políticas públicas de combate ao crack têm sido ineficazes. Indica, também, meus amigos, que a colaboração dos diversos segmentos da sociedade tem-se tornado cada vez mais necessária e urgente. Afinal, diferentemente das outras drogas, o crack provoca prejuízos degradantes quase que imediatamente, por seu imenso potencial viciante.

Não é novidade para ninguém que, tão logo se inicia o consumo, o indivíduo tem a sua saúde debilitada e, o que é mais triste, tem o caráter corrompido e as relações sociais arruinadas.

Nesse cenário preocupante e sombrio em que vivemos, todas as ações na luta contra o crack são bem-vindas. É por isso que, hoje, gostaria de destacar os trabalhos desenvolvidos pela Força Jovem Universal.

Trata-se, meus amigos, de um braço assistencial da Igreja Universal do Reino de Deus, o qual vem realizando diversas ações sociais, incluindo mobilizações de combate ao crack. Além de promover trabalhos de conscientização e prevenção, a organização tem auxiliado dependentes a superarem o vício, por meio do apoio e da solidariedade.

Ano após anos, a Força Jovem Universal vem realizando campanhas como “Crack, tire essa pedra do seu caminho”, “Driblando o Crack”, “Nocaute ao Crack” e tantas outras.

Por todas essas iniciativas, nobres Pares, gostaria de parabenizar cada um dos participantes da Força Jovem Brasil, que utiliza seu tempo, energia e talento em benefício de outros.

Contudo, precisamos lembrar que isso não basta: precisamos preparar os nossos jovens para o futuro. Precisamos fortalecer seu papel na vida em sociedade, visando a sua efetiva participação comunitária, em prol do bem comum.

Nesse sentido, gostaria de transmitir aos pais, mães, avós, enfim, a todos que tiveram influência na formação do caráter dessa juventude tão participativa os meus parabéns pelo sucesso obtido.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 16 de julho de 2016.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 15 de julho de 2016.
CONSERVADORISMO

A Câmara dos Deputados é a Casa do Povo. O Congresso Nacional sempre permitirá ao mais simples do povo participar das atividades legislativas, tanto no plenário, nos corredores como nos auditórios, seja de que ideologia for.





quinta-feira, 14 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 14 de julho de 2016.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 13 de julho de 2016.
MENTIRAS CONTRA O CONGRESSO

Periodicamente, caixas de correio eletrônico e redes sociais são invadidas com mensagens apócrifas, ou com identificações falsificadas. O teor, no entanto, permite reconhecer prontamente o interesse que existe por trás das divulgações. Atingir o Congresso Nacional e outras instituições pilares do Estado de Direito e, portanto, da própria democracia.

Eu confesso que me sinto apreensivo com o potencial dano que essas mentiras podem causar ao trabalho de nós congressistas.


“O Legislativo é o poder que mais se expõe. Por sua própria natureza de comportar a diversidade, a pluralidade e o respeito ao semelhante, sempre se esgrimiu em defesa da livre crítica e da liberdade de opinião, aqui mesmo, salutarmente exercidas.”

Somos obrigados a desmentir informações quando nos encontramos com o cidadão, momento que deveria ser aproveitado para prestarmos conta efetivamente das realizações no Congresso e também para ouvir as verdadeiras preocupações de nossos eleitores.

Já foi espalhado que o Congresso, à surdina, iria acabar com o 13º dos trabalhadores. Assim como foi divulgado que o Parlamento estudava reduzir as férias de 30 dias, direito adquirido do trabalhador brasileiro.

Hoje, tenho certeza de que o ato de criar essas falsidades, divulga-las e colaborar para sua disseminação é um crime, porque se revela um ataque frontal a uma das instituições mais importantes da República. Trata-se de uma afronta ao Estado de Direito que merece uma resposta das autoridades competentes.

Não quero com isso, senhores deputados, defender a censura, instrumento utilizado para esconder a boçalidade dos que não tem argumentos. Mas não podemos concordar com injúrias, difamações e até mesmo calúnias oriundas de quem se protege no anonimato.

Amigos, todos sabemos que o processo legislativo ainda tem muito a ser aperfeiçoado, de forma a garantir ao cidadão o amplo acesso a tudo que é feito no Congresso Nacional.

No entanto, posso afirmar, sem nenhuma sombra de dúvida, que o Legislativo é o poder que mais se expõe. Por sua própria natureza de comportar a diversidade, a pluralidade e o respeito ao semelhante.

Essa instituição sempre se esgrimiu em defesa da livre crítica e da liberdade de opinião, aqui mesmo, salutarmente exercidas. E essa mesma casa sempre soube ser altiva na defesa das instituições.

Novamente, o Congresso é chamado à luta, não pela defesa pessoal de seus parlamentares, mas no combate a práticas nefastas conduzidas por pessoas que não se acostumaram a viver dentro de um regime democrático.

O Congresso que lutou contra a mordaça não pode ser colaborador da censura.

Mas o Legislativo que zela pela democracia, não pode ser açodado pelas calúnias.

Não podemos, meus amigos e amigas, ser subjugados pelo desrespeito ao Estado de Direito do qual nós, congressistas, somos legítimos representantes.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


terça-feira, 12 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 12 de julho de 2016.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 11 de julho de 2016.

domingo, 10 de julho de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 10 de julho de 2016.

sábado, 9 de julho de 2016

VAGAS DE ESTACIONAMENTO

Meus amigos, hoje quero falar sobre um projeto de lei que apresentei, facultando a qualquer um do povo que presenciar o estacionamento irregular em vagas destinadas a portadores de necessidades especiais ou para idosos, possa encaminhar ao órgão público competente o registro da infração, através de prova, como foto ou vídeo.



As raríssimas e valiosas vagas privativas de pessoas com deficiência não são do cidadão dito normal (abre aspas) “nem por um minuto”! (fecha aspas).

Na ânsia de conseguir um desses raríssimos e valiosos espaços para estacionar nossos carros, muitas vezes, nós, cidadãos ditos normais, ocupamos (abre aspas) “por um minutinho só” (fecha aspas) as igualmente raríssimas e valiosas vagas privativas, que são destinadas aos portadores de deficiência física, aos com dificuldade de locomoção, ou aos idosos.

A legislação pátria já regulamentou a obrigatoriedade de que 2% das vagas em estacionamentos de uso público devam ser utilizadas exclusivamente por veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência ou com dificuldade de locomoção.

Ora, isso significa que, em um estacionamento público, 98% das vagas estão disponíveis ao uso das pessoas ditas normais e 2%, somente 2%, são destinadas aos portadores de necessidades especiais! E, ainda assim, meus amigos, há cidadãos que, vergonhosamente, ocupam essas parcas e privativas vagas!

E, em incontáveis casos, essas pessoas que desrespeitam a lei saem lamentavelmente impunes. E ficam impunes porque a caracterização dessa infração só é possível com a presença de uma autoridade de trânsito no momento e no local em que ela ocorre, o que, convenhamos, não costuma  acontecer.

O objetivo do Projeto de Lei é fazer com que tal infração possa ser comprovada mediante vídeo, imagem ou fotografia, capturada por qualquer pessoa, que poderá ser encaminhada aos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, conforme regulamentação.

Uma vez recebido o registro da imagem da infração, o órgão de trânsito poderia, assim, proceder à punição do infrator. Grande parte da população é usuária de celulares munidos de câmeras de fotografia e vídeo, e esse fato facilitaria a captura e o registro desses infratores contumazes, que desrespeitam a lei e o direito daqueles que dela dependem.

Assim, afirmo que a intenção do Projeto de Lei é desestimular a prática dessa infração que, mais que grave, é imoral. Além disso, o PL também objetiva conscientizar a população com a máxima de que a vaga privativa de pessoas com deficiência não é do cidadão dito normal (abre aspas) “nem por um minuto”! (fecha aspas).

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 09 de julho de 2016.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

FAMÍLIA BRASILEIRA

Meus amigos, quando falamos da família, nos referimos a aquela que é a célula-base da civilização, o elo fundamental de qualquer aglomerado humano. Independentemente de ideologia, sistema político, organização social ou credo religioso, é a família o esteio de todo e qualquer indivíduo.

A evolução da sociedade fez surgir novos modelos familiares, sem, no entanto, desapoderá-los de suas prerrogativas e deveres junto à coletividade, especialmente entre os mais novos.



“O aviltamento das referências familiares é uma chaga que conduz à deterioração das relações sociais. Para o bom desenvolvimento dos indivíduos é indispensável um ambiente equilibrado com vínculos parentais apoiados no princípio do respeito mútuo.”

É crescente o número de famílias monoparentais, em que os filhos são criados por apenas um dos genitores. Há de se considerar, ainda, o conceito de famílias alargadas resultante do aumento dos casos de divórcio, levando à convivência dos filhos dos primeiros casamentos com o novo marido da mãe ou a nova esposa do pai.

As famílias do século XXI são menores; a taxa de fecundidade decresce a cada apuração feita pelos institutos oficiais de pesquisa. Além disso, a pressa diária da vida moderna e as dificuldades e restrições impostas pelo avanço da violência são fatores que interferem diretamente no modo como as pessoas se relacionam.

Vivemos cada vez menos para nossas famílias e, cada vez mais, para cumprir os afazeres cotidianos em uma sequência de compromissos que contempla pouquíssimo tempo para nutrir relações de afeto com os pais, irmãos, tios, primos, sobrinhos e avós.

A realidade que observamos evidencia o enfraquecimento das relações familiares, o que explica a degradação de valores, a quantidade enorme de crianças abandonadas, a escalada das drogas e da violência e os baixos níveis educacionais da população.

Amigos, o aviltamento das referências familiares é uma chaga que conduz à deterioração das relações sociais. Se os vínculos parentais se apoiarem no princípio do respeito mútuo, o ambiente equilibrado indispensável para o bom desenvolvimento dos indivíduos torna-se plausível.

A demonstração de que há hierarquia no ambiente familiar é fator decisivo para a criação de ligações recíprocas de admiração e respeito. Com os papéis de cada ente bem definidos e abertura constante para o diálogo, é possível construir lares capazes de bem cumprir a função primordial de abrigar e permitir o desenvolvimento biopsicossocial das novas gerações.

É nosso desejo, que a cada dia, mais e mais, consideremos a importância dessa instituição para o equilíbrio e o progresso da nossa sociedade. Que as ligações entre filhos e pais, maridos e esposas, avós e netos, tios e sobrinhos, primos, enteados, e irmãos se fortaleçam e ajudem a suplantar o individualismo e outros males que ganharam corpo nos tempos recentes.

Que Deus abençoe as famílias brasileiras!

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP