quinta-feira, 30 de junho de 2016

VOTO DAS MULHERES

Meus amigos, estamos perto das eleições deste ano, e quero aproveitar para falar sobre a Conquista do Voto Feminino no Brasil, que merece destaque pela sua relevância histórica, sobretudo por seu elevado significado na construção de efetivas práticas democráticas.


Em 1933 mulheres vão às urnas pela 1ª vez
(Reprodução/internet).

 “O espaço ocupado pelas mulheres nas diferentes instâncias decisórias fortalece a esperança de que possamos enfim viver em uma sociedade na qual a plenitude de direitos se efetive para todos.”

Sabemos que a extensão do direito de voto às mulheres acompanhou o processo de transformação da sociedade brasileira ao longo do Século XX.

E, se hoje muitos avanços são revelados, muito devemos creditar a um passado não distante, em que corajosas mulheres questionaram uma lógica social excludente e responsável por alimentar forte estigma.

Nesse instante em que lembramos a história do sufrágio feminino no Brasil, devemos mencionar a ação protagonista de grandes mulheres que tentaram reverter, com extrema coragem, elementos culturais opressores e revelados na própria dinâmica do poder.

Com avanços e retrocessos, o sonho do voto feminino seguia seu curso. E assim, em 24 de fevereiro de 1932, o Código Eleitoral Brasileiro foi instituído de forma a disciplinar que era eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma do código.

De fato, o exercício do direito de votar trouxe forte reflexo na participação feminina em estruturas partidárias e na própria vida parlamentar.

Antes afastadas do Parlamento, as mulheres hoje trazem para o centro do debate questões fundamentais no fortalecimento da Democracia.

Sim! O espaço ocupado pelas mulheres nas diferentes instâncias decisórias fortalece a esperança de que possamos enfim viver em uma sociedade na qual a plenitude de direitos se efetive para todos.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


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