terça-feira, 31 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 31 de maio de 2016.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A IMPORTÂNCIA DOS CONSELHOS TUTELARES

Meus amigos, criado pela Constituição de 1988, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabeleceu de modo definitivo os direitos e prerrogativas dos jovens cidadãos brasileiros, e instituiu, em contrapartida, os deveres da sociedade brasileira em relação a eles.



“A importância insubstituível do Conselho Tutelar na proteção da criança e do adolescente exige uma legislação mais específica para o seu fortalecimento, visando a proteção integral aos jovens cidadãos brasileiros, tal como estabelecido por nossa Constituição.”

Dito de outro modo, tornou-se dever da família, da comunidade e do poder público assegurar à criança e ao adolescente o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, ao respeito individual, à convivência familiar e comunitária. Por outro lado, tais instâncias estão obrigadas a zelar pela dignidade infantil e juvenil, contra qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

Na mesma ocasião, como medida ao mesmo tempo complementar e indispensável, foram criados os Conselhos Tutelares, para atuar no nível municipal e garantir o cumprimento de todas as disposições do Estatuto.

Os Conselheiros Tutelares têm como atribuição principal proteger as crianças e adolescentes contra qualquer ação ou omissão, por parte do Estado ou dos responsáveis legais, que resulte na violação ou ameaça de violação dos direitos estabelecidos pelo Estatuto.

Evidencia-se, assim, a importância do Conselho Tutelar no seio da comunidade. Quanto mais empenhados e preparados os Conselheiros, maior será a relevância de suas ações no desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes daquele município.

Sabemos que, infelizmente, ainda há muitos municípios brasileiros que não contam com um Conselho Tutelar. Vários outros mantêm seus conselhos em funcionamento aparente, como mero apêndice das prefeituras, sem qualquer atuação relevante junto a comunidade.

O reconhecimento que se deve à figura do conselheiro tutelar, envolve, pois, tanto um problema de visibilidade quanto de reconhecimento comunitário. Em nosso entendimento, baseado na importância insubstituível do Conselho Tutelar na proteção da criança e do adolescente, a lei tem de ser mais específica em alguns aspectos para fortalecer o Conselho Tutelar, que visa a proteção integral aos jovens cidadãos brasileiros, tal como estabelecido por nossa Constituição.


Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: segunda-feira, 30 de maio de 2016.

domingo, 29 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: domingo, 29 de maio de 2016.

sábado, 28 de maio de 2016

A FORÇA DA JUVENTUDE

Meus amigos, quero nesta oportunidade destacar a importância dos jovens para as mudanças comportamentais, políticas e ambientais, e também para a sustentabilidade econômica.

A disposição, coragem e rebeldia juvenil, quando encontram uma causa justa, são produtivas. Os jovens são a força que luta contra costumes opressivos, preconceitos absurdos, leis ultrapassadas.



“As instituições brasileiras devem trabalhar em conjunto para expandir as oportunidades de educação, lazer, esporte e emprego para a nossa juventude. Orientar e preparar nossa juventude é orientar e preparar o Brasil para os desafios do futuro.”

A importância da juventude para a construção de sociedades menos preconceituosas e mais justas é evidente: as novas gerações regeneram a sociedade, especialmente se a sociedade estiver atenta a esse poder regenerador. O Brasil, infelizmente, não está tratando a educação da juventude como assunto estratégico.

Deveríamos estar investindo mais na qualificação de nossos jovens, inclusive por meio do incentivo ao esporte. Precisamos investir em um sistema educacional de qualidade, pois boas escolas públicas são a forma mais eficiente de combate aos problemas que atingem os jovens, como as drogas, as doenças sexualmente transmissíveis, a gravidez precoce e o desemprego.

Orientar e preparar nossa juventude, meus amigos, é orientar e preparar o Brasil para os desafios do futuro. Mas o futuro já começou, e ainda vemos muitos jovens brasileiros morando nas ruas.  Ora, nosso futuro nunca será promissor enquanto houver jovens, e até crianças, se drogando e esmolando, em vez de estar na escola.

Grande parte do mais de um bilhão de jovens no mundo está sendo devidamente escolarizada. O Brasil é campeão mundial quando o assunto é futebol, mas fica quase em centésimo lugar na qualidade de sua educação.

Se não canalizarmos as energias de nossos jovens para o estudo, elas serão canalizadas para o vandalismo, o crime ou a autodestruição, por meio das drogas legais e ilegais. Para evitarmos o desperdício da força de nossa juventude, as instituições brasileiras devem trabalhar em conjunto para expandir as oportunidades de educação, lazer, esporte e emprego para essa faixa de idade.

Economizar dinheiro com a juventude, meus amigos, é uma tolice, um erro econômico que cobrará seu custo, com juros, no futuro.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: sábado, 28 de maio de 2016.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O RISCO DE FUMAR NARGUILÉ

Meus amigos, quero fazer um chamamento a toda sociedade acerca de um grande perigo que cerca nossa juventude. Trata-se do hábito, cada vez mais disseminado, de fumar narguilé.

Uma nova onda entre os jovens, verdadeira moda, se constitui em formar pequenos grupos de amigos e compartilhar a aspiração do tabaco. O narguilé é um tipo de cachimbo de água usado, na maioria das vezes, para o fumo coletivo.



“Temos um histórico reconhecido de combate ao tabagismo, pois reduzimos drasticamente o número de fumantes; não podemos, agora, ficar indiferentes aos graves problemas causados pelo uso do narguilé pelos nossos jovens.”

Por ser um tabaco aromatizado e a fumaça passar pela água antes de ser ingerida, estes grupos pensam ser este hábito inofensivo. Com um aroma agradável, o narguilé consegue disfarçar malefícios que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são mais severos do que os do cigarro.

A suposição de que a água (ou qualquer outro líquido) absorveria a nicotina e limparia a fuligem da queima do tabaco, filtrando-o, foram desmentidas. Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Brasília (UnB), “uma sessão de narguilé equivale a nada menos do que fumar 100 cigarros. A quantidade de fumaça e substâncias tóxicas inaladas nos dois casos é a mesma”.

Ainda em 2006, a Organização Mundial de Súde divulgou um relatório mostrando que os cachimbos de água são mais prejudiciais do que os cigarros normais. O coordenador do relatório, o americano Douglas Bettcher, ainda foi além e afirmou que uma hora de consumo do Narguilé equivale a 200 cigarros.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, além da fumaça vir carregada com mais de 4 mil substâncias tóxicas (que também estão presentes no cigarro comum), possui concentrações muito superiores de nicotina, monóxido de carbono, metais pesados e substâncias cancerígenas. Outro equívoco dos usuários é acreditar que produtos utilizados no narguilé são livres de nicotina. Não existe tabaco para narguilé sem nicotina. E esta substância, simplesmente, não é solúvel na água.

O Brasil tem um histórico reconhecido de combate ao tabagismo. Conseguimos reduzir drasticamente o número de fumantes em nosso País. Hoje, apenas cerca de 16% da nossa população ainda fuma.

Este quadro, meus amigos, nos faz temer pela saúde de nossos jovens. Precisamos pautar este tema em nossos debates sobre os problemas que temos que enfrentar. Sobre os problemas da nossa sociedade.

Novos Projetos de Lei: 4431/16 e 5136/16.

Por esta razão, apresentei 2 projetos de leis, um proibindo o narguilé para crianças e adolescentes (PL 4431/16), e outro, determinando que contenha as informações sobre as substancias toxicas nas embalagens do produto (PL 5136/16). Esta Casa Legislativa não pode ficar indiferente a esta realidade. Não pode deixar de atuar para colocar este debate em todos os lugares e buscar soluções.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 27 de maio de 2016.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 26 de maio de 2016.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 25 de maio de 2016.

terça-feira, 24 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 24 de maio de 2016.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 23 de maio de 2016.

domingo, 22 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 22 de maio de 2016.

sábado, 21 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 21 de maio de 2016.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 20 de maio de 2016.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 19 de maio de 2016.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Meus amigos, as palavras usadas para nomear as pessoas com deficiência trouxeram e trazem consigo, ainda que de modo inconsciente, uma visão valorativa, que traduz as percepções da época em que foram cunhadas.


“Temos uma das melhores legislações do mundo, mas o descumprimento de seus dispositivos é corriqueiro e inclui desde estacionamento irregular em vagas especiais até xingamentos e atitudes de desrespeito de toda ordem.”

Até meados do século passado, termos como “inválidos”, “incapazes”, “aleijados” e “defeituosos” foram amplamente usados, expressando, de certo modo, a concepção que se tinha sobre esses indivíduos.

Assim, no início da década de 80, passou a usar a expressão “pessoa deficiente”, à luz do Ano Internacional das Pessoas Deficientes, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Esse foi um momento importante, amigos, porque, ao se colocar o substantivo “pessoa” na expressão, chamava-se atenção para o ser humano, antes que para sua deficiência.

Posteriormente, optou-se por “pessoa portadora de deficiência”, com o objetivo de identificar a deficiência como um detalhe da pessoa. Esta foi, inclusive, a definição adotada na Constituição Federal de 1988.

Durante toda a década de 1990 e parte da década passada, as denominações oscilaram entre “pessoa com necessidades especiais” e “portador de necessidades especiais”.

Tais denominações, entretanto, mostraram-se inadequadas. Afinal, quem de nós, em algum momento, não é uma pessoa com uma necessidade especial?

Por outro lado, quando se substituiu pessoa por “portador”, cometeu-se outro equívoco, porque uma deficiência não é portada, carregada por alguém.

Antes, ela é uma condição, uma característica inerente à pessoa que, em face disso, precisa de tratamento diferenciado em algumas circunstâncias.

Mais recentemente, a expressão “pessoa com deficiência” começou a ser adotada, mormente após a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU, em 2006.

Disseminar esse uso é, sem dúvida, uma forma de contribuir a sociedade que, muitas vezes, sente-se insegura ao se referir a essas pessoas.

Temos uma das melhores legislações do mundo, mas o descumprimento de seus dispositivos é corriqueiro e inclui desde estacionamento irregular em vagas especiais até xingamentos e atitudes de desrespeito de toda ordem.

Também está a nos desafiar a eliminação das inúmeras barreiras físicas que cerceiam o sagrado direito de ir e vir.

Só dessa forma poderemos assegurar a cidadania de fato a cerca de 10 milhões de pessoas com deficiência física e, não custa lembrar, a outros cerca de 15 milhões de brasileiros com outros tipos de deficiência.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 18 de maio de 2016.

terça-feira, 17 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 17 de maio de 2016.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

CRIANÇAS E ADOLESCENTES NAS RUAS

Todos os dias vemos inúmeras crianças e adolescentes vivendo pelas ruas em nossas cidades brasileiras.

Diversos são os motivos apontados para que essas crianças e adolescentes vivam tão dolorosa situação. Os principais são: brigas verbais com pais e irmãos; violência doméstica; alcoolismo e uso de drogas; busca da liberdade; perda da moradia pela família; violência e abuso sexual.


“É preciso investir em ações de reestruturação familiar, de resolução de conflitos familiares e nas comunidades, de suporte escolar e saúde, em especial quanto à dependência de drogas, além de políticas públicas inclusivas para as crianças e adolescentes que vivem nas ruas”.

E as razões apontadas para não dormirem em instituições ou abrigos são a falta de liberdade, a proibição de uso de álcool e drogas e os horários e demais rotinas das entidades.

Quanto ao perfil desses jovens, crianças e adolescentes, há predominância de pardos, morenos e negros. Em termos educacionais, apenas 6,7% deles chegaram a concluir o ensino fundamental.

Muitas delas voltam para dormir na casa dos pais, parentes ou amigos, isso indica que a rua é um local rentável, pela prática da mendicância, da venda de produtos diversos e por outras ações.

É importante frisar que esse dado vem reforçar o consenso de que o dinheiro oferecido, a título de caridade, a essas crianças as estimula a voltar dia após dia, sem mencionar que faz com que seus pais ou outros adultos as obriguem a permanecer na prática.

Como se vê, não é um problema de fácil equacionamento. Na verdade, constitui um gravíssimo problema social que necessita atenção especializada.

É preciso investir em ações de reestruturação familiar, de resolução de conflitos familiares e nas comunidades, de suporte escolar e saúde, em especial quanto à dependência de drogas.

Meus amigos, embora o quadro não pareça nem um pouco animador, especialistas entendem que, apesar de tudo, nos últimos vinte anos, houve melhorias.

Esperamos, pois, que o Brasil continue trilhando esse caminho de êxito, oferecendo importantes políticas públicas inclusivas para as crianças e adolescentes que vivem nas ruas.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 16 de maio de 2016.

domingo, 15 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 15 de maio de 2016.

sábado, 14 de maio de 2016

TOP 50 DO RANKING ATLAS POLÍTICO


Entre os 513 Deputados Federais, Antonio Bulhões está no Top 50 do ranking no site Atlas Político.



O Ranking é uma ferramenta para comparar o desempenho dos deputados brasileiros a partir de critérios objetivos.

O propósito é de mostrar a competência dos congressistas de defender uma agenda política independente do conteúdo ideológico dela.

A pontuação no ranking se enquadra necessariamente em 5 dimensões, entre elas:

Ativismo Legislativo

A produção legislativa deveria constituir o principal cartão de visita de cada deputado. É através dos seus projetos de lei que cada parlamentar pode deixar um legado político.

Debate Parlamentar

A participação de deputados no debate parlamentar tem um papel fundamental no melhoramento e fiscalização das leis sendo aprovadas pelo Congresso Nacional.

Essa dimensão leva em consideração o número de discursos e outras intervenções no plenário de cada deputado ao longo do seu mandato.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 14 de maio de 2016.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 13 de maio de 2016.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

PREVENÇÃO CONTRA O H1N1

Meus amigos, quero abordar um tema de extrema relevância a saúde pública de nosso País.

Trata-se das ações de prevenção contra a infecção pelo vírus da influenza H1N1, que atualmente afeta vários Estados e já provocou mais de 200 óbitos no País.


“A vacinação é a intervenção fundamental para a redução das consequências da epidemia, reduzindo as complicações e internações decorrentes das infecções causadas pelo vírus influenza H1N1.”

Segundo o Ministério da Saúde, a influenza, geralmente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente de evolução benigna e que não deixa sequelas.

Muitas vezes é caracterizada pelo início repentino dos sintomas, que incluem: febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, dor muscular, falta de apetite e sintomas respiratórios (tosse seca, dor de garganta e coriza). Em geral, a infecção persiste por uma semana.

Os vírus influenza (incluindo o H1N1) são facilmente transmitidos. Isso pode ocorrer de forma direta, por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao espirrar, ao tossir ou ao falar; ou por meio indireto pelas mãos; que após contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de uma pessoa infectada, podem levar o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos.

As infecções que evoluem com maior gravidade, chegando inclusive ao óbito, em geral, ocorrem em idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma doença associada.

A principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país.

O tratamento dos sintomas da influenza sem complicações deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Nos casos com complicações graves, são necessárias medidas de suporte intensivo. Então, em todos os casos é importante a devida orientação médica.

No campo da prevenção, a vacinação é uma intervenção fundamental para a redução das consequências da epidemia pelo influenza. A vacina é ofertada, anualmente, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza com o objetivo de reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções causadas pelos vírus, nos grupos prioritários para vacinação.

A população deve estar atenta às orientações das autoridades sanitárias locais a respeito do período de vacinação e grupos alvos das referidas campanhas.

Outras medidas preventivas também são importantes. Por exemplo, sabe-se que alguns vírus vivem por duas a oito horas em superfícies, logo, lavar as mãos com frequência (principalmente antes de consumir algum alimento) ajuda a reduzir as chances de se contaminar a partir dessas superfícies.

Pois a prevenção sempre será o melhor remediar.


Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 12 de maio de 2016.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 11 de maio de 2016.

terça-feira, 10 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 10 de maio de 2016.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 09 de maio de 2016. 

domingo, 8 de maio de 2016

DIA DAS MÃES

Meus amigos, nunca é demais prestar homenagem às mulheres que são mães.

A concepção de uma nova vida é o fato mais grandioso do qual pode participar um ser humano, e o sentido último da maternidade está além de nossa compreensão, pois é fruto de uma doação divina, única e cheia de mistério.


“Quando vemos o rosto iluminado de uma jovem mãe embalando seu filho, readquirimos a confiança na possibilidade de que a humanidade possa trilhar o caminho do entendimento, da harmonia e da compreensão.”

Por mais que tentemos, nunca seremos capazes de esgotar, com palavras, o sentido último da maternidade, o vínculo profundo, o compromisso indissolúvel, a abnegação que pode chegar ao gesto extremo da doação da própria vida.

Não há ligação sentimental mais profunda do que aquela que une mãe e filhos. Em todos os tempos, nos relatos de todos os povos, encontramos sempre a confirmação dessa verdade universal. Variam os hábitos, os códigos, os rituais, os nomes que se dão às coisas, mas esse sentimento permanece inalterado.

O papel dos pais varia, o comportamento dos irmãos é imprevisível, os contratos sociais se alteram com o tempo, mas a doação das mães está sempre presente, como se fosse um valor universal, atrelado à constituição mais íntima de cada ser humano.

Nesse sentido, a homenagem que prestamos às mães é sempre a atualização de um sentimento de confiança que expressa o que há de melhor na humanidade. A dedicação das mães a seus filhos nos lembra que a solidariedade é possível, que ela é verdadeiramente parte de nossa constituição, que o egoísmo e a agressividade não são as únicas possibilidades de relacionamento entre as pessoas.

Quando vemos o rosto iluminado de uma jovem mãe embalando seu filho, readquirimos a confiança na possibilidade de que a humanidade possa trilhar o caminho do entendimento, da harmonia e da compreensão.

Sim, porque esse vínculo de amor que se cria no colo da mãe é o primeiro e mais importante relacionamento do ser humano que chega ao mundo. É através dele, inclusive, que se formam as bases da linguagem que orientará nossa percepção e nossa interpretação do mundo.

Se somos concebidos, gestados e amamentados sob essa aura de unificação absoluta, então há esperança de que o amor prevaleça sobre a guerra e a compreensão mútua promova o entendimento entre os povos.

Saudemos, então, mais uma vez, o Dia das Mães,  celebrando uma data que nos convida a lembrar o sentimento de amor que está na origem de nossas vidas e que é o grande alimento do espírito em busca de paz e harmonia.

No respeito e na gratidão que devotamos a nossas mães está a base da formação de nosso caráter. É com elas que aprendemos, pela primeira vez, o sentido de pertencer à espécie humana.

Por tudo isso, registro mais uma vez minha homenagem a todas as mães brasileiras pela passagem dessa data tão significativa.


Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 08 de maio de 2016.