sexta-feira, 29 de abril de 2016

EXCESSO DE PESO E OBESIDADE

Meus amigos, excesso de peso e a obesidade representam problema de Saúde Pública de difícil enfrentamento, uma vez que resultam de uma combinação de diversas causas, como as comportamentais, que são os padrões de dieta, inatividade física, uso de medicamentos, entre outros, e as causas genéticas.


“O problema do sobrepeso e da obesidade precisa estar presente nas prioridades da população brasileira. Conscientização e mudança de hábitos poderão minimizar os níveis das doenças crônicas comuns em mais da metade da nossa população.”

Essas condições físicas, meus caros Parlamentares, preocupam os profissionais de saúde e os gestores públicos, pois estão associadas a comorbidades como diabetes tipo 2, doenças do sistema circulatório, apneia do sono, refluxo gástrico e doenças hepáticas.

A cada ano que passa, aumenta o número de brasileiras e brasileiros com excesso de peso. Conforme uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde, cresceu o número de pessoas com excesso de peso no País. Com isso, mais da metade da população do Brasil está acima do peso ideal.
Para frear esse crescimento, é preciso investir em políticas públicas para a melhoria dos hábitos alimentares e padrões de exercício físico da população.

Já há mais de quinze anos, o Estado brasileiro tem conduzido políticas públicas voltadas às pessoas com excesso de peso. O Estado não tem se quedado silente diante do problema do excesso de peso e da obesidade no País. Há programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado que visam a assegurar a saúde aos cidadãos por meio da tentativa de contenção do aumento do número de pessoas com sobrepeso.

No entanto, essas iniciativas parecem não estar sendo suficientes. É preciso que toda a sociedade modifique os seus hábitos e se conscientize da estreita relação entre o excesso de peso e a obesidade e o agravamento de doenças crônicas não transmissíveis.

Graças às políticas de transferência de renda, o orçamento das famílias aumentou. Assim, o acesso a alimentos calóricos e pouco nutritivos, como refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados também cresceu.

Para que a população brasileira não alcance níveis de sobrepeso e obesidade comparáveis aos estadunidenses, conclamo a todos a fazerem o problema do sobrepeso e da obesidade no Brasil a estar presente nas suas prioridades.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


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