sábado, 30 de abril de 2016

DIA DO TRABALHO

Meus amigos, o Dia do Trabalho é celebrado anualmente em 1º de maio em numerosos países do mundo. É uma data comemorativa usada para festejar as conquistas dos trabalhadores ao longo da histporia.

Tudo teve início no século 19, quando grandes indústrias da Europa e dos Estados Unidos pagavam baixos salários e provocavam a deterioração da saúde física e mental dos trabalhadores com jornadas de trabalho que chegavam a 17 horas diárias. Não havia férias, descanso semanal e aposentadoria. E greves explodiam por todo o mundo industrializado.


“Falta de emprego, salários insuficientes e a pobreza com que muitas famílias brasileiras ainda são obrigadas a viver ofendem a dignidade humana. Neste 1º de Maio, comprometer-se com a resolução dessas situações é obra de justiça e de paz”

No ano de 1886 ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade de Chicago, principal centro industrial dos Estados Unidos. Milhares de trabalhadores protestavam, no dia 1º de maio, contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos.

A greve paralisou os Estados Unidos e, nos dias que se seguiram, houve um recrudescimento dos confrontos com a polícia, resultando na morte de diversos manifestantes.

Quase seis anos depois dessa “batalha” em Chicago, no Congresso da Segunda Internacional em Bruxelas, em setembro de 1891, foi aprovada resolução que tornava o 1º de maio um dia comemorativo de trabalhadores no mundo todo.

No Brasil, a data foi consolidada em 1925. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesse dia comemorativo.

Cito, entre outras iniciativas, a instituição do salário mínimo, a criação do Ministério do Trabalho e a promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garantindo o direito a férias e aposentadoria. Quando o trabalho é escasso ou indecente, é a pessoa que termina por se sentir sufocada e impelida para uma crise moral e existencial.

“O Brasil precisa intensificar os esforços para colocar a geração de emprego produtivo e da renda no centro das políticas econômicas e das estratégias de enfrentamento da crise.

É importante ressaltar que, do meu ponto de vista, o Brasil tem feito a sua parte na busca da dignidade tão almejada. Aqui estão sendo realizados avanços significativos na promoção do trabalho, que se traduzem na geração de empregos formais, no expressivo aumento real do salário mínimo, no processo de erradicação do trabalho infantil.

No entanto, para responder aos impactos recentes da crise econômica internacional sobre as economias e os mercados de trabalho de todos os países, entendo que nunca é demais defendermos a necessidade de o Brasil intensificar os esforços no sentido de colocar a geração de emprego produtivo e da renda no centro das políticas econômicas e das estratégias de enfrentamento da crise.

Portanto, neste momento comemorativo, não posso deixar de expressar a minha solidariedade a todos aqueles que sofrem devido à falta de emprego, sofrem com um salário insuficiente e à carência dos meios materiais.

Apesar dos concretos avanços no Brasil, a pobreza com que muitas famílias brasileiras ainda são obrigadas a viver ofende a dignidade humana. Por isso, comprometer-se com a resolução dessas situações é obra de justiça e de paz!

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 30 de abril de 2016.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

EXCESSO DE PESO E OBESIDADE

Meus amigos, excesso de peso e a obesidade representam problema de Saúde Pública de difícil enfrentamento, uma vez que resultam de uma combinação de diversas causas, como as comportamentais, que são os padrões de dieta, inatividade física, uso de medicamentos, entre outros, e as causas genéticas.


“O problema do sobrepeso e da obesidade precisa estar presente nas prioridades da população brasileira. Conscientização e mudança de hábitos poderão minimizar os níveis das doenças crônicas comuns em mais da metade da nossa população.”

Essas condições físicas, meus caros Parlamentares, preocupam os profissionais de saúde e os gestores públicos, pois estão associadas a comorbidades como diabetes tipo 2, doenças do sistema circulatório, apneia do sono, refluxo gástrico e doenças hepáticas.

A cada ano que passa, aumenta o número de brasileiras e brasileiros com excesso de peso. Conforme uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde, cresceu o número de pessoas com excesso de peso no País. Com isso, mais da metade da população do Brasil está acima do peso ideal.
Para frear esse crescimento, é preciso investir em políticas públicas para a melhoria dos hábitos alimentares e padrões de exercício físico da população.

Já há mais de quinze anos, o Estado brasileiro tem conduzido políticas públicas voltadas às pessoas com excesso de peso. O Estado não tem se quedado silente diante do problema do excesso de peso e da obesidade no País. Há programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado que visam a assegurar a saúde aos cidadãos por meio da tentativa de contenção do aumento do número de pessoas com sobrepeso.

No entanto, essas iniciativas parecem não estar sendo suficientes. É preciso que toda a sociedade modifique os seus hábitos e se conscientize da estreita relação entre o excesso de peso e a obesidade e o agravamento de doenças crônicas não transmissíveis.

Graças às políticas de transferência de renda, o orçamento das famílias aumentou. Assim, o acesso a alimentos calóricos e pouco nutritivos, como refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados também cresceu.

Para que a população brasileira não alcance níveis de sobrepeso e obesidade comparáveis aos estadunidenses, conclamo a todos a fazerem o problema do sobrepeso e da obesidade no Brasil a estar presente nas suas prioridades.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 29 de abril de 2016.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 28 de abril de 2016.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 27 de abril de 2016.

terça-feira, 26 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 26 de abril de 2016.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

PERIGO NAS RODOVIAS

Meus amigos, quero hoje falar sobre um dos maiores problemas do trânsito brasileiro: a jornada exaustiva e as condições de trabalho adversas que enfrentam nossos motoristas, em particular os de veículos pesados.

Mais que um problema de trânsito, esta é uma questão de economia e de saúde pública.


“Longas jornadas de trabalho intensificadas com ruídos, toxicidade, risco ergonômico pela postura e vibrações e risco psicológico pela ansiedade, medo da violência e solidão, transformam a profissão de motorista numa atividade penosa.”

Estudos vários comprovam que o longo tempo de direção e as condições impostas por essa atividade aumentam potencialmente o número de acidentes de trânsito e, com isso, contribuem para todos os problemas conexos, seja a morte nas estradas, seja a superlotação dos hospitais, seja o estresse emocional advindo desses acidentes, seja o prejuízo material causado pelos mesmos.

Segundo estudos da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), o motorista sofre com o barulho do trânsito, com a vibração, com a toxicidade, que são riscos biológicos, além de estar exposto ao risco ergonômico e aos riscos psicológicos como ansiedade, medo da violência crescente nas estradas, solidão e outros, que transformam a profissão numa atividade penosa.

Isso seguramente vai lesar o organismo desses profissionais e trazer transtornos vários, que desencadeiam doenças circulatórias, dores musculares e articulares, problemas de audição, de respiração e muitas outras enfermidades.

Além disso, a exposição constante a esses riscos agrava-se com a privação do sono e a exaustão, diminuindo a atenção e aumentando potencialmente o número de acidentes.

Estima-se que o tempo médio de trabalho dos motoristas brasileiros seja de 16 horas por dia. Com essa jornada absurda, esses profissionais acabam buscando as drogas, na tentativa de prolongar o estado de alerta.

Há muito, cafeína e anfetaminas vêm sendo usadas como “rebite”, uma prática danosa à saúde dos motoristas e, certamente, mais um fator de risco nas estradas.

Diante disso, a redução de jornada impõe-se de modo imperativo e inadiável. Isso requer uma legislação consonante com o reconhecimento desses problemas e uma fiscalização eficaz para seu efetivo cumprimento.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 25 de abril de 2016.

domingo, 24 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 24 de abril de 2016.

sábado, 23 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 23 de abril de 2016.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

VIOLÊNCIA

Meus amigos, é crescente a sensação de insegurança entre os brasileiros, tanto em sua vida pessoal, quanto em sua vida profissional.

Atingimos em quase todo o território nacional uma situação na qual a criminalidade impera com um sinistro quadro de assassinatos, sequestros, assaltos, roubos e tráfico de drogas e armas. A criminalidade no Brasil nunca alcançou dimensões tão alarmantes quanto nos dias de hoje!


“Para obter sucesso na construção de uma sociedade equilibrada é preciso a colaboração de instituições como a família, a escola e a igreja – fontes de divulgação dos princípios éticos e universais que promoverão a cultura da paz e da harmonia social.”

O Brasil é um dos países que detêm uma das maiores taxas de homicídios no mundo. Paralelamente, crimes contra o patrimônio também tiveram um aumento significativo.

Amigos, a urbanização acelerada, com o crescimento desenfreado das cidades, as fortes aspirações de consumo, dificuldades no mercado de trabalho, má distribuição de renda e conflitos de valores são algumas variáveis que concorrem para tanto. Ninguém mais se sente seguro! Não há lugar protegido! As pessoas são humilhadas e desrespeitadas de todos os modos!

Criou-se uma dicotomia nas propostas de política pública que visam à redução da criminalidade: as que sugerem que o crime deve ser combatido com ênfase na repressão policial e as que argumentam que o comportamento criminal é um fenômeno oriundo principalmente das condições econômicas e sociais adversas a que está sujeita parte considerável da população.

A família, base da sociedade, é o grande desafio! Se a base está contaminada, o Estado em si é violento.

Uma ordem duradoura de paz precisa de instituições que exprimam e consolidem os valores da paz. A instituição que corresponde, de modo mais imediato, à natureza do ser humano é a família. Só ela garante a continuidade e o futuro da sociedade.

Caros amigos, para que alcancemos sucesso na construção de um mundo de paz, superando o desafio aqui proposto, é preciso ainda a colaboração de outras instituições, como a escola e a Igreja, para que elas também sejam a fonte de divulgação de princípios éticos e universais.

Essas instituições, juntamente com a família, devem desempenhar, assim, um papel fundamental na promoção da cultura da paz e, consequentemente, da harmonia social.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 22 de abril de 2016.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 21 de abril de 2016.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 20 de abril de 2016.

terça-feira, 19 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 19 de abril de 2016.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 18 de abril de 2016.

domingo, 17 de abril de 2016

IMPEACHMENT

Este governo tem os seus méritos, mas também está envolvido nos maiores escândalos de toda a história da nossa nação. Se para alguns os motivos alegados contra a Presidente não são suficientes para retirá-la do poder, para outros são mais do que suficientes. É uma questão de respeitar opiniões contrárias sobre o mesmo assunto.
  


 Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal – PRB/SP






“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 17 de abril de 2016.

sábado, 16 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 16 de abril de 2016.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

CRISE ECONÔMICA

Meus amigos, no bojo da maior crise política da história da República, o aprofundamento da crise econômica tem-se tornado a maior fonte de apreensão do cidadão brasileiro.


“O conjunto de problemas estruturais, para os quais não se vê solução para a crise econômica no curto prazo, exige com urgência um novo pacto de união nacional”.

Paralisada, marcada por índices cada vez mais negativos, e ainda exposta à implacável desconfiança do mercado internacional, a economia brasileira mostra sua face mais imediatamente ameaçadora: a que aponta para o retrocesso das conquistas recentes, que permitiram o aumento do consumo e da qualidade de vida, e para a volta a patamares inaceitáveis de desigualdade social.

Destaque para o mais grave dos problemas: os números crescentes do desemprego.  Nos últimos doze meses, foram perdidas cerca de 1,5 milhão de vagas formais no País.

A perspectiva não é boa: de acordo com relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil terá em 2016 uma das maiores altas no número de desempregados entre os países emergentes. Ainda segundo o relatório, de 7,7 milhões de desempregados em 2015, alcançaremos 8,4 milhões este ano, o que significa que, entre 2016 e 2017, praticamente um entre cada cinco novos desempregados no mundo estará no Brasil.

Não bastasse a diminuição do consumo, que desde o ano passado já esbarra em itens de primeira necessidade, o cidadão depara-se com a impossibilidade de pagar despesas essenciais como aluguel ou mensalidades escolares.

Meus amigos, não há dúvidas de que vivemos um quadro assustador. Todos percebemos que se trata de um conjunto de problemas estruturais, para os quais não se vê solução no curto prazo.

Diante disso, torna-se urgente um novo pacto de união nacional. Como representantes do povo brasileiro, temos a obrigação de priorizar a segurança do cidadão, do trabalhador, do pai e mãe de família, que não apenas tem de se submeter a uma série de restrições, como também viver a angústia de um futuro sombrio.

Que cada um de nós, meus amigos, se mantenha sensível e atento às dificuldades que se abatem sobre toda a população.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 15 de abril de 2016.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 14 de abril de 2016.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 13 de abril de 2016.

terça-feira, 12 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 12 de abril de 2016.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

IMPEACHMENT NÃO É GOLPE

A legitimidade de um Chefe de Estado, no regime presidencialista, depende de dois fatores: da sua investidura e do exercício do cargo. A investidura é a voz das urnas, mas não é suficiente. O Presidente da República tem que se legitimar o tempo todo.



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“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 11 de abril de 2016.

domingo, 10 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 10 de abril de 2016.

sábado, 9 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 09 de abril de 2016.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 08 de abril de 2016.
IMPEACHMENT NÃO É GOLPE


Meus amigos, é preciso esclarecer o povo brasileiro, de uma vez por todas: impeachment não é golpe. É um instrumento legal e legítimo, previsto na nossa Constituição, para destituir o chefe do Poder Executivo nos casos de ações ou omissões que configurem crime de responsabilidade.

Ou seja, nos casos em que, no exercício do poder, o Presidente adote condutas que atentem contra a Constituição e contra a probidade administrativa.


“A legitimidade de um Chefe de Estado, no regime presidencialista, depende de dois fatores: da sua investidura e do exercício do cargo. A investidura é a voz das urnas, mas não é suficiente. O Presidente da República tem que se legitimar o tempo todo.”

Todas as democracias têm mecanismos de controle, e o processo de impeachment é um tipo de controle posto à disposição da cidadania. A Constituição determina as regras básicas do rito de impedimento, que prevê análise por uma comissão desta Casa, ampla defesa dada ao Presidente da República, aceitação da acusação por dois terços dos Deputados e aprovação pelo Senado Federal.

Se estas regras forem observadas, como estão sendo, não há por que se falar em arbítrio ou em qualquer espécie de ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Diversos Ministros do Supremo Tribunal Federal já se manifestaram pela legitimidade do processo de impeachment, entre eles Dias Toffoli, Carmen Lúcia e Celso de Mello. Os três são unânimes em afirmar que, desde que se cumpram todos os requisitos previstos na Constituição, não há razão para se falar em golpe.

Em 1992, a população brasileira foi às ruas, inclusive com o apoio do PT, pedir o impeachment do Presidente Fernando Collor de Mello.

O fato, meus amigos, é que vivemos uma gravíssima crise política e econômica. A legitimidade de um Chefe de Estado, no regime presidencialista, depende de dois fatores: da sua investidura e do exercício do cargo. A investidura no cargo é a voz das urnas, mas ela não é suficiente.

O Presidente da República tem que se legitimar o tempo todo, tem que ter base parlamentar, tem que ter apoio popular, tem que ser capaz de articular diferentes forças políticas para conseguir governar a Nação. 

E é isto que não está acontecendo. O Governo encontra-se cada vez mais isolado, paralisado, dedicado a tentar se contrapor ao processo de impeachment. Perdeu a legitimidade, perdeu o apoio da população, e com isso perdeu, também, as condições de tomar as medidas necessárias para reorganizar a economia, para combater a inflação e o desemprego crescentes.

Por todas estas razões, meus amigos, farei o que estiver ao meu alcance para que este processo se dê com a maior celeridade possível, observados todos os ritos previstos na Constituição.  Estou convencido de que é isto o que a maioria dos brasileiros espera de nós, que os representamos nesta Casa.

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP

quinta-feira, 7 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 07 de abril de 2016.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 06 de abril de 2016.