quinta-feira, 31 de março de 2016

MOMENTO CERTO.

Não devemos antecipar posições, pontos de vista ou quaisquer avaliações que, a rigor, seriam precipitadas, quando nos referimos a casos nos quais ainda não foram sequer concluídas as investigações e não chegou a ser proferida uma decisão judicial definitiva.



(2m55)



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 31 de março de 2016.

quarta-feira, 30 de março de 2016

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS


Meus amigos, vocês sabiam que muitos professores são vítimas de agressões praticadas por alunos dentro ou fora da sala de aula.

Isso ocorre em todos os níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental até o superior. Segundo muitos professores, a relação professor-aluno acabou.

Chega a ser surreal a relação Senhor-Escravo demonstrada por muitos alunos, ao não reconhecer a autoridade da professora. Afinal, a professora não é paga para fazer a vontade de qualquer aluno mimado ou transgressor. O professor é pago para ensinar o conteúdo inscrito no plano de ensino. 


“O não reconhecimento da autoridade do professor pelo aluno é resultado de uma atitude viciada em não respeitar qualquer autoridade, inclusive a dos próprios pais. Ensinam-lhes que possuem direitos, mas ninguém lhes menciona deveres.”

A atitude de muitos alunos nos leva a conclusão de que a relação professor-aluno sofre um processo de anomia.

Anomia, segundo a definição da sociologia, existe quando a sociedade não reconhece as normas como balizadoras das condutas humanas. Ocorrendo a anomia, qualquer um se acha no direito de usurpar o espaço do outro.

Se por um lado a culpa é da pedagogia da educação, por outro o não reconhecimento da autoridade do professor pelo aluno é resultado de uma atitude viciada em não respeitar qualquer autoridade, inclusive a dos próprios pais. Isso porque sempre lhes foi ensinado que eles possuem direitos, mas ninguém lhes mencionava os deveres.

Essa pedagogia também vicia os pais a serem omissos na educação dos filhos. Os pais terceirizam para a escola a educação moral que eles teriam obrigação de dar no ambiente da casa.

Como os professores não tem autoridade para reprimir o comportamento impróprio, os reizinhos mimados da infância se transformam em ditadores nas Universidades.

Quando esses filhos não educados moralmente pelos pais encontram um professor que não faz as suas vontades da hora, trata-o como escravo, porque não estão acostumados a olhar os outros como iguais.

Se hoje a população é chamada a atenção por matérias jornalísticas que informam a crescente violência nas escolas, é, portanto, chegada a hora de refletirmos sobre as causas desses comportamentos.

Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 30 de março de 2016.

terça-feira, 29 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 29 de março de 2016.

segunda-feira, 28 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 28 de março de 2016.

domingo, 27 de março de 2016

AS CERTEZAS DOS TOLERANTES


Meus amigos, havia uma época em que conceitos precisos estavam limitados às ciências duras como a matemática e a física. Nas ciências morais e sociais, o fundamento vinha de princípios e não de leis.


“Os novos guias morais da humanidade consideram-se muito tolerantes e arejados, mas quando são contestados, são severos com quem os desafia, ou expressam aquele olhar de falsa piedade, como se o interlocutor fosse um alienado, ou um fascista. Pregam a tolerância, mas chamam de intolerantes quem discorda deles.”

Apresentada a ideologia como dogma, como aquela mostrada pela Revista Veja, os autores surgem como os novos guias morais da humanidade. Tem muita vaidade e pouca tolerância com as opiniões divergentes. Não raro desprezam o interlocutor, acusando-os de atrasados conservadores e preconceituosos.

Acusam, porque têm a pretensão de conhecer todos os segredos do mundo. Apresentam soluções simples para problemas eternos, desde que todos os outros obedeçam a sua moral.

Consideram-se muito tolerantes e arejados, mas quando contestados, são severos com quem os desafia, ou expressam aquele olhar de falsa piedade, como se o interlocutor fosse um alienado, fascista. Dizem pregar tolerância, mas chamam de intolerantes quem discorda deles.

É preciso dizer: tolerantes são os humildes que, por princípio, cogitam estar errados. Mas essa não é a atitude deles. Têm tanta certeza de que estão certos que os outros é que devem ir a eles.

É justamente contra essa postura autoritária que nós, os conservadores, demonstramos o nosso ceticismo. Como poderemos ter certeza de algo que ainda não se fez?

"Para a retórica dos progressistas uma vida nascida na dificuldade não terá um futuro. Para eles o futuro já é um tempo acontecido, escrito e que podem ler.”

Vejam quando defendem o aborto. Explicam que é a mulher quem deve decidir, porque o corpo é dela e também porque ela sabe as dificuldades que terá para criar o filho. O futuro para a retórica dos progressistas já é um tempo acontecido. O futuro já estaria escrito e eles podem ler.

Quando consideram apenas na vontade da mulher para justificar o aborto, mais fácil se torna a retórica quando se tem o caso de uma mulher tuberculosa que engravidou de um homem sifilítico. Esse seria um caso exemplar para classificar o aborto de imperioso. Se essa verdadeira mulher tivesse decidido abortar, porque ela poderia fazer as regras, o mundo teria sido impedido de ouvir as sinfonias de Beethoven.

Alguém poderia dizer que esse exemplo isolado não pode justificar o todo. É verdade, mas ele é capaz de demonstrar que a pretensão dos progressistas de dizerem o futuro é falsa. Como eles podem afirmar que uma vida nascida na dificuldade não terá um futuro? Alguma mulher grávida poderá dizer que a vida dela é mais difícil que a da mãe de Beethoven?

Ninguém pretende negar a dificuldade ou a insegurança que as pessoas sentem. O que pretendemos é destacar que os valores que nos trouxeram até aqui permanecem válidos e devemos ter a prudência de preserva-los, porque nos fortalecem.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 27 de março de 2016.

sábado, 26 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 26 de março de 2016.

sexta-feira, 25 de março de 2016

RESPEITO AOS CRITÉRIOS FUNDAMENTAIS DE JUSTIÇA


Meus amigos, diante do atual cenário no País, cumprem fazer um alerta à população, aos cidadãos e cidadãs, enfatizando os conceitos, princípios e critérios fundamentais de justiça.

Não se pode perder de vista, por exemplo, as exigências referentes ao devido processo legal, segundo o qual um ato praticado por autoridade, para ser considerado válido, completo e eficaz, deve cumprir todas as etapas, todas as fases, todos os procedimentos previstos em lei.


“Não devemos antecipar posições, pontos de vista ou quaisquer avaliações que, a rigor, seriam precipitadas, quando nos referimos a casos nos quais ainda não foram sequer concluídas as investigações e não chegou a ser proferida uma decisão judicial definitiva.”

No caso, trata-se de investigações, coleta e análise de provas, direito a ampla defesa, realização do contraditório etc. Vale assinalar, em outras palavras, que há necessidade de, primeiramente, juntar e examinar as provas, reunir elementos para instrução do processo e, somente depois disso, poder, então, textualmente se apresentar um julgamento sério, responsável, seguro e isento.

Cabe, com efeito, neste momento, buscar o equilíbrio, o bom senso e o comedimento indispensáveis, sobretudo e inclusive, da opinião pública. 

Em consonância com esse entendimento, de modo a manter a coerência com as afirmações anteriores, não pretendo e não devo antecipar posições, pontos de vista ou quaisquer avaliações que, a rigor, seriam precipitadas, uma vez que nos referimos a casos nos quais ainda não foram sequer concluídas as investigações e não chegou a ser proferida uma decisão judicial definitiva.

Cumpre-nos levar em consideração os dados concretos, que são as provas. Portanto, em qualquer contexto, vamos nos ater às provas e aguardar o momento correto para, com o máximo de segurança, proceder à formulação e apresentação de julgamentos, evitando cometer injustiças, prejulgamentos e graves prejuízos, agindo com o cuidado de não dar causa a retrocessos e não ferir instituições longa e solidamente estabelecidas.

Peço, especialmente, aos cidadãos e cidadãs que não se precipitem e que não se inflamem com o que ouvem. Vamos, sim, aguardar a completa apuração dos fatos. E, então, no tempo certo, assumir e cobrar os passos seguintes para o efetivo cumprimento da lei, incluindo a cominação das penas cabíveis.

Por: Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: sexta-feira, 25 de março de 2016.

quinta-feira, 24 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: quinta-feira, 24 de março de 2016.

quarta-feira, 23 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: quarta-feira, 23 de março de 2016.

terça-feira, 22 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 22 de março de 2016.

segunda-feira, 21 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 12 de março de 2016.

domingo, 20 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 20 de março de 2016.

sábado, 19 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 19 de março de 2016.

sexta-feira, 18 de março de 2016

SETE DIAS POR SEMANA

Meus amigos, frequentemente, somos questionados a respeito do volume de trabalho de um deputado com relação aos seus subsídios.

O que tem causado espécie entre nós, pela falácia do argumento apresentado e sua repetição quase a exaustão, é a acusação de que o deputado trabalha apenas três dias, referindo-se os autores do sofisma aos dias da semana com sessão deliberativa.

É como se o trabalho parlamentar se restringisse a participar das sessões e comissões. E nós, deputados, assim como a população que efetivamente nos acompanha e nos cobra em nossas bases, sabemos que isso é falso.


“Evidentemente que a vida política no País tem problemas. E assim o é com o legislativo, espelho real de nossa sociedade, no que ela tem de mais brilhante e também de questionável”.

Todos conhecemos a necessidade de se manter um vínculo com nossos eleitores. Então, somos nós que temos que ir aonde o povo está.  E o fazemos relevando a própria convivência com nossa família.

Não direi que essa cota de sacrifício é impagável, já que é esse contato com os eleitores que oxigena nosso mandato. Que permite mantermos conectados com a realidade de quem nos proporcionou a oportunidade de representa-lo.

Some-se a essa atividade, todas as outras inerente ao mandato, e teremos claro que a vida de um deputado não se restringe aos dias em que seu expediente é dado em Brasília.

Podem não acreditar os críticos, mas durante nossos mandatos, somos deputados 24 horas por dia, sete dias por semana.

Evidentemente que a vida política no País tem problemas. E assim o é com o legislativo, espelho real de nossa sociedade, no que ela tem de mais brilhante e também de questionável.

Por isso, meus amigos, ouso afirmar que criticas como essas, atribuindo ao deputado um comportamento desidioso, que em nada se constata em nossa rotina, só pode ser fruto de pessoas ou grupos que querem ver o legislativo desmoralizado, o parlamento ajoelhado, a democracia ameaçada.

Posso afirmar que sou deputado sete dias por semana, 24 horas por dia. Mas, mais do que me preocupar com o relógio de ponto, espero que essa minha rotina parlamentar sirva exclusivamente para atender as expectativas de quem me trouxe até aqui: o eleitor.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 18 de março de 2016.

quinta-feira, 17 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 17 de março de 2016.

quarta-feira, 16 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 16 de março de 2016.

terça-feira, 15 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 15 de março de 2016.

segunda-feira, 14 de março de 2016

ENSINO OU EDUCAÇÃO

Meus amigos, se há algum tema com que a unanimidade da população concorda é a Educação. Todos dizem que o Brasil somente vai tornar-se livre das travas do subdesenvolvimento quando tiver um povo educado.

Entretanto, desenvolvimento econômico não traz necessariamente desenvolvimento ético.


“A escola existe para permitir a transmissão de conhecimentos entre as gerações. Tomar conta de crianças e educá-las é responsabilidade dos pais”

Os atuais conteúdos didáticos têm a finalidade de eliminar preconceitos ou alguma outra concepção que não se adeque com os padrões culturais em vigor. A escola deve então superar o conservadorismo de ensinar a técnica científica da matemática, do português e das ciências naturais para também incutir o proselitismo da ideologia sobre a sexualidade, o aborto, etc.

Segundo a professora Olga Pombo, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, “a escola não foi inventada para educar as crianças; foi inventada para permitir a transmissão de conhecimentos entre as gerações. Hoje a escola serve para tomar conta dos filhos. A escola era um lugar de instrução, de aprendizagem de conhecimentos. As crianças eram educadas na família.

Demasiado controle do estado em questões educacionais é um perigo fatal para a liberdade, pois pode levar a doutrinação.

Professor é aquele que ensina, que introduz o aluno numa área do conhecimento, que organiza o caminho que levará o aluno a aprender o que não sabia. É diferente do educador que vai a sala de aula falar com os seus alunos, conversar sobre os seus comportamentos, a sua vida, para doutrinar.

Antigamente, as disciplinas comportavam matemática, português e ciências, com bastante carga horária nessas matérias básicas. Hoje, os pedagogos modernos incluem nos currículos dos alunos uma série de matérias morais, como a que ensina os alunos do ensino fundamental a ajustarem um preservativo em uma cenoura, que simula um membro sexual masculino.

Tudo isso ainda poderia ser tolerado se a qualidade da educação brasileira figurasse entre as melhores do mundo. Mas é justamente o contrário que ocorre.

Como que o Brasil espera continuar a avançar no ranking do desenvolvimento entre as nações se, ao invés de ensinar aos alunos conhecimentos científicos, permanecer educando-os em valores ideológicos?

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 14 de março de 2016.

domingo, 13 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 13 de março de 2016.

sábado, 12 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 12 de março de 2016.

sexta-feira, 11 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...” 


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 11 de março de 2016.

quinta-feira, 10 de março de 2016

MEIO AMBIENTE


Meus amigos, mais uma vez constatamos que os países do mundo fazem menos do que o necessário para manter saudável o planeta.

Ora, o meio ambiente diz respeito não só à paisagem, ou à vida dos vegetais e animais; o meio ambiente diz respeito à qualidade de vida dos humanos.

É isso que precisa ser compreendido por aqueles que pensam que defender a natureza é impedir o progresso. Ao contrário: o verdadeiro progresso só vem com o respeito à natureza.




“Cuidar do urgente e desprezar o importante é a receita da catástrofe ambiental. É preciso elaborar uma estratégia nacional de desenvolvimento sustentável”.

O verdadeiro progresso, minhas amigas e meus amigos, vem por meio do desenvolvimento sustentável, ou seja, do desenvolvimento que pensa no longo prazo, ao mesmo tempo em que respeita o meio ambiente do presente.

Nos séculos passados, e ainda neste, continuamos a devastar matas para fazer hidrelétricas, estradas e cidades. Nesta altura da História, já deveríamos estar investindo em infraestruturas mais amigáveis ao meio ambiente.

Os Estados Unidos progrediram, no século XX, usando o petróleo como principal insumo de sua matriz energética. Estradas, postos de gasolina, usinas termoelétricas, indústrias automotivas, indústria de materiais plásticos e petroquímicos – tudo isso configura o que já foi chamado de “civilização do automóvel”. Todos os países, inclusive o Brasil e a China, seguiram, mais ou menos, esse modelo.

Essa evolução não decorre meramente das forças do mercado, mas de um planejamento central estratégico que aposta na inviabilidade, já constatada, dos combustíveis poluentes. Para os Estados Unidos, com suas poderosas indústrias de automóveis e petróleo, será muito mais difícil abandonar o petróleo. O que era uma vantagem para os Estados Unidos torna-se, cada vez mais, um problema.

Mesmo nos Estados Unidos, porém, alguns Estados, como a Califórnia, tentam dar incentivos a automóveis menos poluentes, movidos a eletricidade. Por outro lado, no Brasil, sentimos falta de um plano estratégico de desenvolvimento sustentável.

Ficamos, portanto, cuidando do urgente, e desprezando o importante. Essa é a receita da catástrofe ambiental. Não se trata de defender pontualmente uma área natural ou um modelo energético: trata-se de elaborar uma estratégia nacional de desenvolvimento sustentável. Afinal, sempre é tempo de aprimorar o futuro que desejamos.


Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 10 de março de 2016.

quarta-feira, 9 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 09 de março de 2016.

terça-feira, 8 de março de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 08 de março de 2016.