sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

A INFINITA PRETENSÃO DOS TECNOCRATAS.


Meus amigos, o conhecido kit gay não foi o único material ofensivo e inadequado elaborado para as nossas crianças.

Lamentavelmente, foram confeccionadas outras publicações ditas pedagógicas, que incentivam práticas sexuais diversas, como as autoeróticas, heterossexuais e homossexuais!


“É preciso que as famílias compareçam à escola e perguntem que livros são distribuídos aos filhos”.

Em uma dessas publicações existe, inclusive, o absurdo alerta para que o livro seja mantido longe do alcance dos pais!

Ao fazerem isso, estes progressistas praticamente confessaram a corrupção dos menores.

Desconfio de que isso é também uma estratégia. Como os ideólogos sabem que a proibição produz uma atitude de desafio nas crianças, ao dizerem para não mostrarem aos pais, esperam que isso possa estimular a prática sexual pelos filhos.

A covardia dessa recomendação é que ela fará os pais demorarem a perceber a mudança de comportamento dos filhos.

Percebe-se, com isso, que há um movimento repetitivo e obstinado de se intrometer em uma área da educação cuja responsabilidade é dos pais.

O resultado dessas ações é totalmente previsível: a indesejável erotização precoce! Como não chegar a esse efeito incutindo-se nas crianças a ideia de que o corpo humano, desde a infância, constitui uma grande área de lazer erótica?

“Tiramos a maldita ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação, mas,
fica o alerta – é preciso que as famílias investiguem quais valores esses ideólogos estão ensinando aos seus filhos na escola.”

Além de reconhecer o direito sexual de crianças, esses textos ainda informam que existe uma gama de opções sexuais disponíveis para livre escolha, como consequência da ideologia de gênero, que simplesmente ignora a natureza humana em questões como anatomia.

Nós, deputados federais, tiramos esta maldita ideologia de gênero do Plano Nacional de educação, o  PNE. Conhecendo a insistência destes ideólogos, fica  aqui o alerta!

É preciso que as famílias compareçam à escola e perguntem que livros são distribuídos aos filhos. Investiguem se os valores ensinados pelos livros, ou na escola, estão compatíveis com o que a família educa.

Denunciem quando algum professor pretender desviar o comportamento do seu filho.

Pois eu estou convicto que esta pedagogia da educação sexual que aí está anda a braços com a pedofilia.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP



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