segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

A INDÚSTRIA TABAGISTA.



Meus amigos, o tema que gostaria de desenvolver junto à toda sociedade brasileira é o tabagismo.

Nosso País avançou muito na área nas últimas duas décadas. Na frente legislativa, aprovaram-se várias medidas com o objetivo de reduzir o consumo do tabaco. Criamos restrições à publicidade de produtos fumígenos derivados do tabaco e, em 2011, proibiu-se a propaganda comercial desses itens em todo o território nacional. 


“Devemos proteger especialmente a juventude brasileira, que é mais facilmente atraída para o uso do tabaco, substância que tanto mal faz para o fumante e sua família.”

Outra medida foi a proibição de fumar em ambientes fechados, muito importante para a preservação da saúde dos não fumantes.

Houve também um investimento do Governo na educação e informação sobre os prejuízos à saúde humana provocados pelo fumo, por meio de campanhas publicitárias, inclusive nas próprias embalagens de cigarro.

Houve também um esforço, embora ainda muito incipiente, no meu juízo, para adequar nosso  sistema de saúde pública para atendimento dos dependentes químicos.

O resultado desse conjunto de ações, Senhor Presidente, é significativo. Segundo os dados do Ministério da Saúde, o número de brasileiros que fumam caiu 31% nos últimos nove anos.

A despeito desses dados auspiciosos, encaro com muita preocupação alguns meios sorrateiros empregados pelas companhias do tabaco para atrair jovens e adolescentes para o consumo da droga.

Por absurdo que possa parecer, tentam associar o fumo a situações capazes de seduzir os jovens, como esportes, competições, festas, pessoas bonitas, alegres e saudáveis, entre outras.

Nunca é demais lembrarmos dos efeitos do fumo na saúde humana. O tabagismo é reconhecido como uma doença que causa dependência física e psicológica, além de conter mais de 4 mil substâncias tóxicas e 40 substâncias cancerígenas, de acordo com informações do Instituto Nacional do Câncer.

Portanto, meus amigos, nosso País não pode baixar a guarda e retroceder na luta contra o tabagismo. Devemos proteger especialmente a juventude brasileira, que é mais facilmente atraída para o uso do tabaco, substância que tanto mal faz para o fumante e sua família.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP

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