segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 28 de fevereiro de 2016.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

VIDENTES SOCIAIS


Vivemos um mundo em que quase todo dia surge uma novidade. Graças à velocidade da tecnologia parece que as pessoas já não vivem no tempo presente. Tudo é mudança e expectativa de progresso, a ponto de não perceberem os valores sociais que nos trouxeram até aqui.

Os “antenados” do mundo moderno vivem a idealização de um tempo como nos bons filmes de ficção. A diferença é que quando assistimos ao filme fazemos por recreação. Já os antenados idealizam a imagem para nos incluir nela.

Fico a pensar quão profetas eles se acham. Decretam novos comportamentos sociais como se tivessem a chave da porta do futuro, que lhes mostra as novidades ainda ocultas para os simples tocadores da vida.

Não sei se é falta de modéstia ou de cuidadosa análise histórica. Como já disse um filósofo do século XX, não existe nada nos tempos modernos que já não tenha sido pensada pelos gregos antigos.

Essa foi a primeira ideia que tive quando li a reportagem da Revista Veja, Amigues Para Sempre. Não é "amigos" ou "amigas", e sim "amigues". Terminei a leitura sentindo que vivia em mundo que não tem passado. Um mundo formado por uma mente moderna, que apaga o resultado da continua interação ao longo da história.

Nesse admirável mundo novo, descobri a existência de uma inaugural geração Z. Também que os dinossauros de todas as épocas anteriores são seres binários. A parte que me deixou aliviado nessa história foi a raiz etimológica da palavra. Sendo binários, temos mais propensão a sermos bípedes.

A matéria chama de binários aqueles que, espantosamente, ainda usam o termo masculino ou feminino quando se referem às pessoas. Dizem que no mundo novo serão ultrapassadas as desinências de gênero, que tem por função denotar as categorias  das palavras, porque a natureza humana não mais precisará sentir-se menino ou menina. Eles poderão sentir-se bissexuais, transexuais, homossexuais e até heterossexuais.

A matéria apresentou, como confirmação da chegada desse admirável mundo, a decisão da direção do Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro de suprimir as desinências, ou seja, a terminação de masculino e feminino dos cabeçalhos das provas e substitui-los por alunxonde o X substitui o A e O de aluna e aluno.

Os conservadores não acham producente contestar os valores que sobreviveram ao teste do tempo. Somos céticos a respeito de teses, que falam naturalmente sobre mudanças de comportamento da natureza humana. Como se isso fosse simples como trocar de roupa.

A civilização que chegou até aqui também viu algumas teses pseudocientíficas, que alegavam a superioridade de uma raça ou que pregavam a revolução de uma classe, serem sepultadas.

Foram derrotadas, justamente porque não deram importância a tradição dos séculos.


Como os brasileiros sensatos, que já viram todas aquelas ideologias florescerem e decaírem, podem acreditar que agora não mais haverá diferenças sexuais entre as pessoas? O que os conservadores pedem, a partir dessas e outras teses, é que se preze a razoabilidade das ideias. Como disse aquele sábio daquela velha Grécia, a virtude está no meio.


Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 27 de fevereiro de 2016.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Discriminação Racial


O principal recurso de que dispomos para dissolver o preconceito racial é a educação nos lares, nas escolas e nos meios de comunicação. O sonho de um Brasil sem discriminação é um sonho possível.







“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Perigos da Ideologia de Gênero

A ideologia de gênero está fora do Plano Nacional de Educação, mas continua na “pedagogia liberal” com o obstinado objetivo de se intrometer em uma área da educação cuja responsabilidade é dos pais.







“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 23 de fevereiro de 2016.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

NUTRIÇÃO


Meus amigos, quero refletir sobre nossos hábitos alimentares e sobre a relação deles com a nossa saúde.

Pesquisas apontam que o brasileiro come mal e que a dieta ruim contribui para a maior ocorrência de diversas enfermidades no Brasil.



“Devemos repensar hábitos, de ver o que é possível mudar, e o quanto é possível mudar, para buscar o equilíbrio entre as necessidades reais de urgência e de comodidade que nos impõe a vida moderna.”

Com a urbanização acelerada e os avanços das tecnologias, especialmente a partir do século XX, as pessoas vêm mudando o padrão alimentar e reduzindo a prática de atividade física regular.

Essas mudanças, associadas ao consumo de cigarro e álcool, e também ao estilo de vida cada vez mais estressante, têm contribuído para o surgimento de muitas doenças e para a queda da qualidade de vida, em praticamente todas as partes do mundo.

No Brasil, não tem sido diferente, e um dos desafios que se impõem é garantir a nutrição, ou seja, a boa alimentação, sem dúvida fundamental para a saúde da população.

A uma análise divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que informa que nove em cada dez brasileiros comem menos frutas, legumes e verduras do que os 400 gramas diários recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Itens como biscoitos, embutidos, sanduíches, doces, salgados, refrigerantes e sucos com adição de açúcar vêm substituindo as hortaliças, as frutas, os legumes. E o que é mais grave, não há perspectiva de que isso mude, pelo menos em curto e médio prazo.

A dieta ruim, associada à falta de exercícios físicos, ajuda a explicar o crescimento no número de obesos no País e a alta incidência de algumas enfermidades, dentre elas, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

Devemos repensar hábitos, de ver o que é possível mudar, e o quanto é possível mudar, para buscar o equilíbrio entre as necessidades reais de urgência e de comodidade que nos impõe a vida moderna.

Que o hambúrguer, a batata frita, o pão, os doces e o refrigerante cedam espaço a velhos e bons hábitos, por exemplo, o preparo da comidinha caseira, com arroz, feijão, legumes e verduras.

Que cuidemos com mais atenção da alimentação das nossas crianças, para que possamos vislumbrar novo horizonte.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 21 de fevereiro de 2016.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 20 de fevereiro de 2016.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 16 de fevereiro de 2016.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

DISCRIMINAÇÃO RACIAL.



Meus amigos, é muito importante falarmos sobre a discriminação racial, porque trata de assunto que nos diz respeito muito diretamente.

Afinal de contas, o Brasil é um país multirracial, que tem, entre os desafios deste século, a construção de uma nova identidade, baseada nessa realidade indiscutível, e livre dos preconceitos que forjaram uma visão deturpada do que é ser brasileiro.


“O principal recurso de que dispomos para dissolver o preconceito racial é a educação nos lares, nas escolas e nos meios de comunicação. O sonho de um Brasil sem discriminação é um sonho possível.”

Na verdade, podemos encarar o racismo de duas maneiras: aceitando-o como fato consumado, ou acreditando que se trata de erro que pode ser corrigido.

A segunda alternativa é certamente a opção dos brasileiros. Digo isso porque reunimos todas as condições para olharmos com esperança e otimismo para o futuro. Somos um país jovem, naturalmente positivo e hospitaleiro.

À medida que amadurecemos, podemos construir um país que assuma sua identidade multirracial, e faça disso a grande força para encontrar o caminho da prosperidade e do equilíbrio social.

E o principal recurso de que dispomos para dissolver o preconceito racial é a educação. Educação doméstica, nas escolas e nos meios de comunicação.

Se ensinarmos a nossas crianças o caminho da tolerância e do respeito pelas pessoas, elas crescerão sem a mácula da discriminação racial em seus corações.

Esse é o caminho que devemos trilhar, pois, ao final, teremos construído uma sociedade muito mais harmônica e solidária, na qual a cor da pele não será vista como fator determinante de qualquer prejulgamento, mas sim como uma diferença qualquer, como tantas que enriquecem a convivência humana e os relacionamentos sociais.

A luta contra a discriminação racial será sempre travada em duas frentes: uma imediata, das leis que punam palavras e ações que denigram qualquer pessoa em função de sua aparência; e outra de prazo mais longo, através da qual semearemos uma nova cultura, uma nova forma de ser dos brasileiros.

Todos nós, comprometidos com a luta contra a discriminação racial, devemos marcar posição contra o preconceito. Denunciá-lo, reafirmar que se trata de algo inaceitável, puni-lo com leis firmes e objetivas.

O sonho de um Brasil sem discriminação racial é um sonho possível. E nada nos impedirá de torná-lo realidade.

Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 14 de fevereiro de 2016.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 13 de fevereiro de 2016.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

VALORES MORAIS.




Vivemos uma época bastante turbulenta e rica para os futuros historiadores. Quem, no futuro, tiver a oportunidade de ouvir o relato deste momento notará que vivíamos um período de transição. Ainda não temos como saber o resultado na frente, mas percebemos que pode ser um novo tempo.

A crise que se instalou não está restrita às sistematizações usuais. Ela tem o componente econômico, entretanto, o que mais a distingue das demais é que alcança o espectro moral. 


A crise não existe apenas em função de supostas imoralidades dos dirigentes políticos. Caminha silenciosamente um projeto de lei que tornará moral o sexo pago. Diluindo-se o sentido de comunidade e família, corremos o risco de perdemos
mais do que imaginamos.”

A crise não existe apenas em função de supostas imoralidades dos dirigentes políticos. Ela também é grave, porque a sociedade está inerte, esperando que alguém tome a atitude por ela.

Isso é preocupante, porque a sociedade é a protagonista da história. Daqui a anos, os historiadores podem questionar se uma atitude mais efetiva da sociedade poderia evitar o retardo do desenvolvimento. Neste momento, não devemos esquecer que a omissão é uma falha grave.

A omissão pode ser consequência de um comportamento preguiçoso ou pouco corajoso.

Um símbolo da crise moral que identifico é a percepção de que a vida é somente medida pelo valor das coisas que se consegue. Diluiu-se o sentido de comunidade e família, pelos quais as pessoas compartilham os valores.

Entendemos que existem coisas medidas em valor e outras em preço. A moralidade sexual, que se fundamenta na pureza da pessoa, no caráter sacramental do casamento e na ideia de pecado fora do voto de amor, é uma forma de separar o sexo do mercado e de negar-lhe o estatuto de mercadoria.

As pessoas, tão focadas em ladrões dos cofres públicos, ficam desatentas em defender os costumes que fizeram a nossa civilização. É uma omissão danosa que colabora para a cultura perder a força.

Já caminha silenciosamente um projeto de lei para tornar moral o sexo mediante paga. A prostituição não é crime no Brasil. A externalidade que o projeto vai provocar é elevar moralmente a prática, quando garantir os mesmos direitos que os trabalhadores produtivos fazem jus pelo suor do rosto.

É bem provável que a sociedade, bombardeada diariamente com a ideologia politicamente correta, não veja mal nisso. Entretanto, quando os valores da sociedade não são defendidos corremos o risco de perdemos mais do que imaginamos.


Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP




“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016.
EDUCAÇÃO BRASILEIRA.




Meus amigos, venho hoje falar sobre uma questão polêmica, porém extremamente relevante e atual, que é a implementação de parcerias público-privadas na educação brasileira.

Como todos sabemos, não temos muito do que nos orgulhar em termos de resultados de nossos alunos da educação pública em avaliações de desempenho tanto nacionais quanto internacionais.



“A experimentação consciente e planejada de novos modelos de gestão pode contribuir para melhorar a qualidade do ensino.”

Estamos estagnados e por isso precisamos tentar, ousar, buscar formas de rever os modelos que temos oferecido ao longo dos anos, para que não repitamos sempre os mesmos resultados. E a gestão privada de escolas públicas pode ser sim uma possibilidade interessante.

Há outros países que já se movimentaram nesse sentido, como Estados Unidos, Chile e Suécia, e, indiscutivelmente, obtiveram respostas tanto positivas quanto negativas de tal opção.

Temos que, de forma adaptada à nossa realidade, potencializar o que há de positivo e minimizar o que há de negativo, gerando um modelo que tire proveito da capacidade administrativa da iniciativa privada, conciliada com o interesse público do Estado e de seus profissionais.

É fundamental não nos acomodarmos. Temos que sair da estagnação.

Na prática, as escolas passariam a ter administradores profissionais, uma vez que nossos atuais diretores foram formados em pedagogia, letras, e não para serem gestores.

Em tal modelo, o administrador teria a responsabilidade com o bom funcionamento dos banheiros, dos computadores, da cozinha ou da segurança. E o diretor dedicar-se-ia exclusivamente às questões pedagógicas e à relação entre alunos, professores e a comunidade.

Claro que a implementação de um novo modelo traz sempre desafios, e neste caso não é diferente. Uma vez que não é possível nem desejável que a mudança se dê toda de uma só vez.

Sem dúvida a experimentação consciente e planejada de novos modelos de gestão pode contribuir para melhorar a qualidade do ensino.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

DEZ MANDAMENTOS

Nossa homenagem ao sucesso do filme “Os Dez Mandamentos”, record de bilheteria da indústria cinematográfica brasileira.









“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça-feira, 09 de fevereiro de 2016.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

A INDÚSTRIA TABAGISTA.



Meus amigos, o tema que gostaria de desenvolver junto à toda sociedade brasileira é o tabagismo.

Nosso País avançou muito na área nas últimas duas décadas. Na frente legislativa, aprovaram-se várias medidas com o objetivo de reduzir o consumo do tabaco. Criamos restrições à publicidade de produtos fumígenos derivados do tabaco e, em 2011, proibiu-se a propaganda comercial desses itens em todo o território nacional. 


“Devemos proteger especialmente a juventude brasileira, que é mais facilmente atraída para o uso do tabaco, substância que tanto mal faz para o fumante e sua família.”

Outra medida foi a proibição de fumar em ambientes fechados, muito importante para a preservação da saúde dos não fumantes.

Houve também um investimento do Governo na educação e informação sobre os prejuízos à saúde humana provocados pelo fumo, por meio de campanhas publicitárias, inclusive nas próprias embalagens de cigarro.

Houve também um esforço, embora ainda muito incipiente, no meu juízo, para adequar nosso  sistema de saúde pública para atendimento dos dependentes químicos.

O resultado desse conjunto de ações, Senhor Presidente, é significativo. Segundo os dados do Ministério da Saúde, o número de brasileiros que fumam caiu 31% nos últimos nove anos.

A despeito desses dados auspiciosos, encaro com muita preocupação alguns meios sorrateiros empregados pelas companhias do tabaco para atrair jovens e adolescentes para o consumo da droga.

Por absurdo que possa parecer, tentam associar o fumo a situações capazes de seduzir os jovens, como esportes, competições, festas, pessoas bonitas, alegres e saudáveis, entre outras.

Nunca é demais lembrarmos dos efeitos do fumo na saúde humana. O tabagismo é reconhecido como uma doença que causa dependência física e psicológica, além de conter mais de 4 mil substâncias tóxicas e 40 substâncias cancerígenas, de acordo com informações do Instituto Nacional do Câncer.

Portanto, meus amigos, nosso País não pode baixar a guarda e retroceder na luta contra o tabagismo. Devemos proteger especialmente a juventude brasileira, que é mais facilmente atraída para o uso do tabaco, substância que tanto mal faz para o fumante e sua família.

Antonio Bulhões
Deputado Federal / PRB-SP