sábado, 20 de setembro de 2014

COMPROMISSO COM A FAMÍLIA.


Em todo o meu mandato me posicionei contra as ações governamentais nocivas as famílias.


É muito comum ver que os programas de educação sexual não visam a proteger as nossas crianças dos danos, mas a atraí-las para os danos, como se os preservativos fossem a resposta para todos os problemas.


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: Sábado, 20 de setembro de 2014.

domingo, 7 de setembro de 2014

GOVERNO QUER RETIRAR APOIO ÀS IGREJAS QUE AJUDAM VICIADOS


Tradicionalmente em períodos eleitorais, todos somos bombardeados pela propaganda com propostas de governo que estão no campo do bom senso, como também as que ferem a lógica econômica. Algumas outras ainda não têm o bom-senso e nem a lógica econômica.

Uma delas é a liberação das drogas. Os defensores trazem muitos argumentos favoráveis. Entretanto, não mencionam que os países que há mais tempo as liberaram começam a retornar com a proibição. É um tema polêmico, mas é facilmente constatável pelos noticiários a condição degradante em que vivem os viciados.


A falta de lógica é o fato que, mais cedo ou mais tarde, toda a sociedade terá que pagar pelo tratamento e o sustento do dependente. Isso significa que todos terão que contribuir com mais impostos para sustentar o aumento de despesa que o governo terá com o cuidado aos viciados. A falta de bom-senso dos burocratas está em desconsiderar o sofrimento das famílias, que convivem com um dependente às vezes violento.

“Modernosos”, agora, querem impedir comunidades terapêuticas de utilizar princípios religioso em suas terapias.

Não parou aí o intelectualismo burocrata. O paroxismo da insensibilidade desses modernosos é querer proibir as comunidades terapêuticas, que são mantidas por entidades religiosas, de não mencionar qualquer citação ou princípio religioso na terapia. Acreditam mesmo que as teorias sociais que estudaram são capazes de iluminar todo o caminho percorrido pela civilização. O que não pode ser provado pelos métodos, não serve.

Pode ser muita especulação adivinhar o motivo que os levaram a elaborar a Resolução que veda a religião na recuperação de dependentes. Entretanto, como a maioria das comunidades terapêuticas é organizada por Igrejas Evangélicas, que não romperiam os preceitos cristãos em troca de trinta moedas, o governo produtor de um PIB negativo economizaria os 85 milhões de reais programados para ajudar na contabilidade criativa.

Comunidades terapêuticas religiosas nunca desistirão da missão de serviço ao próximo.

É o mais racional. A tal política pública de evitar a conversão forçada dos internos ao cristianismo seria, na realidade, um véu que cobriria a real intenção: economizar todo o dinheiro possível, porque estamos em recessão.

Os cristãos se medem pelas obras e não só com as palavras. Tenho certeza de que mesmo faltando recursos federais, essas comunidades terapêuticas religiosas continuarão a missão de serviço ao próximo. Não desistirão.

Nós guardamos a máxima conservadora de Edmund Burke: “para que o mal prevaleça, basta que os bons não façam nada”. Fazer nada é o que as comunidades terapêuticas não farão.



Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: Domingo, 07 de setembro de 2014.