quarta-feira, 28 de maio de 2014

MANIFESTAÇÕES SEM MÁSCARAS


No ano passado, o Brasil foi sacudido por manifestações de rua que reuniram milhares de cidadãos. Os protestos aconteceram nas principais capitais do País e, em algumas delas, a violência ocupou o lugar das marchas pacíficas em defesa de mais e melhores políticas públicas de transporte, saúde e segurança.

Tomando a preparação para a Copa do Mundo como bode expiatório, multidões tentaram se aproximar das grandes arenas de futebol em dias de jogo, e as polícias as acompanharam de perto, tendo acontecido vários confrontos, que resultaram em feridos de ambos os lados.


Quero chamar a atenção de todos para o fato de que muitos manifestantes, ao fazer uso de máscaras e capuzes, sentiram-se bastante à vontade para agredir a polícia, depredar, danificar e destruir patrimônios público e privado.

Escondidas sob criminoso anonimato, essas pessoas não mediram as consequências de seus atos, pouco importando se suas ações atingiam inocentes, se destoavam da grande maioria dos manifestantes, que buscavam exercer o legítimo e constitucional direito de protestar.

De acordo com o Datafolha, dos entrevistados acerca dos protestos de rua, 56% afirmaram apoiá-las, sendo que 90% deles se posicionaram contrariamente ao uso de máscaras. Emblemático, não?


Quem deseja protestar que o faça de cara limpa, peito aberto e motivações às claras, em benefício de toda a sociedade brasileira e em respeito aos princípios basilares da democracia.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quarta-feira, 28 de maio de 2014.


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