quinta-feira, 17 de abril de 2014

RACIONAMENTO DE ÁGUA


Como todos sabem, a escassez de água entrou na pauta de preocupações da Nação, um tema difícil para um povo que é dono de reservas de água doce imensas, das maiores do Planeta, e que não está exatamente habituado a poupar.

Ninguém quer pronunciar palavras como racionamento e desabastecimento. Mas é preciso reconhecer que se referem a um quadro que vem se agravando ano após ano, infelizmente, cada vez mais concreto. Trata-se de encarar a realidade.


O Estado de São Paulo, que tem demandas energéticas e níveis de consumo de água imensos, vive uma crise sem precedentes. Especialistas há que consideram inevitáveis as perspectivas, para este ano, de um racionamento de energia.

O poder público e a sociedade em geral não podem mais negligenciar os fatos.

Aos governos cabe ser mais proativos, enfatizar o planejamento, redimensionar projetos e recursos; à população cabe adotar um comportamento de moderação no consumo e incorporar imediatamente novas atitudes, que visem à racionalização do uso dos recursos hídricos, a fim de que, no futuro, se me permitem a paráfrase, não choremos a água derramada.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 17 de abril de 2014.


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