terça-feira, 29 de abril de 2014

CARTILHA DA PEDOFILIA

Estamos publicando, hoje, a nossa nova cartilha da pedofilia.


Saiba como identificar, evitar e denunciar os crimes de pedofilia.

·         Como age um pedófilo
·         Os cuidados com a internet
·         Como entender e ajudar as vítimas
·         Crimes ligados a pedofilia
·         Como proteger crianças e adolescentes
·         Como denunciar 



Prezados amigos e amigas,

Apesar dos avanços na conquista da garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes, como a Declaração Universal dos Direitos da Criança, adotada pela ONU em 1959, a Constituição da República Brasileira, em 1988, e o próprio Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, ainda presenciamos em nossos dias a violência histórica que insiste em vitimá-las.

Nossas crianças e adolescentes apresentam condição de vulnerabilidade e fragilidade inerentes ao seu estado em formação física e psíquica, razão pela qual é o grupo de pessoas que mais padecem pelo cometimento de atos de violência.

De todas, a violência de caráter sexual é, sem dúvida, a mais degradante.

Em todas as suas formas – abuso, exploração, constrangimento, assédio por adulto ou por meio da internet, etc. – a violência sexual subjuga a vítima a um emaranhado conjunto de relações e sentimentos aos quais ela não está preparada, o que, fatalmente, vai marcá-la para sempre, interferindo negativamente em sua percepção do mundo e em sua relação com as pessoas.

Rechaçar, denunciar e punir com maior vigor os infratores é apenas parte do processo para minimizar e banir este flagelo.

Um melhor entendimento da questão da pedofilia fortalecerá a cooperação entre pais, educadores e agentes sociais, em assegurar que nossas crianças e adolescentes tenham melhor qualidade de vida com plena liberdade, paz e tranquilidade.

Desejamos uma ótima leitura!



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Terça-feira, 29 de abril de 2014.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

DIREITO OU OBRIGAÇÃO.

Uma vez que o voto é obrigatório, o direito político qualifica-se também como uma obrigação. Mas o voto deveria ser imposto por lei ou uma obrigação moral?


Vivemos em um regime democrático, assim, o voto deveria ser concebido apenas como um direito. Dessa forma, os cidadãos participariam da formulação do Estado não obrigatoriamente, mas de forma voluntária, consciente e refletida. O voto facultativo, a meu ver, seria mais autêntico.

Deveríamos conscientizar o eleitor da importância de escolher bem o candidato, e não impor àquele o exercício do voto, como se precisasse da tutela do Estado no seu direito de ser representado no cenário político.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta-feira, 25 de abril de 2014.



quinta-feira, 24 de abril de 2014

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SEM IDEOLOGIA DE GÊNERO!



Bulhões comemora aprovação do texto-base do PNE sem “Ideologia de Gênero”

Defensor dos valores da família e de uma educação de qualidade para todos os brasileiros, o deputado republicano Antonio Bulhões (PRB/SP) se destacou como um dos parlamentares mais atuantes na comissão especial que trata o Plano Nacional de Educação (PL 8035/10).


O deputado defendeu a aprovação do destaque, que retirou a ideologia do gênero do texto-base aprovado nesta terça-feira (22). “Fomos duramente atacados sob a alegação de que somos contra o Plano Nacional da Educação. Quero esclarecer que isto não é verdade. Fomos a favor de todas as metas e diretrizes contidas no Plano, que certamente melhorarão a educação no nosso país. Mas não poderíamos compactuar com a introdução da ideologia de gênero na educação brasileira por se tratar de questão inerente e pessoal do individuo, não cabendo ao Estado regular tais condutas”, acrescentou.


Segundo o deputado, a ideologia de gênero iria substituir o uso corrente de palavra “sexo” e acabar com a identidade sexual biológica masculina e feminina. “Se estes novos conceitos fossem introduzidos na legislação, isto acarretaria a total permissividade sexual. A instituição familiar passaria a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros”, explicou.


Bulhões esclareceu que o PNE é uma medida orientadora de como deve ser conduzida a educação no Brasil nos dez anos seguintes à sua aprovação. De acordo com o parlamentar, para estes “novos gêneros” serem protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderiam tornar-se obrigatórios nas escolas sob o rótulo promoção da igualdade de gênero. “Somos radicalmente contra esta política de desconstrução de sexo”, acrescentou ao proferir seu voto.

Matéria: Mônica Donato
Fotos: Douglas Gomes


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 24 de abril de 2014.


A História da Páscoa!

 A História da Páscoa




Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 17 de abril de 2014.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

RACIONAMENTO DE ÁGUA


Como todos sabem, a escassez de água entrou na pauta de preocupações da Nação, um tema difícil para um povo que é dono de reservas de água doce imensas, das maiores do Planeta, e que não está exatamente habituado a poupar.

Ninguém quer pronunciar palavras como racionamento e desabastecimento. Mas é preciso reconhecer que se referem a um quadro que vem se agravando ano após ano, infelizmente, cada vez mais concreto. Trata-se de encarar a realidade.


O Estado de São Paulo, que tem demandas energéticas e níveis de consumo de água imensos, vive uma crise sem precedentes. Especialistas há que consideram inevitáveis as perspectivas, para este ano, de um racionamento de energia.

O poder público e a sociedade em geral não podem mais negligenciar os fatos.

Aos governos cabe ser mais proativos, enfatizar o planejamento, redimensionar projetos e recursos; à população cabe adotar um comportamento de moderação no consumo e incorporar imediatamente novas atitudes, que visem à racionalização do uso dos recursos hídricos, a fim de que, no futuro, se me permitem a paráfrase, não choremos a água derramada.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 17 de abril de 2014.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

SOBE E DESCE


Os historiadores nos dizem que toda grande civilização, ao longo da historia, passa por duas fases. Primeiro, vem a fase de ascensão até alcançar o auge do poder, em que permanecerá por um curto período. A seguir, começa a fase da decadência, culminando com um mergulho no esquecimento.


Isso inclui reinos como o antigo Egito, a Babilônia, a Assíria, o Império Medo-Persa, o Império Grego e o Império Romano. Todos passaram por essas fases – como, a propósito, aconteceu com o Império Britânico.

Segundo estes mesmos historiadores, durante os períodos de ascensão, cada uma dessas nações e reinos observou um período de rigor moral. Havia uma reprovação social à promiscuidade sexual e até mesmo leis que a refreavam. Por causa do rígido código moral da população, esta crescia firme e a nação prosperava.

Após alcançar prosperidade e sucesso, o código moral era relaxado, ignorado e por fim abolido. O povo começava a introduzir expressões sexuais, atrevimentos, imoralidades e promiscuidade, e as nações mergulhavam em um mar de esquecimento.

Isso aconteceu com cada nação da antiguidade, uma após a outra, sem exceção.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Segunda-feira, 14 de abril de 2014.



quinta-feira, 3 de abril de 2014

MAIORIDADE PENAL


Estamos assistindo, alarmados, ao crescimento vertiginoso da criminalidade em nosso País. Nunca, em outras épocas, a hediondez dos crimes tem sido tão aterrorizante como agora.

Todos os dias somos atacados pela imprensa com cenas verdadeiramente dantescas do comportamento delitivo de alguns indivíduos. Jovens, cada vez mais precoces, estão sendo recrutados pelo crime organizado para o cometimento de delitos cada vez mais violentos.


Escudados na irresponsabilidade penal, que só começa aos dezoito anos em nosso ordenamento jurídico, sabem que não serão penalizados por seus atos delituosos. Esses jovens têm plena consciência do ato realizado, ou são inteiramente capazes de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com tal entendimento, no dizer do nosso Código Penal.

Pela nossa Constituição Federal, o menor de 18 (dezoito) e maior de 16 (dezesseis) pode votar, ou seja, dar rumos políticos ao País, modificando, em consequência, a própria estrutura econômica e social.

Todos os menores que cometerem crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura ou que sejam reincidentes inveterados em infrações como roubo violento e lesão corporal grave têm de ser penalizados, porque, como dissemos antes, têm amplo discernimento sobre a conduta que praticam.

Deste modo, a imputabilidade penal tem de ser diminuída para que esses jovens criminosos respondam por seus atos maléficos à sociedade, que não aguenta mais ver tanta violência.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 03 de abril de 2014.