domingo, 30 de março de 2014

NÃO DÊ OUVIDOS A DEUS

Satanás sempre diz à humanidade: “Façam do meu jeito e alcançarão plenitude de vida, prazer, satisfação, realização e alegria”.

Foi assim desde o início. Satanás disse, com efeito, para Eva: “Não dê ouvidos a Deus. Ele não está na moda. Ora, ele tem uma visão limitada e mesquinha e tornará sua vida frustrada e miserável! Se você quer realmente ter uma vida plena, dê uma pequena mordida por minha conta e seus olhos serão abertos”.


Aquilo soava bom, então ela aceitou. Comeu e, em vez do prometido, encontrou vergonha, humilhação, culpa, enfermidade e morte. E houve muitas risadas, como Satanás prometera, mas foram no inferno, dos demônios.

Ao longo dos tempos, eles têm continuamente enganado as pessoas da mesma forma.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Domingo, 30 de março de 2014.

quinta-feira, 20 de março de 2014

COM DEUS SOMOS FORTES


A primeira coisa que Deus fez no exército de Gideão foi eliminar aqueles que eram medrosos e cheios de dúvida (Jz 7.3-8). Era melhor ter 300 homens com fé e sem medo, e que sabiam como se preparar para a batalha, do que 32 mil homens sem fé e que não estavam alertas.

Deus usa pessoas com fé forte e corajosa para trazer glória a Si mesmo.


Por vezes nós nos sentimos fracos na batalha contra os desafios da vida porque ficamos angustiados e com medo. Mas se tivermos fé no poder de Deus como nosso defensor, e se ficarmos de prontidão para a batalha, ele nos trará a vitória de tal forma que teremos a certeza de que veio da parte dele, e não de nossa própria força e poder.

Devemos ter fé quando oramos. Não fé em nossa fé ou fé em nossas orações, mas fé em Deus a quem estamos orando. Então, basta deixar a resposta final na mãos dele.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 20 de março de 2014.


segunda-feira, 10 de março de 2014

COM JESUS NO BARCO


Quando Jesus e seus discípulos estavam num barco atravessando o mar, uma grande tempestade irrompeu e as águas começaram a encher o barco (Mc 4.35-37).

Jesus estava dormindo. Os discípulos então o acordaram e disseram: “Mestre, não te importas que morramos?” (Mc 4.38). Eles presumiram que iam morrer. Mas Jesus se levantou, repreendeu o vento, e este “se aquietou, e fez-se completa bonança” (Mc 4.39).

Então Jesus lhes disse: “Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?” (Mc 4.40). Eles haviam andado com Jesus e o tinham visto realizar muitos milagres, mas ainda não tinham fé além do que podiam imaginar.


Isso com muita frequência também é nosso problema. Uma vez que não conseguimos imaginar com Deus pode nos livrar da confusão em que estamos, pensamos que ele não agirá em nosso favor. Mas, com Jesus, sempre é possível atravessar até o outro lado de seus problemas.

Quando a tempestade irromper, lembre que ele está no barco com você. Talvez você pense que ele não se importa, visto que é sua primeira vez numa tempestade, mas ele pode falar às tempestades em sua vida e silenciá-las.



Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: Segunda-feira, 10 de março de 2014.

sábado, 8 de março de 2014

Homenagem às Mulheres.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sábado, 08 de março de 2014.

quarta-feira, 5 de março de 2014

NOVA CLASSE MÉDIA


Quando falamos das classes C, D e E, estamos nos referindo a 150 milhões de pessoas que gastaram no ano passado 1,27 trilhão de reais. Só os jovens da classe C consumiram, em 2013, algo em torno de 129 bilhões de reais, contra 80 bilhões gastos pelos jovens das classes A e B. Ou seja: os jovens da classe C, integrantes da chamada “nova classe média”, consomem mais do que os jovens de todas as outras classes somadas.

A realidade e o poder da nova classe

Essa força econômica e política promove os “rolezinhos”, e é bom esclarecer, desde o início, que eles não tiveram nenhuma intenção de fazer protesto social ou baderna. Essas aglomerações são aquilo que sempre existiu: encontros de adolescentes.

Grupos políticos e criminosos, ou grupos políticos criminosos, tentaram aproveitar essas reuniões como oportunidade para o crime e a política. Mas não era disso que se tratava.

Se as classes C, D e E do Brasil formassem um país separado, esse país teria um poder de compra que o colocaria na décima sexta posição no ranking das nações que mais gastam (o Brasil está hoje na sétima posição). A periferia brasileira é mais forte, economicamente, do que a Holanda ou a Suíça.


A cidadania e as exigências da nova classe

Essas pessoas moram na periferia, têm péssimos serviços de educação, saúde, transporte e segurança pública, mas viajam de avião, compram celulares e roupas de grife. Para essas pessoas, o poder de consumir chegou antes de terem acesso à plena cidadania, ou seja, aos direitos de serviços públicos eficientes.

Treze milhões desses brasileiros mais pobres não têm água encanada, 37 milhões não têm coleta de lixo, e 77 milhões não têm coleta de esgoto; mas foram esses brasileiros que compraram 58% dos smartphones vendidos em 2013, e 54% das passagens de avião. O que vemos é o paradoxo de se viver na periferia carregando uma lata d’água na cabeça e ter um celular de última geração.

A julgar pelo consumo, as classes baixas são até mais exigentes do que as classes altas: no ano passado, 73% das mulheres da classe A e B compraram produtos piratas, mas, na classe C, esse número foi menor: 53%. Tudo isso é motivo para muita reflexão, e para ficarmos atentos às mudanças ocorridas no Brasil.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quarta-feira, 05 de março de 2014.