sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

ESTA NOVA GERAÇÃO.

As pessoas sempre foram levadas a acreditar que as orientações bíblicas sobre sexo definitivamente não as fariam felizes.

Há cinquenta anos ouvimos, de toda sorte de “especialistas”, que se você não soltar as rédeas, acabará destruindo seu filho. Você não quer que seus filhos se tornem inibidos, “deixe que coloquem tudo para fora” – permissividade é o nome do jogo da paternidade.

Assim, apoiado por citações de muitas autoridades o conceito de permissividade foi vitorioso. E o que aconteceu?

Produzimos toda uma geração de monstrinhos permissivos bem-sucedidos em fazer com que o povo se encolhesse de medo por trás de portas e janelas trancadas.


As pessoas têm medo de sair à noite nas cidades grandes, porque existem algumas pessoas que simplesmente não sabem conter seus impulsos.

Caso sintam um impulso de estuprar, estupram; caso sintam um impulso de matar ou molestar, o fazem.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sábado, 21 de Dezembro de 2013.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

DIZENDO NÃO À INFIDELIDADE


Você sabia que, nem todo desejo nosso deve ser satisfeito? Principalmente no casamento, onde, para que ele funcione, não podemos nos limitar à satisfação de nossos desejos e nossas vontades.

O casamento nos leva a dizer “não” a determinado nível de indulgência adolescente. E, atualmente, nossa sociedade procura viver em um eterno estado de adolescência, que em regra geral, é uma fase de individualismo puro e irrestrito.

Embora o individualismo tenha o seu valor, é difícil encontrar um contraponto no compromisso.


O casamento vai além de algo onde eu busco algo que seja “bom para mim”. Ele também precisa ser bom para o cônjuge, bom para os filhos e até mesmo bom para a sociedade.

Em última analise, o casamento representa um compromisso com Deus, e significa que as responsabilidades ultrapassam os próprios sentimentos.


Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

MALEFÍCIOS DA OBESIDADE


O excesso de peso já se transformou em questão de saúde pública, atingindo proporções epidêmicas em todo o mundo. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) já a tem como a epidemia deste século, e avisa: “Sem medidas drásticas, mais de 50% da população mundial será obesa em 2025”.


Aqui no Brasil, a situação é preocupante. Estima-se que mais de 65 milhões de pessoas estão com excesso de peso, e dez milhões são considerados obesos. Sem distinção de idade ou classe social, os números apenas crescem.

E a ela estão associadas pelo menos 26 outras doenças, como hipertensão, alterações cardiovasculares – com destaque para o acidente vascular cerebral (AVC) –, diabetes, isquemia, varizes e úlceras varicosas, dispneia, artrite e alguns tipos de câncer.

Como se vê, não se trata de simplesmente opor pessoas magras e gordas, como se apenas questão de estética fosse. Como desprezar o aumento da mortalidade em associação com a obesidade como principal causa das mortes evitáveis?

Devemos nos conscientizar de que a obesidade é problema gravíssimo, que merece atenção de todos: indivíduos, profissionais de saúde, governos.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta-feira, 05 de Dezembro de 2013.