domingo, 27 de outubro de 2013

SEMPRE CHEIOS

Jesus não deve ser visto apenas como nosso Salvador e nada mais – embora isso fosse mais que suficiente.

Devemos enxergá-lo também como aquele que nos capacita a viver a vida que Deus planejou para nós.

A maneira como ele faz isso é concedendo seu Espírito para que jorre em nossa vida como uma fonte que nunca seca.

Somente essa água é espiritual e eterna, que flui e se renova continuamente, contendo tudo o que é necessário para a vida.

Jesus se referiu ao Espírito Santo como água viva.


Depois de pedir água à mulher à beira do poço, ele disse: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna.” (João 4.13-14)

O Espírito Santo é a fonte de que Jesus falou, que jorra em nós para o resto de nossa vida na terra.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Domingo, 27 de Outubro de 2013.



sábado, 12 de outubro de 2013

CASAMENTO E CONSUMISMO


A Emenda Constitucional 66 acabou com a possibilidade de optar pela separação judicial do casal que não deseja viver uma sociedade conjugal.

Ocorre que o novo dispositivo apenas derroga o prazo necessário para o divórcio. Dizer que a consequência da norma é o fim da separação judicial mais parece uma estratégia ideológica com o objetivo de atingir a família.

Primeiramente os casais terminariam a sociedade conjugal, pondo fim aos deveres da coabitação, da fidelidade recíproca e do regime de bens, mas não poderiam contrair novas núpcias. Claro está que o intervalo da lei anterior significava permitir ao casal um tempo para repensar a relação, sem ter o rompimento pleno. Depois viria o divórcio, quando o casamento chegaria ao completo fim.




A interpretação ideológica da nova lei do divórcio irá permitir que a pessoa ponha fim à relação matrimonial e no mesmo dia contrair novas núpcias no mesmo cartório. O casamento seria realizado na modalidade DRIVE THRU.

Família é fonte de estabilidade pessoal e ainda o meio fundante de uma sociedade saudável.

Se os políticos e os juristas se preocupam com o desenvolvimento social, devem considerar que a soma de pequenas decisões que fragilizam a família podem levar ao esfacelamento do tecido social.

        
Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sábado, 12 de Outubro de 2013.



sábado, 5 de outubro de 2013

SÉTIMO MANDAMENTO


O mandamento é enfático! É simples, irrestrito, irrevogável e negativo: “Não adulterarás”.

Não há uma justificativa anexada; razão alguma é dada. O pecado envolvido é tão destrutivo, nocivo e condenável, que não é necessário nenhuma explicação.


O adultério é um pecado contra o espírito humano e contra a vida espiritual que produz resultados traumáticos. É, também, um pecado contra a família, que é a unidade básica da sociedade. É o rompimento do juramento nupcial “Prometo amar-te, respeitar-te...”. é um pecado contra os filhos, sendo uma das mais inflamadas causas de divórcio, o adultério já produziu milhões de crianças que cresceram sem um pai e uma mãe perto delas, criando enormes problemas na vida dessas crianças.

O adultério, e suas consequências maléficas, é um pecado contra a nação e a sociedade. A maioria dos países é baseada na unidade familiar, e sempre que a família é destruída, a nação fica mais fraca.

        
Por: Bispo Antonio Bulhões

Data: Sábado, 05 de Outubro de 2013.