sexta-feira, 19 de julho de 2013

EDUCAÇÃO MORAL


Nós, os conservadores, temos uma visão diferente da vida. Entendemos que a nossa trajetória pela vida se faz com o suor do rosto e com persistência.

Para os conservadores nada é dado; tudo é feito com esforço, e o lazer é um período de refazimento das energias para o novo dia de trabalho.

As políticas de somente focar os direitos anda produzindo um efeito não intencional. Estudo do IBGE mostrou que mais da metade dos adolescentes brasileiros já experimentaram bebidas alcoólicas e que 31% deles iniciaram na prática com menos de 13 anos.


O discurso que os progressistas fazem sobre isso é um velho clichê: - “Os adolescentes estão na fase da descoberta e a família e a escola devem compreender isso”.

Será que devemos deixar correr tão frouxo assim? A Pesquisa usada pelo IBGE também constatou que cigarro e drogas estão presentes na vida dos adolescentes. Entrevistou mais de 100 mil estudantes em todo o Brasil e 51% das meninas já experimentaram alguma droga contra 48% dos meninos.

Se na nossa imaginação os jovens tinham um comportamento mais recatado, esses índices sugerem que a educação familiar ou escolar inverteu a regra. Educação moderna que é reflexo de uma política de exagero de direitos contra as obrigações.


Os índices apresentados pela pesquisa do IBGE sobre álcool, cigarro e drogas podem ser um sinal de que a família vem deixando para a escola a educação moral que deveriam ensinar.

Educação moral que eleva as obrigações sobre os direitos. Educação moral que ensina que não se pode ter tudo. Educação que prega que o trabalho é o meio de conquistar.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 19 de julho de 2013.


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