quinta-feira, 20 de junho de 2013

CRIME CONTRA A HUMANIDADE


Meus amigos, reforço publicamente, mais uma vez, meu posicionamento contra o aborto, esse crime contra a humanidade, contra a vida, contra a natureza e contra o bom senso.

Alguns defendem o aborto até os três meses de gravidez, argumentando que até esse momento o cérebro e a coluna vertebral ainda não estão conectados, e, portanto, o feto não sentiria dor. Ora, com base nesse argumento seria possível defender a morte de qualquer pessoa, desde que ela fosse anestesiada antes.


Apenas o ser humano interrompe a vida de seu descendente antes mesmo que ele respire pela primeira vez.

O número de abortos diminuiu nas últimas décadas, em função do maior acesso ao planejamento familiar e aos métodos contraceptivos. Mesmo assim, esse crime é cometido cinquenta milhões de vezes por ano, em todo o mundo.

Todo empenho é necessário para deter a cultura da morte, travestida de “autonomia da mulher”. No Brasil, quem derruba uma árvore de pequi ou prende um tatu é preso, mas querem leis apoiando as mulheres que decidem abortar. Isso é um contrassenso. Na Itália, um casal de médicos já defende a legalização do assassinato de bebês recém-nascidos, em nome da suposta “autonomia da mulher”.

É nosso dever agir com a nossa consciência, com a nossa razão, para impedir a completa dissolução da moralidade, e a legalização dos crimes mais hediondos.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 20 de junho de 2013.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

A MAIORIA SILENCIOSA


Mais um desfile de um carnaval hedonista fora de época teve lugar em São Paulo. O clima não ajudou muito, pois uma chuva fina parece que esfriou os hormônios dos foliões da festividade gay. Segundo o Datafolha, menos de 200 mil compareceram. Foi menor que no ano passado.

Personalidades conhecidas do Brasil compareceram para demonstrar alinhamento político à causa. Um político militante, como animador de audiência, gritava palavras de ordem como: “Fora o fundamentalismo religioso. Nós somos muitos, não somos fracos.”


Os muitos mencionados pelo animador podem fazer ruído, porque a maioria silenciosa quer mesmo é melhorar a própria vida, cuidar da família e ver os filhos progredirem. A maioria silenciosa pouco se importa com quem beija quem.

Sabemos que desde sempre a sociedade é divida em duas classes. A classe que governa e a classe que é governada. A maioria silenciosa vê os acontecimentos e ouve os ruídos. Por enquanto, a minoria barulhenta é quem vai cumprindo o papel da classe governante.

A patrulha do politicamente correto domina todas as redações da imprensa e a universidade. Mas a retórica da opressão do oprimido já não está funcionando, como o último desfile.


A maioria silenciosa cristã tem história de resistência em favor de causas da liberdade, da família e da comunidade. Não seremos criminalizados por causa das nossas concepções morais, assim como não pretendemos acusar o comportamento desviante.

Sejam felizes na própria luxúria. Não ataquem as suas raízes. Vocês estão vivos e gritando porque tiveram uma família tradicional que os conceberam e os educaram. Hoje vocês podem ser ruidosos no comportamento, mas foi da maioria silenciosa e comportada que vocês vieram.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 07 de junho de 2013.



quarta-feira, 5 de junho de 2013

REPRESENTAÇÃO EVANGÉLICA


A bancada evangélica da Câmara dos Deputados ampliou recentemente a visibilidade ao assumir o controle da Comissão de Direitos Humanos. Mas veja alguns dados que demonstram que ainda há muito o que ser feito.


Embora a bancada tenha mais que duplicado, pois na legislatura anterior éramos 36 e hoje somos 76 deputados (15% dos 513 deputados), nossa representação é menor do que da população que se declarou evangélica no mais recente Censo do IBGE (22,2%).

Mesmo assim, se a bancada evangélica fosse um partido, ela seria o terceiro maior na Câmara Federal (estamos espalhados entre 16 partidos). Temos que superar a questão partidária e denominacional (são 24 igrejas representadas) que nos separam, pois o que nos une é maior do que tudo isso.

LEI ANTI-HOMOFOBIA


Estamos combatendo a forma como querem aprovar o PL 122, pois seríamos criminalizados ao considerarmos a homossexualidade um pecado, ferindo o direito constitucional da liberdade religiosa.

REFORMA DO CÓDIGO PENAL


Diversos itens do Novo Código Penal são vistos com preocupação pela bancada. Os mais polêmicos são: a descriminalização do aborto, a eutanásia, a redução da idade mínima do crime de estupro presumido de 14 para 12 anos e a legalização de casas de prostituição.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quarta, 05 de junho de 2013.