sexta-feira, 26 de abril de 2013


DEZ REGRAS PARA CRIAR FILHOS DELINQUENTES



01 - Comecem desde a infância a dar a seu filho tudo que ele quiser. Dessa forma, ele crescerá achando que o mundo deve sustentá-lo.

02 - Quando ele aprender palavrões, riam dele. Isso o fará achar que é engraçadinho.

03 - Nunca dêem a ele nenhuma educação espiritual. Esperem até ele ter 21 anos e então deixem que ele “decida por si mesmo”.

04 - Evitem usar a palavra errado. Ela pode acarretar um complexo de culpa. Isto o condicionará a acreditar mais tarde, quando for preso por roubar um carro, que a sociedade está contra ele e que ele está sendo perseguido.

05 - Apanhem tudo o que ele deixar caído pelo chão. Façam tudo por ele a fim de que ele adquira experiência em jogar toda a responsabilidade sobre os outros.


06 - Permitam que ele leia qualquer coisa impressa que lhe cair nas mãos, ou assista qualquer tipo de programa na televisão. Cuidem de esterilizar os talheres e os copos, mas deixem que a mente dele se alimente de lixo.

07 - Discuta frequentemente na presença de seus filhos. Desta forma, eles não ficarão tão chocados quando seu lar se desfizer mais tarde.

08 - Dêem ao seu filho todo o dinheiro que ele quiser gastar. Nunca permitam que ele ganhe seu próprio dinheiro.

09 - Defendam-no contra vizinhos, professores e policiais. Todos eles são preconceituosos com relação ao seu filho.

10 - Quando ele se meter em sérias encrencas, desculpem-se, dizendo: “Nunca pudemos com ele mesmo.”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 26 de Abril de 2013.


quarta-feira, 17 de abril de 2013


ALÉM DAS SANDÁLIAS


A recente resolução do Conselho Federal de Medicina sobre o aborto me fez lembrar a frase de que a democracia é o pior regime, com exceção de todos os outros. Só mesmo na democracia um órgão de classe, sem competência normativa, julga que o aborto de um feto até a 12ª semana de gravidez é correto.

Ao dizer que é bacana o aborto até a 12a semana, o Conselho Federal de Medicina deu um passo além de suas sandálias.


Parece-me carente de lógica simples o argumento do Conselho quando diz que proibir o aborto até a 12a semana restringe a autonomia da mulher em decidir sobre o próprio corpo. Se entendi direito não haveria problema para o Conselho restringir a autonomia da mulher quando o feto chegasse na 13a semana. Seria preciso, então, avisar as mulheres que a autonomia delas tem prazo de validade.

Justificar o aborto por ser o feto parte da mulher fere a ciência e a lógica elementar.

Materialmente, a mãe é a hospedeira, que alimenta o feto. Biologicamente, o ser que está no ventre é igual ao que estará no colo da mãe com 1 ano de idade.

Podemos também abordar a questão de maneira legalmente laica. Se biologicamente um ser de um ano é igual a um feto no útero materno, porque poderíamos matar o feto e não o bebê? Ser contrário ao aborto não é uma questão religiosa. É uma questão lógica.

A Resolução do Conselho Federal de Medicina é para deixar um cético muito preocupado. Quando a Autarquia expressa um juízo de valor dessa forma, que confiança poderá ter-se na ética, no momento em que julgar um médico por atuar clandestinamente em clínica de aborto? Irá aplicar a lei ou a ideologia do Conselho?


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quarta, 17 de Abril de 2013.

sexta-feira, 5 de abril de 2013


ENSINA A CRIANÇA


“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele” (Provérbios 22:6).


É tão fácil olhar para a escola ou para a igreja e esperar que elas obedeçam ao conselho do sábio rei Salomão. Mas Salomão nada sabia a respeito de nenhuma das duas coisas quando escreveu esse provérbio. Ele o escreveu para os pais.

Nós é que somos mais bem equipados para ensinar, não a professora na escola ou alguém na igreja. A escola e a igreja procuram auxiliar o lar nessa empreitada.


Tenho percebido que nem a igreja nem a escola podem ressuscitar o que o lar assassinou.

Temos que ensinar aos nossos filhos princípios bíblicos sólidos, e não uma longa lista do que eles podem e do que não podem fazer.

Infelizmente, em muitos lares cristãos, o filho fica sabendo o que pode e o que não pode fazer, mas não aprendem a entender por quê.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 05 de Abril de 2013.