sexta-feira, 19 de outubro de 2012


LIBERDADE versus LIBERTINAGEM


Um francês chamado Alexis de Tocqueville, viajou pelos Estados Unidos em 1830, e ficou atônito ao ver que, embora o povo americano fosse muito religioso, também era o mais livre.

Ele escreveu: “Não há nenhum país em todo o mundo, onde a religião cristã mantém uma influência tão grande sobre a alma dos homens como nos Estados Unidos”. Em outra passagem observa: “Os americanos associam tão intimamente em suas mentes as noções de cristianismo e liberdade, que é impossível fazê-los conceber um sem o outro”.


Ao relatar a situação do seu país ele diz: “Na França, quase sempre vejo o espírito da religião e da liberdade seguirem cursos completamente opostos um ao outro”. Tocqueville destacou que na França, a religião e a liberdade eram consideradas antagônicas.

Entretanto, em pleno século XXI, os EUA estão se aproximando de uma situação um tanto similar à da França da década de 1780 – onde o pecado se torna flagrante e a moral degradada.

Antigamente as pessoas se aproximavam do cristianismo buscando a sua “libertação do pecado”. Mas hoje, buscam distância do cristianismo em nome da sua “libertação para o pecado”, transformando a liberdade em rebeldia e, na pior forma de libertinagem, não querem que ninguém fale, censure ou os restrinja de alguma forma.

Por conseguinte, os liberais modernos veem o cristianismo como repressivo e não como libertador.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 19 de Outubro de 2012 às 09:32

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