terça-feira, 28 de agosto de 2012


DEPOIS DA VIDA.



No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
 - Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, por fim, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e por ela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…
                                    
PENSE NISSO:
Como achar que não exista vida após o nascimento???
Esta questão é a mesma de não acreditar em vida após a morte!!!
Tudo depende de um ponto de referência. Usar o óbvio para explicar o duvidoso.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça, 28 de Agosto de 2012 às 8:58

sábado, 25 de agosto de 2012


MORAL – Ingrediente Fundamental para a tranquilidade das Cidades.



Meus Amigos, estamos entrando em uma nova fase política que é as eleições locais. Como diz um ditado político, as pessoas não vivem na União, elas vivem nos Municípios. Em cada um deles, os problemas cotidianos permanecem atrapalhando a vida e demandam vontade política, projetos e recursos para serem resolvidos.

Alguns problemas afetam as pessoas que moram nas cidades como a segurança pública.


A questão da segurança é um problema de todos. É também um imperativo moral a pessoa prestar auxílio a quem precisa, como defender alguém de uma violência iminente. Por isso, é importante discutir esse tema porque ele poderá surgir durante a campanha eleitoral.

A ação de repressão tem o objetivo de educar moralmente a população de que o crime não compensa. Educação essa chamada de retribuição no sentido mesmo religioso.

Um estudo da Universidade do Oregon, Estados Unidos, revelou que a criminalidade é mais baixa em sociedades onde as crenças religiosas das pessoas contêm um forte componente punitivo em seus códigos religiosos do que em lugares em que as crenças religiosas são mais benevolentes.


O pesquisador acrescentou que essa descoberta do medo de ser punido com a condenação ao inferno reforça a comportamento das pessoas para agir honestamente em relação aos outros.

Essas constatações da pesquisa parecem comprovar que o fator moral é um componente importante para a tranquilidade das cidades.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 25 de Agosto de 2012 às 10:32

sábado, 18 de agosto de 2012


MEU DINHEIRO, SEU DINHEIRO.



Para um relacionamento matrimonial funcionar é absolutamente indispensável estabelecer alguns acordos financeiros.


São acordos necessários para poder administrar o conjunto de bens que, segundo o direito civil, é um dos efeitos do regime matrimonial, que determina quais são os bens individuais e quais são os bens comuns.

Atualmente é muito possível que os recursos financeiros do casal provenham dos dois.

São muitas as alternativas: é o homem que trabalha e dá a mulher o necessário para manter o lar; outra, é quando a mulher trabalha e sustenta a família com seu salário; uma outra é quando o homem trabalha e a mulher recebe uma determinada renda; e por último, também é possível que o casal tenha uma empresa familiar.

Na  primeira alternativa apresentada acima não há conflitos, porque o esposo mantém a estrutura tradicional de provedor do lar.

Mas, não vamos nos enganar, este modelo familiar está longe de ser a realidade de muitos lares em pleno século XXI.


Vale dizer que, hoje em dia se requer um esforço descomunal para que, de forma simultânea – independentes e interdependentes, venhamos a nos responsabilizar como cônjuges, dos recursos financeiros, assim como dos gastos comuns e dos gastos individuais.

O casal deve buscar administrar estrategicamente as finanças para um melhor desempenho econômico e uma melhor relação conjugal.

É uma porta que se abre para a oportunidade de ser um casal mais feliz.

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 18 de Agosto de 2012 às 22:18

domingo, 12 de agosto de 2012


CORRIDA ELEITORAL



Meus amigos, vocês devem lembrar quando falamos sobre a onda conservadora que parecia vir como algo para permanecer na referência da sociedade. 

Ela viria para marcar os valores que a nossa sociedade traz como a ética do trabalho, a liberdade e os valores fundamentais da família. Valores que hão de conduzir-nos pela trilha do progresso.



O novo, na política brasileira, está em trazer para o ambiente público o que prezamos nas nossas casas. O novo é o inverso daquilo que se tem feito até hoje de misturar o público com o privado.

Nas nossas casas, prezamos o respeito entre a família. Exigimos solidariedade entre todos. Buscamos o progresso dos nossos filhos. Agora, vamos levar esses valores do lar para a política.

O Novo na Política brasileira é trazer para o debate a ética cristã, bastante testada pelo tempo. Ética que fundou o nosso País, mas que, de tempos para cá, foi perdendo a relevância, porque a mentalidade modernosa a considerava conservadoramente atrasada.

O povo começa a perceber que os valores da família estão chegando à política. O vício do salve-se quem puder está para ser suplantado pelo valor do bem comum em prol de todos.



Relembremos a última eleição presidencial. Quando valores cristãos vieram para o debate político, quem demonstrava vencer no primeiro turno, teve uma rodada a mais de campanha. Se naquela eleição esses valores surgiram espontaneamente, assustando os marqueteiros, hoje esse tema estará presente desde o início.

O que eles não perceberam é que a mensagem conservadora está codificada há séculos, mas ainda é pouco praticada em prol da sociedade: Valores cristãos de amor ao próximo, de respeito à individualidade e de religação entre a população e o prefeito.

A população cristã já reconhece esses valores. Ideias honestas e conservadas há muito tempo na alma da população têm mais poder de que outras frágeis repetidas mil vezes.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 12 de Agosto de 2012 às 17:38

quinta-feira, 2 de agosto de 2012


OUVINTE PASSIVO X OUVINTE AGRESSIVO



Há dois tipos distintos de ouvintes: passivos e agressivos. Um ouvinte passivo não vem a Deus esperando ouvir uma ordem da parte dele, que requererá uma renúncia ou sacrifício. O ouvinte agressivo vem sabendo e buscando ouvir diligentemente o que Deus tem a dizer, querendo estar sensível ao que Deus possa exigir dele.


Um ouvinte agressivo está sempre investigando, buscando e comparando o que ouve da parte de Deus com a sua conduta pessoal, para ter certeza de que a sua vida está pautada nas sagradas Escrituras.

O ouvinte passivo pouco lê a Bíblia, e quando chega a igreja para o culto, não presta a menor atenção ao que Deus está falando por meio da pregação, edificando assim a sua vida sobre a areia instável.

Devemos escutar e ouvir a Palavra de Deus com fervor e concentração. Nada menos que isso será suficiente. Não devemos apenas sentar passivamente e permitir que a Palavra de Deus permaneça apenas no nível superficial.

O alicerce sólido de nossas vidas surge quando ouvimos agressivamente e colocamos em prática a Palavra de Deus.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 02 de Agosto de 2012 às 10:46