sexta-feira, 20 de julho de 2012


POLÍTICA COM QUALIDADE




Política não presta! Nenhum político presta!
Se você nunca ouviu estas expressões, você não está no Brasil.

O MITO DA POLÍTICA NO IMAGINÁRIO BRASILEIRO

Há décadas, temos presenciado a reclamação da maioria dos brasileiros por conta da corrupção e da má gestão da administração pública por parte dos governantes.

Assim, acabamos por nivelar a todos pelo prumo dos maus políticos. Decidimos então que é melhor ficarmos neutros e nunca mais votarmos em ninguém.

A neutralidade é a renúncia da responsabilidade. Ela é uma ilusão, pois não tomar uma atitude significa tomar a atitude de não fazer nada.


Por tabela, acabamos piorando as coisas. É como disse Platão, “a punição que os bons sofrem, quando se recusam a tomar parte do governo, é viver sob o governo dos maus”.

Em outras palavras, quando não gostamos de política, na verdade, estamos entregando-a para aqueles que gostam.

DO MITO À REALIDADE

Temos que mudar essa mentalidade!
A política tem tudo a ver com o nosso cotidiano.

A qualidade de vida que temos é resultado da qualidade da política que predomina no país.


Do alimento que ingerimos ao transporte que utilizamos, do salário que recebemos à segurança de andar despreocupados pelas ruas, tudo depende da administração política.

É bem verdade que existe o mau político, que não presta. Mas, se refletirmos um pouco, todos nós temos uma grande parcela de responsabilidade pela injustiça, corrupção, violência, desemprego, afinal, somos nós mesmos que elegemos nossos governantes.

Estamos a poucos dias das eleições municipais. É o momento em que nós, brasileiros, teremos nas mãos o poder de decidir o futuro da cidade onde vivemos.


A mudança começa a partir da nossa conscientização e do exercício de nossa cidadania, escolhendo representantes idôneos e competentes, que saibam aplicar corretamente os recursos arrecadados através de nossos impostos, enfim, comprometidos com o cidadão.

Sua atitude pode mudar o Brasil. Comece compartilhando e contagiando as pessoas de seu relacionamento.

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 20 de Julho de 2012 às 21:13


terça-feira, 10 de julho de 2012


IGREJA UNIVERSAL COMPLETA 35 ANOS




Quero homenagear, com bastante entusiasmo e satisfação, uma das maiores igrejas neopentecostais do Brasil. Refiro-me à Igreja Universal do Reino de Deus, que completa hoje, dia 9 de julho, 35 anos de existência!

As estatísticas relacionadas à Igreja assombram pela grandeza dos números: no Brasil, estima-se que a instituição congregue cerca de dez mil pastores, quinhentos mil obreiros e mais de dois milhões de fiéis! A quantidade de templos também impressiona: cerca de 5.000 no país e outros milhares espalhados em mais de 200 países.


A partir desses números, é difícil imaginar que a Igreja tenha-se iniciado de forma modesta. Porém, foi em um simples coreto de um subúrbio carioca, por meio das pregações fervorosas de tão-somente um homem, o Bispo Edir Macedo, que germinou o que seria hoje a Igreja Universal.

Embora seus instrumentos de trabalho consistissem em uma Bíblia, um microfone, uma caixa de som e um teclado singelo, sua fé pessoal e sua ânsia em disseminar a palavra de Jesus não demorou a cativar um número cada vez maior de pessoas. Assim, com o passar do tempo, tornou-se necessário não apenas um templo, mas vários, para acomodar uma multidão de seguidores que só cresce. A Igreja Universal é, dessa maneira, mais um exemplo do que a dedicação ao trabalho e a busca pela realização dos sonhos são capazes de construir.


Nessas três décadas e meia, a IURD, como é conhecida pelos fiéis, vem cumprindo com devoção e eficiência a sua missão de semear o Evangelho, dignificando o nome de Jesus e difundindo palavras de paz, esperança e salvação. Ela vem contribuindo também para promover a harmonia familiar, a integridade de caráter, o espírito cívico, o respeito ao próximo, enfim, os mais elevados valores humanos, que auxiliam para o progresso não só das relações sociais, mas também do País.

Como se pode perceber, a Igreja Universal tem cumprido, com empenho e firmeza, um valoroso papel na vida do indivíduo e da sociedade. Revelando a palavra de Deus, a Igreja tem levado harmonia a lares, resgatado viciados, ajudado na formação do caráter e no alcance da paz interior. Ao mesmo tempo, tem agido para a promoção da igualdade, justiça e paz social.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda, 09 de Julho de 2012 às 15:00

sexta-feira, 6 de julho de 2012


O PREÇO REAL DO CIGARRO



Um estudo inédito, recentemente divulgado pela Aliança de Controle do Tabagismo, revelou que, apenas em 2011, o Brasil gastou 21 bilhões de reais no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao hábito do cigarro.


O valor equivale a 1/3 do orçamento total do Ministério da Saúde.

Os dados da pesquisa revelaram ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no Brasil.

Em números absolutos, são 130 mil óbitos anuais decorrentes de doenças relacionados ao cigarro, o que significa 356 mortes por dia.

A importância dessa pesquisa, além de evidenciar mais uma vez os malefícios do tabagismo, reside no fato de que os números revelados vão de encontro ao principal argumento da indústria tabagista: a arrecadação de impostos.

Segundo a pesquisa, o valor gasto com a saúde é 3,5 vezes maior do que o volume total da arrecadação com produtos do setor.


Assim, resta mais do que demonstrado o impacto do tabagismo na economia do País.

Não bastasse a falácia das contas, recorrentemente utilizada pelos fumicultores, o argumento peca pelo menosprezo em relação à saúde, à qualidade de vida e ao sofrimento das pessoas.

Dito de outro modo, é inadmissível apontar ganhos de arrecadação como compensação ao flagelo do cigarro – sobretudo se tais ganhos, na ponta do lápis, se mostram inconsistentes!

Em nosso entendimento, as medidas já em vigor proibindo a propaganda e o consumo em lugares públicos foram muito bem-vindas e bem-sucedidas.


Mas ainda devemos investir em campanhas de prevenção voltadas especificamente para a população jovem, mais vulnerável e menos consciente dos imensos males causados pelo cigarro.

Assim, muito embora as medidas restritivas tenham produzido efeitos palpáveis, temos de encontrar novas maneiras de trabalhar no campo da prevenção, evitando que os jovens de hoje e de amanhã sucumbam ao falso apelo de independência e rebeldia tradicionalmente incorporado ao cigarro.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 06 de Julho de 2012 às 18:25