sexta-feira, 15 de junho de 2012


O ENGANO DO ADULTÉRIO



Muitos cometem adultério, traindo o cônjuge e colocando toda a sua família em ruína, e somente depois percebem que, se tivessem evitado o apego, o pior teria sido evitado.

O apego ocorre quando a pessoa percebe, subconscientemente, que pode ser amada com maior plenitude de vida através de outra pessoa e se ata a ela.

Há uma transferência de amor para outra pessoa que não é o seu cônjuge. E, acredite, por mais incrível que isso possa parecer, este amor não é real, nem para quem dá nem para quem recebe.


O apego pode acontecer com todos que se envolvem com suficiente profundidade. Qualquer pessoa pode apaixonar-se loucamente ou enamorar-se por outra pessoa e desejar passar excessivas quantidades de horas com ela. Nestes casos, o “amor” está majoritariamente composto por admiração e esperança.

A química sexual pode seduzir, ao desinformado e ignorante, aos imprudentes vínculos e consequentemente ao adultério.

De alguma maneira chegamos a pensar que o que sentimos, emocional e fisicamente, é sincero e real. Puro engano! Os sentimentos sempre estão sujeitos a confusões. Eles provém do coração, o qual é enganoso e desesperadamente corrupto (Jeremias 17.9).

Sabemos que os sentimentos físicos geralmente são verdadeiros. Muitos tem caído demasiadamente porque pensaram que a sedução sexual nasceu de um verdadeiro amor.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 15 de Junho de 2012 às 09:47

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