sexta-feira, 22 de junho de 2012


AS CRISES DO CASAMENTO



É preciso reconhecer que o amor está constantemente ameaçado por múltiplas e diversas circunstâncias que geram crises na relação conjugal.

Algumas crises surgem por motivos externos e outras se formam na própria relação. Umas se solucionam facilmente e outras se instalam na vida diária. Há crises que acabam unindo ainda mais o casal e outras podem chegar a destruir completamente a relação.

Em todas as circunstâncias é imprescindível saber o que desencadeia a crise, como preveni-las e como enfrentá-las.


Há crises devido as mudanças pessoais, sociais e culturais. Todas acabam afetando a estabilidade conjugal.

Há crises produzidas pelas dificuldades de comunicação, quando o diálogo é pobre, não existe ou se reduz ao trivial do cotidiano.

Há crises quando não se pode estabelecer limites claros de união e independência da parentela. Também quando não há acordo com as atitudes em relação aos filhos e os critérios com respeito a educação.

Há crises pelas expectativas não satisfeitas em torno da intimidade sexual.

Há crises ao não saber expressar sentimentos e ressentimentos como: angústia e incapacidade, insegurança e medo, frustração e insatisfação, desilusão e raiva.

Precisamos identificar os sinais de alerta. Pois há crises que são perigosas e definitivas, crises que se convertem em conflitos e conflitos que podem despedaçar o projeto de amor, arrastando juntos os filhos, vítimas inocentes da incapacidade dos seus pais de solucionar seus problemas.

São crises que devemos evitar a todo custo!



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 22 de Junho de 2012 às 20:23

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