sexta-feira, 29 de junho de 2012


A CHAVE DA ORAÇÃO



Na vida espiritual de uma pessoa, a oração é uma questão de suma importância. Todo cristão genuíno percebe isso e se entrega à oração.

Apesar disso, embora muitos gastam tempo orando sobre muitos assuntos, parecem não alcançar o objetivo na oração. O motivo é que não descobriram a chave para a oração.

Não importa o que temos para fazer, precisamos saber como fazê-lo.

Se desejamos entrar em um recinto e a porta está trancada, não há como entrar a menos que possuamos a chave. Se tentamos transportar uma mesa passando por uma porta, a dificuldade não é o peso da mesa nem a largura da porta, é a falta de técnica por parte daqueles que estão realizando a tarefa. As pessoas que aprenderam a arte de fazer as coisas, fazem-nas bem; as pessoas que não aprenderam a arte, trabalham em vão.



Muitos cristãos fervorosos oram extensamente; fazem longas orações, com muitas palavras, todavia não recebem respostas de Deus. Na oração, palavras são essenciais, mas não devemos ter excesso de palavras. Nossas palavras devem ser objetivas; devem ser palavras que toquem o coração de Deus para movê-lo a ponto de não ter alternativa a não ser atender nossos pedidos.

Palavras objetivas são a chave da oração.

Tais palavras devem estar em perfeita harmonia com a vontade de Deus; portanto, Ele só pode respondê-las.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 29 de Junho de 2012 às 15:16

sexta-feira, 22 de junho de 2012


AS CRISES DO CASAMENTO



É preciso reconhecer que o amor está constantemente ameaçado por múltiplas e diversas circunstâncias que geram crises na relação conjugal.

Algumas crises surgem por motivos externos e outras se formam na própria relação. Umas se solucionam facilmente e outras se instalam na vida diária. Há crises que acabam unindo ainda mais o casal e outras podem chegar a destruir completamente a relação.

Em todas as circunstâncias é imprescindível saber o que desencadeia a crise, como preveni-las e como enfrentá-las.


Há crises devido as mudanças pessoais, sociais e culturais. Todas acabam afetando a estabilidade conjugal.

Há crises produzidas pelas dificuldades de comunicação, quando o diálogo é pobre, não existe ou se reduz ao trivial do cotidiano.

Há crises quando não se pode estabelecer limites claros de união e independência da parentela. Também quando não há acordo com as atitudes em relação aos filhos e os critérios com respeito a educação.

Há crises pelas expectativas não satisfeitas em torno da intimidade sexual.

Há crises ao não saber expressar sentimentos e ressentimentos como: angústia e incapacidade, insegurança e medo, frustração e insatisfação, desilusão e raiva.

Precisamos identificar os sinais de alerta. Pois há crises que são perigosas e definitivas, crises que se convertem em conflitos e conflitos que podem despedaçar o projeto de amor, arrastando juntos os filhos, vítimas inocentes da incapacidade dos seus pais de solucionar seus problemas.

São crises que devemos evitar a todo custo!



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 22 de Junho de 2012 às 20:23

sexta-feira, 15 de junho de 2012


O ENGANO DO ADULTÉRIO



Muitos cometem adultério, traindo o cônjuge e colocando toda a sua família em ruína, e somente depois percebem que, se tivessem evitado o apego, o pior teria sido evitado.

O apego ocorre quando a pessoa percebe, subconscientemente, que pode ser amada com maior plenitude de vida através de outra pessoa e se ata a ela.

Há uma transferência de amor para outra pessoa que não é o seu cônjuge. E, acredite, por mais incrível que isso possa parecer, este amor não é real, nem para quem dá nem para quem recebe.


O apego pode acontecer com todos que se envolvem com suficiente profundidade. Qualquer pessoa pode apaixonar-se loucamente ou enamorar-se por outra pessoa e desejar passar excessivas quantidades de horas com ela. Nestes casos, o “amor” está majoritariamente composto por admiração e esperança.

A química sexual pode seduzir, ao desinformado e ignorante, aos imprudentes vínculos e consequentemente ao adultério.

De alguma maneira chegamos a pensar que o que sentimos, emocional e fisicamente, é sincero e real. Puro engano! Os sentimentos sempre estão sujeitos a confusões. Eles provém do coração, o qual é enganoso e desesperadamente corrupto (Jeremias 17.9).

Sabemos que os sentimentos físicos geralmente são verdadeiros. Muitos tem caído demasiadamente porque pensaram que a sedução sexual nasceu de um verdadeiro amor.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 15 de Junho de 2012 às 09:47

quinta-feira, 7 de junho de 2012


O ESPÍRITO MUNDANO



Por estar sendo vastamente mal compreendido, o mundanismo está cada vez mais presente na vida de muitos cristãos. Existem certos elementos da vida diária que não são pecaminosos, mas que levam ao pecado, se abusados.

Abuso significa literalmente o “uso excessivo” de coisas legais que então se tornam pecado.

O prazer é legal no seu uso, mas é ilegal no uso excessivo. Ambição é uma parte essencial do caráter humano, mas ela deve ser fixada em objetos legais e exercitada em proporções próprias.

Nossos trabalhos diários, ler, vestir, fazer amizades e outros aspectos similares da vida são todos legítimos e necessários, mas eles podem se tornar facilmente ilegais, desnecessários e perigosos. As necessidades da vida são absolutamente essenciais, mas elas podem facilmente levar à ansiedade,


Mundanismo não está confinado a uma categoria particular, ou uma circunstância da vida. Mas mundanismo é um espírito, uma atmosfera, uma influência, permeando toda a vida na sociedade humana e contra o qual devemos nos guardar cuidadosamente.

A Bíblia diz: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há”. Ela também nos avisa que “O mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (I João 2.17).


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 07 de Junho de 2012 às 18:39