domingo, 29 de abril de 2012


VIVER PELA FÉ



A vida de um cristão começa no dia de sua salvação!

Porém muitos cristãos frequentemente falam sobre uma espécie de dificuldade espiritual: algumas vezes sentem-se secos e sem entusiasmo; outras vezes sentem-se felizes e exultantes. Anseiam por um meio de vencer a vida seca e preservar a vida feliz e exultante.

Consequentemente, muitos sentem que sua vida está flutuando, pois parece não haver diferença entre orar e não orar; a Bíblia parece ser meras palavras impressas. Sentem que é errado não irem a igreja, mas quando o fazem, não sentem a presença de Deus.

Quando recebemos o Senhor Jesus como nosso Salvador pessoal, passamos a ter a vida eterna. Este é o dia mais feliz da nossa vida. Esta felicidade será perpétua? Não, este sentimento durará por apenas algum tempo, pois depois de certo período de tempo, embora a pessoa leia as Escrituras, ore e se aproxime de Deus como sempre o fez, ela pode sentir que sua alegria não é tanta como era logo após ter sido salva.


Nesta conjuntura, o diabo vem e fala: “Você está enganado; você não foi salvo”. Imaginamos ter cometido algum pecado para sentirmo-nos assim, mas ao mesmo tempo, não conseguimos notar nenhum indício de pecado.

Há um erro fundamental e um sério mal entendido em relação à experiência espiritual. Temos a impressão de que o que sentimos reflete o auge ou a queda em nossa vida espiritual. Por exemplo, suponhamos que eu perdi um relógio. Quando o encontro, fico feliz, mas após quatro ou cinco dias não tenho mais a mesma felicidade que tive ao encontrá-lo. Embora não tenha mais o mesmo sentimento de felicidade, meu relógio não foi perdido novamente. O que perdi foi o sentimento de felicidade da época em que o encontrei. Quando encontra o Salvador, você é salvo e não há como não ser feliz. Não só você está feliz; Deus também se regozija por sua causa. Se uma pessoa não se alegra ao ser salva, temo que ela ainda não tenha encontrado o Salvador.


De fato, você teve alegria quando foi salvo, mas este sentimento logo se foi, e você pode pensar que perdeu o que havia adquirido. Na verdade, o que um cristão sente é meramente sua condição de acordo com o seu sentimento, e isto não pode ser considerado como uma medida no julgamento da verdadeira condição de sua vida espiritual.

Às vezes agimos com uma criança que pensa que o sol desapareceu quando veio as nuvens. Se um cristão viver em seus sentimentos, seu céu sempre mudará e estará frequentemente coberto por nuvens. Por outro lado, se viver pela fé, seu céu nunca mudará, pois ele viverá acima das nuvens do sentimento e não dentro delas.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 29 de Abril de 2012 às 18:23





sexta-feira, 20 de abril de 2012


FAMÍLIA E PARENTELA



Falemos abertamente. As pessoas se enamoram de seu cônjuge e escolhem o seu par, mas não escolhem a chamada família política, que incluem os sogros e cunhados. Vai nascendo um relacionamento com o passar dos dias, em momentos compartilhados, na aproximação que pouco a pouco se constrói.

Agora bem, para ser um casal de marido e mulher, os filhos deixam a seu pai e a sua mãe, como ensina a Bíblia. Porém muitos levam para o seu novo lar a presença da sua própria família, que deveria tornar-se seus parentes.

 
No novo lar passa a conviver seis pessoas: o casal, e os sogros e sogras. E tal presença pode ser benéfica ou, como comumente acontece, nociva ao relacionamento do novo casal. Vejamos porque:

Cada um dos 2 leva na vida de casal a influência da sua própria família. Por exemplo, os padrões de comportamento, quer dizer, a forma de se relacionar com as pessoas e de expressar afeto, os princípios em que crêem e os valores que dão sentido a vida; também os costumes as tradições, os rituais familiares de celebração. É a herança familiar, o legado cultural que cada um passa a incluir na vida conjugal.

A relação conjugal não pode reproduzir a forma de relação dos pais nem o novo lar pode ser um transplante do lar de um dos dois.

Até porque, cada um leva na vida conjugal a marca que deixa na alma o amor dos pais, sua ternura e suas preocupações, junto com os traumas e as cicatrizes das experiências dolorosas.

Muitas vezes a presença da família causa dano porque, ainda que fisicamente os filhos tenham deixado o lar paterno, não cortaram o cordão umbilical, não se tornaram independentes de seus pais ou de sua carteira, seguem apegados à saia da mamãe.

Ou porque os pais não entenderam que o filho tem que fazer a sua vida de adulto, que tem que deixar de ser filho ou filha de família para assumir as responsabilidades conjugais.

Isto não é sempre fácil, porque a ruptura é dolorosa. Porque dói deixar o refugio, sair da segurança que oferecem os pais, e nem sempre se tem a independência emocional para conquistá-lo. Mas é um alvo a ser alcançado pela felicidade do casal.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 20 de Abril de 2012 às 22:59


sexta-feira, 13 de abril de 2012


COMUNICAÇÃO MARITAL


Muitos pensam que o simples fato de os lábios estarem se movendo é o mesmo de estarem transmitindo informações.

Quando se trata de comunicação entre duas pessoas que estão dispostas a unirem-se por toda a vida isto é muito mesquinho e insignificante.

A comunicação entre cônjuges deve ser mais que simples troca de informações, deve ir além de simples expressão de sentimentos através de palavras.

Poderíamos definir comunicação no relacionamento marital como sendo a atividade levada a efeito entre duas pessoas, a qual implica em dar, receber e compreender informações e sentimentos.

Sem dúvidas um dos grandes defeitos na comunicação entre cônjuges é a falta de atenção ao que está sendo dito, tendo em vista que a maioria de nós gostamos de falar, de expressar o que sentimos e muitas vezes esquecemos que as outras pessoas também tem a necessidade de ter alguém que as escute.

A arte de ouvir, assim como a arte de falar deve ser cultivada em nosso relacionamento.

Muitos de nós esperamos ser ouvidos e compreendidos, mas poucos estamos preocupados em parar para ouvir nosso cônjuge.

Gritos

Quanto mais alta a voz menor é a comunicação.

Silêncio

Este é o método predileto dos casais. Ambos se recusam a expressar seus sentimentos e usam o silêncio como arma contra o cônjuge.

Talvez você esteja neste momento enfrentando problemas na sua comunicação com seu cônjuge, mas hoje é o dia de você começar a mudar. Pois, quando os componentes de uma família perdem o gosto pela conversa, a afetividade logo deixa o lar.

O casamento é uma grande oportunidade de aprendermos a lidar com nossas emoções e com as emoções do outro.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 13 de Abril de 2012 às 18:52

quinta-feira, 5 de abril de 2012


NÃO TENHAM MEDO




As primeiras horas da manhã de domingo foram caóticas, pois os guardas continuavam a manter a vigilância sobre seu prisioneiro morto quando, repentinamente, a terra tremeu e uma luz brilhante inundou o jardim.

Algum tempo depois, Maria Madalena, a outra Maria, Salomé, Joana e algumas outras mulheres foram até a tumba de Jesus (Lucas 24:10). À medida que elas se aproximaram da tumba, viram a enorme pedra colocada de lado e os guardas caídos e inconsciente nas proximidades (Mateus 28.4).



A Bíblia revela que o propósito delas era completar o processo de sepultamento com resina e especiarias que elas haviam preparado (Lucas 24.1); também conta que elas chegaram a pensar de que maneira poderiam remover aquela enorme pedra.

Por um instante, coloque-se no lugar daquelas pessoas. Imagine perder um amigo muito próximo ou um membro da família.

Apenas alguns dias depois do sepultamento, você decide colocar algumas flores no túmulo. Assim que chega, descobre que a terra foi removida da sepultura, vê o caixão aberto ao lado do buraco e constata que o corpo sumiu.

A sepultura estava escancarada. Os panos usados no sepultamento estavam ali, ainda juntos e intactos, mas vazios. Ficaram olhando, chocadas, por vários minutos, até que perceberam que dois anjos haviam aparecido atrás delas. Um se sentou na pedra, enquanto o outro se colocou em pé, ao lado, e disse: “Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou!” (Lucas 24.5)

Tremendo e assustadas, as mulheres saíram e fugiram do sepulcro (Marcos 16.8). De repente, Jesus as encontrou e disse: “Não tenham medo.” (Mateus 28.10)



A ressurreição de Jesus é um fato histórico que carrega implicações muito amplas e significativas. Demônios, trevas e morte foram vencidos, mas ainda continuam a dar coices com ódio desesperado em tudo o que faz parte da criação de Deus. Entretanto, não se preocupe... Jesus está vivo!

Você já se conscientizou de sua necessidade de um Salvador e confiou sua alma eterna a ele?

Muito bem, o diabo, as trevas e a morte podem fanfarronar e vangloriar-se, as dores da vida atormentarão por algum tempo, mas não se preocupe: as forças do mal estão dando seu último suspiro.

Não tenha medo... Ele ressuscitou!
 

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 06 de Abril de 2012 às 02:00