quarta-feira, 28 de março de 2012


COMPREENDENDO AS DIFERENÇAS



Para a maioria, não é o fato de os parceiros serem iguais ou diferentes o que, no final das contas, vai determinar o sucesso ou fracasso da relação; é a maneira pela qual essas diferenças são compreendidas e tratadas o que irá definir se elas conduzirão a um relacionamento maior e mais forte, em lugar de afundar num pântano de sofrimentos e atritos intermináveis.

À medida que dois indivíduos embarcam numa vida a dois, deve haver lugar, dentro da relação, para que eles manifestem suas necessidades e personalidades, se quiserem eliminar essas lutas do poder que destrói a intimidade do casal.


Para conseguir atingir esta meta, é necessário que os dois indivíduos aceitem novos pontos de vista. Em vez de encararmos as diferenças existentes como ameaças que precisam ser combatidas e removidas, necessitamos nos concentrar nas cores e riquezas que essas diferenças acrescentaram às nossas vidas, e apreciar como a manifestação de diversas opiniões e perspectivas podem revigorar a relação.

Enquanto um excesso de diferenças nitidamente radicais pode conduzir facilmente a problemas sérios, diferenças marcantes também podem ser estimulantes, possibilitando às duas criaturas aprenderem uma com a outra.

A questão relevante, portanto, resume-se em: como podem as diferenças entre mim e meu parceiro contribuir para a melhora do nosso relacionamento?

Relacionamentos saudáveis incluem diferenças, criam espaço para suas manifestações e apreciam as contribuições notáveis e proveitosas que podem ser oferecidas por um parceiro que não é nosso clone.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta, 28 de Março de 2012 às 17:51



 

sexta-feira, 23 de março de 2012


A BÊNÇÃO DO COMPROMISSO


A profundidade do compromisso que fazemos reciprocamente é o que mantém nosso casamento unido durante os dias difíceis. Se esse compromisso permanece, então ele não será substituído por problemas financeiros, de saúde ou qualquer outro problema que o casamento enfrenta.

Quando nosso compromisso mútuo é maior do que os nossos problemas, estes podem ser solucionados. Mas, se o nosso compromisso é fraco, então mesmo as pequenas dificuldades, desânimos e desilusões nos separam. Se o compromisso é fraco, não lutamos para superar nossos problemas.

Somente porque às vezes as coisas se tornam difíceis, não significa que o casamento está condenado. Recém-casados, na incerteza de um romance, se preocupam com a possibilidade de a primeira briga arruinar seu casamento.


Os casamentos mais felizes não são aqueles com o mínimo de problemas, mas aquele sem que os cônjuges se empenham em resolver juntos seus problemas, sabendo que o compromisso recíproco é maior do que qualquer problema.

Se o compromisso mútuo permanecer forte, nenhuma crise pode abalar a solidez do amor, nenhuma infelicidade pode destruir o alicerce do amor, nenhuma ocasião difícil pode apagar o espírito do amor e seu forte apoio, e nenhuma distância pode diminuir a firmeza e a inabalável fidelidade do amor.

É preciso toda uma vida de amor e lealdade para começar a compreender a profundidade e satisfação que Deus planejou para aqueles que assumem o compromisso de permanecer juntos até que a morte os separe.

 
Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 23 de Março de 2012 às 15:05

 

quarta-feira, 21 de março de 2012


SOMOS PESSOAS DIFERENTES



Enquanto namorados ou noivos, procuramos focalizar os traços bons da pessoa com quem estamos nos relacionando. Porém, depois do casamento e com o passar do tempo, nos permitimos enfatizar os aspectos negativos do nosso cônjuge, levando nosso casamento ao nível mais baixo que se possa imaginar.

Precisamos reconhecer que alguns traços piores provavelmente nunca irão mudar muito. Por exemplo, uma pessoa falante pode escolher para casar um tipo quieto. Depois do casamento, o falante pode tentar que seu cônjuge se torne gradativamente um conversador. Mas tal pessoa provavelmente nunca se tornará um falante. Esqueça!



Muitos de nós nos casamos com pessoas por causa de alguns traços que nós mesmos não temos. Depois de casados, nosso trabalho é aprender a apreciar os traços, o temperamento e as características que o outro tem. Se o fizermos, veremos que essas qualidades ajudam a nos tornar pessoas completas.

Cada parceiro tem dons e pontos fortes que contribuem para o casamento, e quanto mais são reconhecidos e respeitados, mais feliz será o casamento. Um casamento se fortalece quando recebe e incentiva as capacidades de duas pessoas.

Temos aprendido que é melhor não com parar nosso casamento com outros. Cada pessoa vem de ambientes diferentes. A meta do casamento não é pensar igual, mas pensar juntos. Ser diferente não significa que um é melhor ou pior do que o outro.

O casamento é um relacionamento complementar. Complementação sugere a fusão de duas pessoas distintas para ambas se tornarem melhores. Quando aceitamos e apreciamos o que o outro é, tornamo-nos pessoas maiores do que jamais seríamos sozinhos.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta, 21 de Março de 2012 às 18:05


sexta-feira, 16 de março de 2012


COMPLETANDO UM AO OUTRO


Muitos de nós nos casamos com pessoas por causa de alguns traços que nós mesmos não temos. Depois de casados, nosso trabalho é aprender a apreciar os traços, o temperamento e as características que o outro tem. Se o fizermos, veremos que essas qualidades ajudam a nos tornar pessoas completas.

Quanto mais áreas houver em que sintamos respeito e boa receptividade, mais satisfatório será o casamento. A meta do casamento não é pensar igual, mas pensar juntos. Ser diferente não significa que um é melhor ou pior do que o outro.

Em um casamento, a esposa cuida dos serviços da casa. O marido toma conta do talão de cheques. Isto funciona bem por causa dos interesses e aptidões de cada um. O oposto pode ser verdadeiro em outro casamento. Somos mais felizes quando nos capacitamos mutuamente a fazer o que cada qual aprecia e é mais apto para executar. Comparar um casamento com outro, ou pensar que há modelos preferidos, é arruinar os relacionamentos e ignorar as aptidões.

Embora possamos reconhecer nossos dons especiais e diferentes do outro antes e logo depois do casamento, podemos descobrir outros dons e aptidões somente depois de algum tempo juntos.

O fato de marido e esposa olharem as coisas de pontos de vista diferentes pode ser uma grande ajuda, porque isto permite uma perspectiva mais ampla. Quando os cônjuges são capazes de compreender isto, ambos podem fortalecer um ao outro, em vez de entrar em conflito.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 16 de Março de 2012 às 09:20

terça-feira, 13 de março de 2012

LUTA ESPIRITUAL

Davi tinha dois inimigos. Por um lado, havia Golias e os filisteus – o inimigo que vem de fora. Por outro lado havia Saul – o inimigo de dentro. Lembre-se de que ambos mantinham Davi – o ungido – fora do trono.


Quando chegou o dia em que Davi, com uma funda, atirou uma pedra na cabeça de Golias, ele não atirou uma pedra em Saul, mas desde o dia em que a cabeça de Golias foi atingida, a cabeça de Saul também o foi, quanto a todas as intenções e propósitos. O poder de Saul minguou. O reino de Saul faliu no mesmo dia em que Golias morreu. A pedra que atingiu Golias feriu mortalmente a cabeça de Saul.

Não há necessidade de atacarmos diretamente o atual sistema de coisas que nos afligem todos os dias. A Bíblia nos adverte que não estamos tratando com carne e sangue; mas se, através da fé, uma funda mortal for lançada contra o nosso inimigo, o invisível, o espiritual, veremos que quando ele for tratado, o reino do inferno já estará com os dias contados.




Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça, 13 de Março de 2012 às 21:27


sexta-feira, 9 de março de 2012

COMUNICAÇÃO REAL E PROFUNDA


Comunicar quem somos é revelar ou compartilhar nossa individualidade com outra pessoa. É exprimir completamente aquilo que eu sou, que é diferente de qualquer um.

Isto significa mais do que meramente exprimir sentimentos superficiais, tais como se estamos bem ou mal, felizes ou tristes. Estes sentimentos são geralmente fáceis de detectar na intimidade da amizade e do casamento.


Chegar a este nível mais profundo de comunicação é chegar ao lugar em que começo a dizer a meu cônjuge meus sentimentos íntimos mais profundos de medo, frustração, ódio, mágoa, ira, amor, alegria e satisfação, assim como meus desejos e aspirações reais.

No casamento, Deus pretende que nos tornemos “uma só carne”, o que inclui a união sexual, porém é mais do que isto. É a exposição de nós mesmos diante do outro para revelar “quem” somos. Despimo-nos de nossos papéis e arrancamos nossa máscaras e couraça protetora, colocando-nos totalmente despidos diante do outro para revelar nosso verdadeiro eu.

Neste nível de comunicação iniciamos uma grande aventura, aquela em que experimentamos um crescimento real, juntos. Começamos a compreender não somente o que fazemos, mas por que fazemos as coisas que fazemos.

O casamento apresenta o maior potencial para os seres humanos crescerem dentro de um relacionamento, mas somente se aprendermos a nos comunicar neste nível mais profundo dos sentimentos secretos, abrindo-nos totalmente um ao outro.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 09 de Março de 2012 às 20:15


terça-feira, 6 de março de 2012

CONHECENDO UM AO OUTRO


Um casal prestes a se unir pelo casamento conhece, realmente, muito pouco um do outro. Mas gostam do que conhecem e sabem que desejam conhecer melhor um ao outro.

A comunicação envolve conhecer e compreender os níveis mais profundos da personalidade de cada um e estar desejoso de compartilhá-los de tal modo que cada um possa se sentir seguro e sem impedimentos de expor suas emoções um ao outro. Medo de rejeição, condenação ou desavença leva as pessoas a usar máscaras e guardar seus sentimentos para si mesmas, fechando-se geralmente para sempre.


Quando nos casamos, nos aproximamos um do outro com sentimentos confusos. Aproximamo-nos com amor, o que significa, entre outras coisas, que nos conhecemos e nos interessamos um pelo outro da forma como ela ou ele é, e desejamos aprender a nos conhecer de modo completo um ao outro.

Chegamos também ao casamento com alguma preocupação de que nosso cônjuge possa não nos amar, se revelarmos todos os nossos sentimentos e receios mais íntimos. Desejamos ser conhecidos, porém receamos ser conhecidos bem mais a ponto de ser rejeitados, a ponto de nos tornar inaceitáveis, ou perder a confiança do nosso cônjuge.

No entanto, é quando somos amados, quando participamos da intimidade do casamento,que devemos ser capazes de avançar com segurança além do nível básico, para o nível mais profundo da comunicação.

Devemos ser capazes de chegar à mais completa compreensão de nós mesmos – nossos problemas e possibilidades. Uma comunicação profunda e verdadeira abre incontáveis oportunidades para os cônjuges crescerem juntos em todos os aspectos da vida. Esta é a suprema esperança do casamento.

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça, 06 de Março de 2012 às 21:07


sexta-feira, 2 de março de 2012

NUNCA É TARDE DEMAIS


Nenhum casamento é totalmente único, singular. Na verdade, os problemas nos casamentos são frequentemente muito semelhantes. A questão de sermos bem-sucedidos ou falharmos em nosso casamento depende geralmente mais de como lidamos com nosso problema do que do fato de os termos.

Sabemos que mesmo as mais difíceis experiências da vida podem ser portas para novos começos, nova compreensão e crescimento com mais amor do que jamais imaginamos no início de nosso casamento.


Já não podemos começar de novo em muitos aspectos de nossa vida juntos. Por exemplo, nossos filhos são adultos e se foram, por isso é impossível para nós começar de novo a criá-los e alimentá-los. Demos tudo o que podíamos nos seus anos de crescimento; agora, nossa principal contribuição é estar por perto e disponíveis quando precisam de nós.

O fato de não podermos corrigir nossos erros passados ou criar nossos filhos de novo torna cada pai triste em uma ou outra medida. Quem de nós já não disse: “Se eu tivesse de fazer de novo, faria de modo diferente”?

Mas o casamento é diferente. Enquanto tivermos fôlego, teremos a possibilidade de recomeçar. Podemos ainda pôr todas essas idéias e ideais em prática.

Qualquer casamento pode ser mudado ou melhorado se os parceiros mudarem ou melhorarem. Não precisamos ficar resignados com um relacionamento estático e insatisfatório.

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 02 de Março de 2012 às 22:23