sexta-feira, 28 de dezembro de 2012


DIA DO EVANGELHO


O último dia 11 de dezembro marca o Dia do Evangelho, e eu gostaria de dizer algumas palavras sobre estes textos sagrados que, ao registrarem, com riqueza de detalhes, relatos da vida de Jesus Cristo, constituem poderoso instrumento de transmissão dos ensinamentos divinos à humanidade.

Para alguns, que já partilham da fé no Senhor, eles são meio de constante fortalecimento da crença cristã; para outros, que ainda não tiveram a felicidade de pôr Deus no cerne de suas vidas, a leitura atenta dos Evangelhos representa uma oportunidade única e poderosa de conversão.


São quatro os Evangelhos reconhecidos como autênticos e inspirados por Deus – os escritos pelos apóstolos Mateus, Marcos, Lucas e João.  A composição destes Evangelhos baseia-se naquilo que os apóstolos viram e ouviram quando estavam com Jesus e nas aparições que tiveram d`Ele depois da ressurreição.

Numa sociedade afligida pela crescente violência, desamor, brutalidade e ignorância, a leitura dos Evangelhos constitui valioso bálsamo, farol potente capaz de guiar com segurança a humanidade na direção de uma vida plena de sentido, marcada pela fé e pelo amor, a Deus e ao próximo.

Sabemos, por experiência própria, que sem o amor transcendente, que nos eleva acima das vicissitudes do cotidiano, não há possibilidade de realização para o homem. O amor a Jesus, que é despertado e fortalecido pela leitura fervorosa dos Evangelhos, é a única bússola capaz de nos guiar com segurança pelas difíceis encruzilhadas da vida, confortando-nos com a certeza de que, por maior que seja o tamanho do desafio, Cristo estará nos esperando ao final da caminhada.

Todo cristão tem, portanto, o compromisso de partilhar este tesouro com seus irmãos do mundo inteiro, ajudando a propagar, nos quatro cantos do planeta,  a Boa Nova contida nas Escrituras. Uma das mais belas passagens dos Evangelhos, aliás, está em Marcos, capítulo 16, versículo 15, quando Jesus, ressuscitado, aparece aos seus discípulos e lhes diz: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”.

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 28 de Dezembro de 2012

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

 

RELAÇÕES FAMILIARES


A evolução da sociedade fez surgir novos modelos familiares, sem, no entanto, desapoderá-los de suas prerrogativas e deveres junto à coletividade, especialmente entre os mais novos.

O século XX foi marcado pela emancipação feminina, o que acarretou grandes transformações nos lares. Segundo dados do IBGE, em 2010, 37,3% das famílias brasileiras já eram chefiadas por mulheres. É também crescente o número de famílias monoparentais, em que os filhos são criados por apenas um dos genitores.


Há de se considerar, ainda, o conceito de famílias alargadas resultante do aumento dos casos de divórcio, levando à convivência dos filhos dos primeiros casamentos com o novo marido da mãe ou a nova esposa do pai.

Vivemos cada vez menos para nossas famílias e, cada vez mais, para cumprir os afazeres cotidianos em uma sequência de compromissos que contempla pouquíssimo tempo para nutrir relações de afeto com os pais, irmãos, tios, primos, sobrinhos e avós.

A realidade que observamos evidencia o enfraquecimento das relações familiares, o que explica a degradação de valores, a quantidade enorme de crianças abandonadas, a escalada das drogas e da violência e os baixos níveis educacionais da população.

O aviltamento das referências familiares é chaga que conduz à deterioração das relações sociais. Se os vínculos parentais se apoiarem no princípio do respeito mútuo, o ambiente equilibrado indispensável para o bom desenvolvimento dos indivíduos torna-se plausível.

A demonstração de que há hierarquia no ambiente familiar é fator decisivo para a criação de ligações recíprocas de admiração e respeito.

Com os papéis de cada ente bem definidos e abertura constante para o diálogo, é possível construir lares capazes de bem cumprir a função primordial de abrigar e permitir o desenvolvimento biopsicossocial das novas gerações.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 21 de Dezembro de 2012

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


EDUCAÇÃO ESCOLAR


Assistimos a uma entrevista em que a Senhora Presidente da República concorda com a apresentadora que diz querer ver o filho de rico numa escola pública.

As pessoas falam da educação como um instrumento ideológico ou como uma ferramenta ética? Entendo educação como algo maior onde estão contidos os universos dos valores familiares e os da instrução acadêmica.

Alguns críticos argumentam que famílias vão se formando sem qualquer preparo e à escola caberia transmitir os valores para as crianças.


É o que soubemos, por pais e estudantes que protestaram, sobre uma questão da prova de seleção do Instituto Federal de Educação do Espírito Santo. Com o intuito de dar vazão a voz da ideologia, o MEC apresentou um quadro na prova em que retrata explicitamente o sexo oral para criticar as mais doces mentiras da propaganda capitalista. Isso é o que eles chamam de pedagogia da transversalidade.

Para chocar os alunos com a ideologia anticapitalista, eles não se preocupam com os limites éticos de separação entre a família e o estado.

Será que um pai rico e responsável permitiria que seu filho estudasse numa escola pública com os professores formados por uma ideologia transversal pornográfica? Por isso, não concordo quando a apresentadora do programa de TV diz querer ver o filho de rico na escola pública. Na escola pública, a família tem pouca efetividade em se fazer ouvir. Os professores acham que sabem mais e não têm a preocupação com o emprego, porque os sindicatos os protegem.

Nas escolas privadas, o programa pedagógico é de responsabilidade da direção. Se a família estiver descontente com o que é ensinado aos filhos, a reclamação seria mais facilmente admitida, afinal, o cliente tem sempre razão. Por isso, o ideal utópico seria que os filhos de pobres estudassem nas escolas de rico, para tentar escapar do proselitismo ideológico e da vulgaridade.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 14 de Dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


TEMOS QUE PRIORIZAR



Será que Deus não sabia o quanto estaríamos ocupados hoje em dia?

Se soubesse, deveria ter feito o dia mais longo do que apenas 24 horas, ou será que buscamos produzir mais do que ele queria que fizéssemos?


Se Deus acrescentasse mais algumas horas no nosso dia, certamente procuraríamos algo para ocupar estas horas extras, e não dedicaríamos tempo para o que é importante a ser cultivado em nossa vida.

Hoje nós vivemos na era do “microondas”: máquinas de lavar e secar, controle remoto, computadores e outras coisas, tudo com o objetivo de poupar nosso tempo. Irônico, não acha? E o que fazemos com todo o tempo que economizamos?

Como cristãos, sabemos que o significado supremo da vida encontra-se no relacionamento: primeiro com Deus, e depois com as pessoas. No nível humano, a relação conjugal foi planejada por Deus para ser o mais íntimo dos relacionamentos. A relação entre pais e filhos vem em segundo lugar.

Desastrosamente, alguns ainda buscam atividades que os afastam cada dia mais de Deus, e que têm pouco a contribuir para o relacionamento conjugal e familiar.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 07 de Dezembro de 2012

sexta-feira, 30 de novembro de 2012


EMPREGADAS DOMÉSTICAS


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21), a PEC das Domésticas (Proposta de Emenda à Constituição 478/10).

A Proposta pretende regulamentar os direitos trabalhistas de domésticas, babás, cozinheiras e outros trabalhadores em residências, estendendo a eles 16 direitos já assegurados aos demais trabalhadores urbanos e rurais contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT):

1.     proteção contra despedida sem justa causa;
2.     seguro-desemprego;
3.     Fundo de Garantia do Tempo de Serviço;
4.     garantia de salário mínimo, quando a remuneração for variável;
5.     adicional noturno;
6.     proteção do salário, constituindo a sua retenção dolosa um crime;
7.     salário-família;
8.     jornada de trabalho de oito horas diárias e 44 horas semanais;
9.     hora-extra;
10.  redução dos riscos do trabalho;
11.  creches e pré-escola para filhos e dependentes até 6 anos de idade;
12.  reconhecimento dos acordos e convenções coletivas;
13.  seguro contra acidente de trabalho;
14.  proibição de discriminação de salário, de função e de critério de admissão;
15.  proibição de discriminação em relação à pessoa com deficiência;
16.  proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 16 anos.


Dignidade.

A aprovação da proposta vai permitir a profissionalização dos trabalhadores do setor.

Muitas trabalhadoras domésticas, por exemplo, ainda hoje, encontram-se em situação de semiescravidão, sem jornada mínima definida, sem hora extra, sem adicional noturno e etc., e muitas delas abandonam o serviço por conta das condições de trabalho.

Um mercado legalizado sempre oferece outras e melhores oportunidades. A proposta vai forçar a legalização do mercado. Caso um empregador não queira legalizar, a empregada doméstica irá para outro empregador legal, com direitos garantidos.

Em vigor.

Dos 16 direitos previstos, alguns poderão entrar em vigor de imediato após a promulgação da PEC, como a jornada de trabalho de 44 horas semanais, hora extra e proibição de trabalho de menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz com o mínimo de 14 anos.

Também terão aplicações imediatas, o direito a ter reconhecidas as convenções e acordos coletivos, a proibição de reter dolosamente o salário, além da proibição de diferença nos salários por motivo de sexo, idade ou cor.

Outros direitos, como o Fundo de Garantia (FGTS), seguro-desemprego, salário-família e seguro contra acidentes de trabalho, ainda precisariam de regulamentação.

O projeto faz justiça social – uma legislação inclusiva, que caminha para uma reparação histórica. Além de corrigir "um grande equívoco" da Constituição de 88, ele será um marco da conquista civilizatória da sociedade brasileira.

Aprovada em primeiro turno, por 359 votos a 2, a matéria ainda será votada pela Câmara em segundo turno, antes de ser encaminhada ao Senado.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 30 de Novembro de 2012

segunda-feira, 19 de novembro de 2012


CONSELHO AOS FILHOS


Honramos nossos pais quando os tratamos com respeito, mesmo que eles não mereçam. Não podemos tratá-los com impaciência ou elevar desnecessariamente a voz quando falamos com eles, principalmente na presença de estranhos. Não pode haver pior modelo de pai do que erguer a voz contra um avô na frente dos netos.

Honramos os pais quando somos gratos e reconhecemos o que quer que nos tenha dado; e os desonramos quando esperamos demais deles. É impressionante como muitos filhos julgam que os pais lhes devem assistência financeira eterna ou são obrigados a servi-los como mão-de-obra gratuita.


Honramos os pais quando cuidamos deles quando eles já não podem mais cuidar de si mesmos. Da mesma maneira que eles cuidaram de nós quando éramos crianças, é mais do que justo fazer o mesmo quando eles estão velhos.

Honramos os pais quando simplesmente aceitamos suas esquisitices, seus maus hábitos e personalidades difíceis. Durante uma visita ou um telefonema, nem todas as coisas censuráveis precisam ser confrontadas.

Honramos nossos pais mantendo-os ligados à família. No caso de pais idosos, a ligação com a família dá significado à vida que lhes resta. Por fim, o que a maioria dos pais deseja dos filhos é contato: cartas, telefonemas, visitas.

Eles querem simplesmente que os filhos levem uma vida de integridade moral, que tenham sucesso na vida e felicidade pessoal.




Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Segunda, 19 de Novembro de 2012 às 12:36

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


O CASAMENTO É UMA SINFONIA


Um casal necessita encontrar a mesma frequência para poder ter “sintonia”. Necessita coincidir no tempo e momento apropriado para falar, o que é chamado de “sincronia”. Necessitam ter os mesmos sentimentos, que é o que significa a palavra “simpatia”. Isto é, tocar a mesma partitura.


Quando uma mulher diz que está angustiada ou preocupada por este ou aquele motivo, o homem procura oferecer uma solução prática para o problema, pois é assim que ele racionaliza. Ela fica frustrada porque não esperava um conselho, e sim solidariedade. Simplesmente queria alguém com quem compartilhar sua angustia ou sua preocupação. Não há sintonia. Não há sincronia. Não há simpatia.

Devemos buscar a capacidade de situar-nos no lugar e momento adequados, com o sentimento apropriado para poder escolher e compreender o que alguém quer dizer.

Porque a comunicação entre cônjuges é como uma sinfonia em que os instrumentos tocam, cada um em seu momento e com a tonalidade e ritmo devido, para produzir a harmonia.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 09 de Novembro de 2012 às 13:20

sábado, 3 de novembro de 2012


DIA INTERNACIONAL DO IDOSO


No mês outubro comemoramos o dia nacional e internacionalmente das pessoas idosas. É ensejo, pois, de refletirmos sobre os avanços em relação à qualidade de vida desses indivíduos e às condições necessárias para que vivam bem.

Se antes a velhice era associada à inatividade, dependência e enfermidades, hoje se vê que os idosos são cada vez mais saudáveis e dispostos, interessados em ocupações físicas e intelectuais que os instiguem a superar contingências inevitáveis do avançar da idade.


Entre os idosos, é crescente o interesse em voltar a estudar, fazer viagens e excursões e, no caso de viuvez ou separação, procurar novo parceiro para essas atividades.

A imagem de carência associada aos avós de tempos atrás está cada vez mais distante dos contemporâneos. Hoje, não só eles ajudam muito na criação dos netos, como chegam a ajudar a família financeiramente e de forma significativa.

No entanto, é preciso ter consciência de que, apesar de estarem mais autônomos e cheios de vigor, os idosos requerem atenção especial e preparo de todos os que lidam com suas rotinas, seja na assistência em saúde, educacional, recreativa ou ocupacional.

A todos os idosos brasileiros expresso o meu desejo de que encontrem sempre o conforto espiritual para encararem os desafios impostos pela idade e que, em paz, possam desfrutar de longos anos de vida produtiva e feliz.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quarta, 31 de Outubro de 2012 às 21:30

sexta-feira, 26 de outubro de 2012


SEMPRE QUERENDO MAIS


A luxúria nunca se satisfaz. Sempre quer mais. A pornografia é um mal. É um ato de luxúria, não um ato de amor.

Quando o espírito de luxúria controla nossos pensamentos, tudo o mais na vida começa a desmoronar, porque a luxúria destrói a alma e a mente. Se direcionamos os pensamentos para o que é mau aos olhos de Deus, passaremos a viver nas trevas.


O espírito da luxúria corrói a essência de quem você é e de quem virá a ser. Destrói o sexo saudável e prazeroso entre o marido e a esposa. Se o casal não encontra satisfação um no outro, não resolverão o problema assistindo a vídeos de outras pessoas fazendo sexo. Na verdade, o problema piorará.

Se você tem o hábito de ver imagens carregadas de sexualidade, saiba que elas ficam gravadas no fundo da sua mente, coração e alma. Mesmos que sejam vistas por acaso, permanecem dentro de você para sempre. Um dia, as fantasias tornam-se realidade, e o sexo no casamento jamais será suficiente.

A pornografia é feita de uma série de mentiras nas quais a pessoa acredita. Tão logo plantadas, suas sementes se espalham como ervas daninhas com espinhos capazes de sufocar a vida e o potencial que existem em você.

Se a nossa mente se ocupa por muito tempo com pensamentos pervertidos, inúteis e desprezíveis, colheremos frutos pervertidos, inúteis e desprezíveis na vida.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 26 de Outubro de 2012 às 21:51

sexta-feira, 19 de outubro de 2012


LIBERDADE versus LIBERTINAGEM


Um francês chamado Alexis de Tocqueville, viajou pelos Estados Unidos em 1830, e ficou atônito ao ver que, embora o povo americano fosse muito religioso, também era o mais livre.

Ele escreveu: “Não há nenhum país em todo o mundo, onde a religião cristã mantém uma influência tão grande sobre a alma dos homens como nos Estados Unidos”. Em outra passagem observa: “Os americanos associam tão intimamente em suas mentes as noções de cristianismo e liberdade, que é impossível fazê-los conceber um sem o outro”.


Ao relatar a situação do seu país ele diz: “Na França, quase sempre vejo o espírito da religião e da liberdade seguirem cursos completamente opostos um ao outro”. Tocqueville destacou que na França, a religião e a liberdade eram consideradas antagônicas.

Entretanto, em pleno século XXI, os EUA estão se aproximando de uma situação um tanto similar à da França da década de 1780 – onde o pecado se torna flagrante e a moral degradada.

Antigamente as pessoas se aproximavam do cristianismo buscando a sua “libertação do pecado”. Mas hoje, buscam distância do cristianismo em nome da sua “libertação para o pecado”, transformando a liberdade em rebeldia e, na pior forma de libertinagem, não querem que ninguém fale, censure ou os restrinja de alguma forma.

Por conseguinte, os liberais modernos veem o cristianismo como repressivo e não como libertador.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Sexta, 19 de Outubro de 2012 às 09:32

sexta-feira, 12 de outubro de 2012


É PRECISO SABER VIVER



A vida pode não ser fácil, porque a cada instante surgem situações que exigem reflexão e atitude. Contudo, ela pode tornar-se mais fácil quando se tem com quem repartir as preocupações e as alegrias.

É por esse motivo que se deve ter uma boa relação com as pessoas à volta, principalmente com os familiares, com quem se passa grande parte da vida. Assim, tendo um bom ambiente familiar, tem-se mais paz espiritual e, consequentemente, melhor qualidade de vida.


As pessoas deviam ser mais cuidadosas ao se exprimirem. A economia de palavras pode gerar dificuldade de compreensão do ouvinte, ao passo que um exagero de palavras, principalmente proferidas impulsivamente, pode ocasionar atritos e arrependimentos.

Por essa razão, nada é melhor do que pensar duas vezes antes de tocar em um assunto delicado, como aqueles que envolvem sentimentos e emoções. Isso tudo para não magoar os outros, principalmente as pessoas importantes, como amigos e familiares.

Cuidar da saúde, adquirindo hábitos saudáveis, é essencial para que as pessoas tenham uma boa saúde e, consequentemente, consigam ter uma vida longa. Mesmo agindo dessa forma, ninguém sabe quantos anos tem pela frente.

Por esse motivo, é preciso que se viva bem cada dia, deixando de lado pequenos problemas e aproveitando o máximo cada momento na companhia das pessoas queridas à volta.

Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta, 12 de Outubro de 2012 às 10:42

sexta-feira, 28 de setembro de 2012


MATURIDADE IDEOLÓGICA



Meus caros amigos, o Brasil, ao que tudo indica, entrará numa nova fase do desenvolvimento. O Governo da Presidente Dilma anunciou um plano estratégico para impulsionar a produtividade brasileira.

O que chama atenção é que a estratégia agora está direcionada para as empresas privadas.

Os pessimistas entenderam que ela jogou a toalha para o capital. Os otimistas têm fé que isso é o inicio de uma Revolução Cultural das mentalidades dirigentes do Brasil. Devem pensar estes: algo está mudando no país.


O plano revolucionário demonstra que a desconfiança com o capitalismo está diminuindo em um governo, que outrora responsabilizava o sistema que está aí no Brasil pelo atraso.

A presidente reuniu os pesos pesados do empresariado nacional para saber deles quais os problemas que dificultam os seus negócios. Ouviu que a produtividade brasileira aumentaria substancialmente se o governo aperfeiçoasse a infraestrutura, racionalizasse a carga tributária e desse atenção vigorosa no câmbio.

A presidente parece ter percebido que o Brasil não mais pode ser reconhecido como o país do voo de galinha, que não tem autonomia para ficar muito tempo no ar. Para ter um crescimento sustentável não pode depender apenas de planos governamentais.

Aí está a maturidade ideológica. Entender que a sociedade é uma reunião de pessoas, com as mais diferentes habilidades e gostos, e que mesmo um sábio não é capaz de satisfazer a todos. A Presidente, ao chamar os empresários para ouvir o que poderia fazer para melhorar os seus negócios transmitiu a ideia de um governo colaborador com as diversas iniciativas. Essa é uma compreensão moderna do que seria uma democracia.

Democracia não estaria limitada aos períodos de votação. Democracia alcançaria a liberdade de todos em querer participar da vida da sociedade, seja no desenvolvimento econômico, seja no cultural.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça, 28 de Setembro de 2012 às 15:18

terça-feira, 18 de setembro de 2012


ESTUDAR AS ESCRITURAS




A Bíblia não é um manual, mas a vontade revelada de Deus para nossa vida. Ao estudarmos a Escritura, descobrimos como Deus vê o mundo e qual nosso papel enquanto vivemos aqui.


Nenhum outro livro é tão magnífico quanto a Bíblia. Ela é uma compilação de 66 livros escritos em três línguas por cerca de 40 autores durante um período de aproximadamente 1.500 anos.

Quando juntamos tudo isso, porém, temos uma única história humana. Nenhum texto contradiz outro, e todos se completam.

A Bíblia conta a história do Deus Criador e do homem criatura, do amor de Deus por nós e seu desejo de ter comunhão conosco, do modo pelo qual providenciou para que fôssemos resgatados de nossos pecados e recebidos como filhos de Deus.

Não há outro livro que mereça mais atenção do que a Bíblia ou ofereça mais esperança para a vida.



Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: terça, 18 de Setembro de 2012 às 11:15