segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: segunda-feira, 05 de dezembro de 2016.

domingo, 4 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: domingo, 04 de dezembro de 2016.

sábado, 3 de dezembro de 2016


SENSACIONALISMO DOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO


Meus amigos, desejo fazer uma reflexão acerca de assunto bastante delicado, mas que não pode deixar de ser tratado aqui, na Casa dos representantes do povo.

Desde logo, esclareço que meu posicionamento é radicalmente contrário a qualquer ação que lembre censura, afinal, em ambientes democráticos, o cerceamento à liberdade de informação é ingrediente absolutamente desnecessário; melhor dizendo, totalmente descabido.




“O choque causado pela notícia de um crime hediondo logo é substituído pela notícia de outro e apenas esporadicamente se anuncia a solução de um deles. Este sensacionalismo dissemina o ar de insegurança e de impunidade.”

Porém, gostaria de trazer ao debate a firme necessidade de haver moderação, por parte da mídia, quanto à reprodução de notícias que digam respeito a crimes hediondos.

O caráter assaz sensacionalista que os veículos de comunicação imprimem aos pavorosos crimes e aos seus terríveis detalhes, aos perfis dos psicopatas e sociopatas, em alguns casos, até atrapalhando o trabalho da polícia e da Justiça pela divulgação atabalhoada de informações, não é capaz de gerar uma única, apenas uma, contribuição para quem quer que seja.

Certamente os editores midiáticos desconsideram como se sentem os familiares e amigos das vítimas ante a maciça e indiscriminada exposição de fotos e vídeos de corpos, cativeiros, criminosos em ação.

Sob o pretexto de informar – o que é uma das legítimas funções da mídia –, a sociedade acaba sendo exposta não somente à crueza das mentes criminosas, mas também à insensibilidade de jornais e revistas, de emissoras de rádio e TV e, mais recentemente, da internet.

Sugiro apenas que os noticiários – sejam de qualquer viés ou veiculados em qualquer formato – passem as informações pelo indispensável filtro da moderação. Afinal, como isso não tem acontecido, o que poderia ser empregado como alerta para que a sociedade adote maiores cuidados relativos à segurança, acaba se transformando em incitação à criminalidade.

Especialmente, meus amigos, porque o desfecho das investigações e eventuais punições dos responsáveis pelos crimes não acompanham o tempo do agora, feição tão característica dos meios de comunicação de massa.

Assim, o choque causado pela notícia de um crime hediondo logo é substituído pela notícia de outro, e de outro, e de outro; e apenas esporadicamente se anuncia a solução de um deles.

Eu me pergunto: em que tanta publicidade contribui com a sociedade, com a segurança pública? Quais as reais consequências de tanto sensacionalismo, se não a disseminação de ares de insegurança e, mais grave, de impunidade?

Já se disse, à exaustão, que, no regime democrático, gerenciado pela interdependência dos três Poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário –, a imprensa configura o Quarto Poder.


Por: Antonio Bulhões

Deputado Federal / PRB-SP
“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sábado, 03 de dezembro de 2016.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: sexta-feira, 02 de dezembro de 2016.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quinta-feira, 01 de dezembro de 2016.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

“Pão Nosso de Cada Dia...”


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: quarta-feira, 30 de novembro de 2016.